A data do FATO RELEVANTE para os Fundos Setoriais e Fiscais é dia 31/03/2010... abaixo segue o link do site do Governo Federal ,para facilitar. FSTU, FSPE, FSRF pagina 21 , FNAM e FNOR pag 31 , FUNRES pag 32.
http://www.cidades.gov.br/arquivos-intranet/DNT2009-100.pdf
Agora é aguardar pelas noticias da Bovespa sobre as datas dos leilões, serão 24 dias ... acredito em grande volatilidade nesse periodo, acredito em cotação máxima antes da materialização dos eventos de 31/03/2010... será um belíssimo trade.
domingo, 7 de março de 2010
Fundos Setoriais... SEMANA DE RECUPERAÇÃO E ALAVANCAGEM...
GOVERNO PREPARA PROJETO DE LEI PARA REABRIR OS FUNDOS SETORIAIS E FISCAIS.
FSTU11 - FSPE11 - FSRF11 - SETORIAIS
FRES11 - FNOR11 - FNAM11 - FISCAIS
ALVO DOS ATIVOS:
FSTU11 - 5,30
FSPE11 - 5,10
FSRF11 - 2,90
FNOR11 - 1,90
FNAM11 - 1,15
FRES11 - 8,00
Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo-FUNRES
Dos Fundos Fiscais de Investimentos o único que está ativo, isto é, recebendo e aprovando novos projetos, é o Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo (Funres), que financia, por meio da subscrição de debêntures conversíveis em ações bem como mediante operações de crédito, pequenas, médias e grandes empresas em todo o Estado do Espírito Santo. O Funres é administrado pelo Grupo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo (Geres) e o seu agente financeiro é o Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo (Bandes).
LINK: http://www.integracao.gov.br/fundos/fundos_fiscais/index.asp?area=FUNRES
(FISET-TURISMO). MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À PRAZO FOME ADMINISTRAÇÃO DIRETA Órgão Público... do Espírito Santo 31/3/2010 (FUNRES). MINISTÉRIO DO TURISMO PRAZO ADMINISTRAÇÃO DIRETA Órgão Público Secretaria Executiva (SE/Mtur).
FISET TURISMO É ADMINISTRADO PELA EMBRATUR - FSTU11
FISET Reflorestamento - Administrado pelo IBDF.
FISET Pesca - Administrado pela SUDEPE.
FINAM é o Fundo de Investimento da Amazônia. Cotas do fundo foram transformadas em Certificados de Investimento que são negociadas na Bovespa. O Finam é administrado pela SUDAM e operado pelo Banco da Amazônia. FONTE DE RECURSOS: O FINAM tem como principal fonte de recursos as parcelas dedutíveis do Imposto de Renda devido pelas pessoas jurídicas investidoras de projetos aprovados com base no art. 9º da Lei nº 8.167/91, até a implantação do projeto tributadas com base no lucro real, estabelecidas em todo o Brasil, que fazem opção em favor do Fundo. O repasse dos valores arrecadados é feito pela Secretaria do Tesouro Nacional, com base em informações da Secretaria da Receita Federal. OUTRAS FONTES DE RECURSOS:
1 - Os dividendos resultantes das ações existentes na Carteira do Fundo;
2 - Os valores decorrentes das amortizações das Debêntures Inconversíveis, como também, em alguns casos, das Debêntures Conversíveis;
3 - Os oriundos das vendas de ações existentes na Carteira do Fundo, provenientes, exclusivamente do artigo 9o, com base na Instrução CVM No 265, de 18.07.97;
4 - As subscrições realizadas pela União Federal;
5 - As subscrições voluntárias efetuadas pelas pessoas físicas e jurídicas, de direito público e privado.
O Fundo de Investimentos do Nordeste - FINOR é um benefício fiscal concedido pelo Governo Federal, criado pelo Decreto-Lei nº 1.376, de 12.12.1974, constituído de recursos aplicados em ações e debêntures, destinado a apoiar financeiramente empreendimentos instalados ou que venham a se instalar na área de atuação do Departamento de Gestão dos Fundos de Investimentos - DGFI.O objetivo é contribuir para o desenvolvimento econômico da Região Nordeste e partes dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, além de ser um investimento atrativo para as empresas contribuintes do imposto de renda de todo o país.FINOR está a cargo do Departamento de Gestão dos Fundos de Investimentos - DGFI e do Banco do Nordeste.
