Mercado externo leva Ibovespa ao campo positivo.
A Bolsa de Valores de São Paulo opera em alta, tendo em vista o noticiário internacional. Nos Estados Unidos são aguardados a divulgação dos Preços de Importação e Exportação e as Vendas do Varejo e os Estoques das Empresas. Na Europa, destaque para as novas notas de risco atribuída pela Moody’s. No Brasil, as atenções se voltam para o mercado corporativo.
No ambiente internacional, a Moody’s cortou a nota soberana da Itália, Espanha e Portugal de A2 para A3, A1 para A3 e de Ba2 para Ba3, respectivamente, e todas com perspectiva negativa. Além disso, a agência de risco manteve as notas da França, Reino Unido e Áustria, entretanto já há indícios de rebaixamento.
Ainda sobre a Europa, a produção industrial da Zona do euro caiu 1,1% em dezembro ante novembro. Na Alemanha, a maior economia do bloco, a produção industrial recuou 2,7%, devido a queda nas vendas no varejo da Zona do euro em dezembro.
No cenário corporativo interno, o Banco do Brasil revelou que, no quarto trimestre 2011, registrou lucro líquido de R$ 2,90 bilhões, queda de 25,7% em relação ao mesmo período de 2010. Já no ano, o lucro líquido foi de R$ 12,10 bilhões, alta de 3,6%.
Por sua vez, a Souza Cruz obteve um lucro líquido consolidado de R$ 1,60 bilhão no ano de 2011, 10% superior ao visto no ano anterior. Em relação ao 4°T11, a companhia obteve lucro líquido de R$ 412 milhões e Ebtida de R$ 41,10 milhões.
Outra empresa que merece atenção nesta sessão é a Brasil Foods. A companhia brasileira formou uma joint venture com a chinesa Dah Chong Hong Limited, visando o acesso à distribuição no mercado chinês, assim como desenvolver a marca Sadia naquele país e alcançar os canais de varejo na China Continental, em Hong Kong e em Macau. Cabe comentar que a cada empresa terá participação de 50% e deverá gerar receitas de US$ 450 milhões no primeiro ano.
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