FSTU11 - FSPE11 - FSRF11 - SETORIAIS
FRES11 - FNOR11 - FNAM11 - FISCAIS
ALVO DOS ATIVOS:
FSTU11 - 5,30
FSPE11 - 5,10
FSRF11 - 2,90
FNOR11 - 1,90
FNAM11 - 1,15
FRES11 - 8,00
Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo-FUNRES
Dos Fundos Fiscais de Investimentos o único que está ativo, isto é, recebendo e aprovando novos projetos, é o Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo (Funres), que financia, por meio da subscrição de debêntures conversíveis em ações bem como mediante operações de crédito, pequenas, médias e grandes empresas em todo o Estado do Espírito Santo. O Funres é administrado pelo Grupo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo (Geres) e o seu agente financeiro é o Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo (Bandes).
LINK: http://www.integracao.gov.br/fundos/fundos_fiscais/index.asp?area=FUNRES
(FISET-TURISMO). MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À PRAZO FOME ADMINISTRAÇÃO DIRETA Órgão Público... do Espírito Santo 31/3/2010 (FUNRES). MINISTÉRIO DO TURISMO PRAZO ADMINISTRAÇÃO DIRETA Órgão Público Secretaria Executiva (SE/Mtur).
FISET TURISMO É ADMINISTRADO PELA EMBRATUR - FSTU11
FISET Reflorestamento - Administrado pelo IBDF.
FISET Pesca - Administrado pela SUDEPE.
FINAM é o Fundo de Investimento da Amazônia. Cotas do fundo foram transformadas em Certificados de Investimento que são negociadas na Bovespa. O Finam é administrado pela SUDAM e operado pelo Banco da Amazônia. FONTE DE RECURSOS: O FINAM tem como principal fonte de recursos as parcelas dedutíveis do Imposto de Renda devido pelas pessoas jurídicas investidoras de projetos aprovados com base no art. 9º da Lei nº 8.167/91, até a implantação do projeto tributadas com base no lucro real, estabelecidas em todo o Brasil, que fazem opção em favor do Fundo. O repasse dos valores arrecadados é feito pela Secretaria do Tesouro Nacional, com base em informações da Secretaria da Receita Federal. OUTRAS FONTES DE RECURSOS:
1 - Os dividendos resultantes das ações existentes na Carteira do Fundo;
2 - Os valores decorrentes das amortizações das Debêntures Inconversíveis, como também, em alguns casos, das Debêntures Conversíveis;
3 - Os oriundos das vendas de ações existentes na Carteira do Fundo, provenientes, exclusivamente do artigo 9o, com base na Instrução CVM No 265, de 18.07.97;
4 - As subscrições realizadas pela União Federal;
5 - As subscrições voluntárias efetuadas pelas pessoas físicas e jurídicas, de direito público e privado.
O Fundo de Investimentos do Nordeste - FINOR é um benefício fiscal concedido pelo Governo Federal, criado pelo Decreto-Lei nº 1.376, de 12.12.1974, constituído de recursos aplicados em ações e debêntures, destinado a apoiar financeiramente empreendimentos instalados ou que venham a se instalar na área de atuação do Departamento de Gestão dos Fundos de Investimentos - DGFI.O objetivo é contribuir para o desenvolvimento econômico da Região Nordeste e partes dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, além de ser um investimento atrativo para as empresas contribuintes do imposto de renda de todo o país.FINOR está a cargo do Departamento de Gestão dos Fundos de Investimentos - DGFI e do Banco do Nordeste.
sábado, 6 de março de 2010
CHIARELLI

Em 1936, o Sr. Oscar Chiarelli adquiriu de seu irmão Luiz Chiarelli, o acervo da antiga olaria dos Irmãos Brunelli, então situado no Bairro das Olarias, em Mogi Guaçu, no Estado de São Paulo, iniciando com isso uma indústria de telhas de todos os tipos conhecidos na época.
A princípio, como firma individual que levava o nome de seu fundador sendo seu capital registrado de US$ 50.000,00. Graças, porém, ao seu trabalho e esforço constante, contando com a qualidade excepcional da matéria prima de que é tão pródigo o município, aliado ao grande progresso que experimentou o país após a Segunda guerra mundial, tornou-se aquela incipiente indústria do barro, na atual, pujante e conceituada Cerâmica Chiarelli S.A.
Em 1952, agora já contando com o concurso de familiares, a industria de telhas se transformou, a médio prazo, em fabrica de pisos cerâmicos, cujo produto passou a substituir com grande vantagem o denominado “ “ladrilho hidráulico”.
Com a demanda sempre crescente e com o grande progresso do mercado da construção civil, o desenvolvimento da industria passou a ser uma constante, exigindo novos investimentos para sua expansão e aperfeiçoamento técnico da produção.
Visando também o aperfeiçoamento da estrutura jurídica da empresa industrial que já delineava, a firma individual de Oscar Chiarelli transformou-se em 03 de janeiro de 1955, na sociedade por quotas de responsabilidade limitada, com razão social e denominação de Cerâmica Chiarelli Ltda., e com capital de aproximadamente US$ 70.000,00, totalmente integralizado com a admissão de novos sócios quotistas, todos membros da família do fundador da indústria, sendo eles : Zoé Bueno Chiarelli, Maria Emilia Bueno Chiarelli de Souza, Euro Albino de Souza, Odete Chiarelli Martini, Oscar Chiarelli Filho, Rubens Chiarelli, Maria Conceição Pedrini Chiarelli, Regina Helena Chiarelli Turato e Victor Luiz Martini.
Em dezembro de 1959 ainda por força de novos investimentos, o capital novamente voltou a ser aumentado para US$ 77.000,00, ocasião em que foi admitido como sócio o Sr. Carlos Turato Filho e a Sra. Maria Helena Bueno Chiarelli.
Em 1960 a empresa deu início a produção de ladrilhos cerâmicos pretos, com finalidade de diversificação da linha de produção.
Em janeiro de 1961, não só com o aproveitamento de lucros suspensos, como também, em virtude de reavaliação facultativa do ativo imobilizado, além da incorporação de bens imóveis, no caso a propriedade rural denominada Fazenda Pantanal, transformou-se a sociedade por quotas de responsabilidade limitada em sociedade anônima, com capital social de US$ 110.000,00, representado por 30.000 ações ordinárias, passando a razão social e a denominação a ser a mesma que atualmente tem a empresa : Cerâmica Chiarelli S.A. Durante o período de 1961 a 1963, continuou a empresa a experimentar o mesmo crescimento, e os produtos continuavam a merecer no mercado a mesma preferência, graças à qualidade e esmero de fabricação, surgindo daí, a necessidade de aumentar a produção, diminuindo o custo e racionalizando os processos até então utilizados.
Para isso, a empresa promoveu a transformação do sistema de queima dos ladrilhos cerâmicos, construindo 2 (duas) unidades de produção, constituídas de dois fornos contínuos a túnel e secadores a túnel Allied, alimentados por combustível, mais especificamente o denominado “óleo baiano” , que foram dispensando, gradativamente, o consumo de lenha para alimentação dos chamados “fornos garrafões” , também gradativamente eliminados.
Promoveu-se ainda em função destes investimentos, com a intenção de melhorar a produtividade, a mecanização de diversos setores da produção, introduzindo, novos processos para racionalização da fabricação, montagem de laboratório de análises de matérias primas e experiências para novos lançamentos, não se descuidando, paralelamente, da parte social e de relacionamento com empregados, construindo ambulatório médico, sanitários, banheiros e vestiários, bem como, montando farmácia privativa e estabelecendo convênios com entidades especializadas no atendimento social, tais como : Sesi, Sindicato, etc.
Em 1965 e 1966, a empresa construiu uma nova seção para fabricação de ladrilhos cerâmicos em cores, dotada de nova tecnologia e de maior capacidade, para atender a crescente demanda de materiais nas cores amarelo e pérola. Esse empreendimento exigiu, na ocasião, elevados recursos financeiros. Em 1969, com a constante ascensão dos negócios sociais, e a permanente preocupação de seus diretores em manter a liderança conquistada no mercado, a empresa iniciou a construção de mais um conjunto de forno e secador Allied, que foi denominado forno 3, o qual entrou em funcionamento no mesmo ano. Com ele, conseguiu-se um aumento de produção da ordem de 30%, assegurando com isso, o suprimento do mercado interno, cada vez mais promissor.
Nesta mesma época a empresa começava a promover a venda de seus produtos para o Paraguai, Uruguai e Bolívia, propiciando o desenvolvimento de um programa de maior incremento nas exportações, com o aproveitamento de incentivos fiscais e governamentais. Ainda no ano de 1969, diretores da empresa viajaram para a Itália com finalidade de conhecer as mais modernas técnicas ceramistas, visando reduzir custos e aumentar a produtividade. Como resultado prático da viagem, foram adquiridas duas prensas automáticas italianas de fabricação Sacmi Impianti SpA., cujos custos foram sensivelmente reduzidos, em virtude de isenção de impostos e de direitos aduaneiros para importação de equipamentos sem similaridade nacional. Instaladas e em funcionamento, essas prensas comprovaram o acerto da medida, pois não só propiciaram maior produtividade, como também, ainda permitiram a eliminação de mão de obra e redução dos riscos de acidentes tão comuns nas prensas manuais.
Nos anos de 1970 e 1971, a empresa, novamente através de incentivos fiscais governamentais adquiriu mais 6 prensas automáticas, agora da marca Welko, elevando para 8 (oito) o número de prensas automáticas em plena atividade na indústria. Também nesse período, foi colocada em funcionamento uma nova e moderna seção de moagem de argilas, sendo esta, considerada na época, a mais moderna de toda a América do Sul. Como conseqüência desse progresso e da ininterrupta ascensão, a Cerâmica Chiarelli S.A., promoveu em 28/10/1971 a abertura e democratização de seu capital mediante subscrição pública, com finalidade de atender a expansão das atividades operacionais da empresa. Em 1972 impulsionada pelo aporte de recursos da democratização de seu capital, a empresa iniciou a produção de bases (biscoito) para fabricação de ladrilhos cerâmicos esmaltados e decorados.
Em 1975 aproveitando incentivos fiscais municipais e federais (isenção de impostos de importação sobre equipamentos sem similaridade nacional) e apoio financeiro do Badesp/BNH, através do programa Regir/Reinvest, a empresa construiu uma nova unidade industrial denominada unidade II, para uma produção de 45.000 m2/mês de pisos decorados pelo sistema monoqueima, como também, promoveu o aumento de produção na matriz, com a entrada em funcionamento da 4ª unidade de forno a túnel Siti e nova seção de prensagem, agora composta por 14 prensas automáticas. No final de 1976, foi contratado junto ao Badesp novo financiamento visando a duplicação da unidade II, proporcionando com isso, aumento de produção da ordem de 50.000 m2/mês, como também, redução nos custos de produção graças ao aproveitamento da infra-estrutura industrial existente, ficando já no início de 1978 totalmente concluída esta 2ª etapa, com capacidade total de 95.000 m2/mês de revestimentos cerâmicos esmaltados e decorados.
No segundo semestre de 1978, a empresa planejou e realizou no prazo de 8 meses um projeto de atualização tecnológica, compreendendo a substituição de doze (12) fornos intermitentes tipo garrafão com capacidade de 70.000 m2/mês por um forno contínuo a túnel marca Siti com capacidade para 100.000 m2/mês.
Em 1980, com a crescente necessidade de atualização tecnológica, e, também, de atender a demanda por novos produtos que o mercado exigia, iniciou a implantação de mais um projeto, objetivando substituir o sistema de moagem pastosa por um sistema de moagem atomizada, o qual, concluído em 1981, demandou investimentos de US$ 1.750.000,00 e, proporcionou sensível redução nos custos de produção já neste exercício. Ainda durante o exercício de 1981, dentro de seu plano de expansão, a empresa concluiu as obras de construção civil, visando a ampliação da unidade II - monoqueima, investindo recursos da ordem de US$ 950.000,00 de um total orçado de US$ 6.000.000,00.
Em 1982 e 1983 dentro de um plano de substituição energética elaborado pela empresa, implantou-se na unidade matriz, um gerador de calor a carvão mineral e na unidade II um gerador de gás a base de carvão vegetal, em substituição aos combustíveis utilizados (óleo combustível e GLP), desativados em 1990, em razão de proibição do uso de carvão vegetal pelas industrias cerâmicas.
Em 28 de março de 1985, o capital social que era representado por 6.586.272 ações ordinárias sem valor nominal, passou, mediante subscrição em dinheiro para 7.800.000 ações, sendo 6.586.272 ações ordinárias e 1.213.728 ações preferenciais sem valor nominal.
Em fins de 1985 a empresa concluiu a ampliação da unidade II - monoqueima, com a instalação de mais um forno bi-canal em sua linha de produção, que entrando em operação no inicio de 1986, aumentou a capacidade de produção de 95.000 m2/mês para 200.000 m2/mês de revestimentos monoqueima.
Já no exercício de 1987, com nova ampliação desta unidade industrial, entrou em operação a 4ª unidade de forno bi-canal, ampliando novamente a capacidade instalada de 200.000 m2/mês para 320.000 m2/mês.
Em 29/04/1988, mediante incorporação de reservas, o capital social foi novamente elevado e aprovado o desdobramento nas quantidades de ações, atribuindo-se 9 novas ações para cada unidade possuída, passando o capital social a ser representado por 78.000.000 ações sem valor nominal, sendo 65.862.720 ações ordinárias e 12.137.280 ações preferenciais, todas nominativas sem valor nominal.
Em outubro de 1988, com nova ampliação da linha de produção, foi instalada em sua matriz uma unidade para produção de pisos pelo processo monoqueima com capacidade para 120.000 m2/mês; essa quantidade veio se somar aos 320.000 m2/mês da unidade II, passando a capacidade total para 440.00 m2/mês sua produção de pisos pelo processo monoqueima.
Com a forte recessão verificada a partir do exercício de 1990, a empresa se viu obrigada a desativar sua unidade produtora de revestimentos não esmaltados (bases para esmaltação), permanecendo apenas com as unidades produtoras de revestimentos esmaltados pelo processo monoqueima, e, reduzindo dessa forma sua capacidade nominal instalada de produção para 5.160 mil m2/ano. Ainda em fins de 1990 e princípio de 1991, com a grande queda no volume de vendas do setor, a empresa foi obrigada a paralisar de dezembro de 1990 a fevereiro de 1991 suas linhas de produção de revestimentos cerâmicos esmaltados monoqueima, reiniciando a produção em março de 1991 com a retomada das vendas. Mesmo com a retomada da produção em março de 1991, o mercado de revestimentos cerâmicos, como toda economia brasileira, sentindo os efeitos da grande recessão que se iniciou em 1990, trazendo como conseqüência uma ociosidade operacional praticamente em todo o setor e em nossa empresa em particular, representou 73% da capacidade instalada de revestimentos monoqueima.
No período de 1991 a 1995, a empresa apenas executou investimentos direcionados a automação e melhoria do processo industrial, principalmente nos setores de escolha, embalagem e movimentação de produtos, e de substituição energética em determinados setores. Estes investimentos tiveram como objetivo principal o aumento da produtividade, adequação dos produtos às normas de qualidade exigidos pelo mercado e na redução de custos.
Durante o exercício de 1996, deu-se inicio às obras de construção civil e contratada a expansão da unidade II, para ampliação da capacidade produtiva em 210.000 m2/mês, elevando com isto a capacidade nominal da empresa para 660.000 m2/mês de revestimentos cerâmicos pelo processo monoqueima. Os recursos necessários para a realização deste investimento, no montante de R$ 5.500.000,00, foram obtidos através de recursos próprios, de financiamento junto ao Finame e diretamente junto a fornecedores de equipamentos nacionais e externos. Com a realização deste investimento, foi melhor aproveitada a infra estrutura industrial existente, como também, a modernização do parque fabril, que com isso proporcionará melhor escala de produção, propiciando rentabilidade necessária e compatível com o investimento realizado, entrando em operação durante o 4º trimestre de 1997.
Nos exercícios de 1998, 1999 e 2000, foram realizados apenas pequenos investimentos, destinados a atualização tecnológica, automação do processo produtivo, visando economia e racionalização da produção e lançamento de novas linhas de produtos.
Em 2001, a empresa além da continuação da realização de pequenos investimentos destinados a atualização tecnológica e automação do processo produtivo, concluiu projetos de substituição dos combustíveis derivados de petróleo por gás natural e reciclagem de água e resíduos industriais como forma de redução de perdas no processo produtivo.
Em 2002, foram também, realizados apenas pequenos investimentos, destinados a atualização tecnológica, automação de linhas de produção, buscando economia, melhora na performance dos equipamentos e racionalização da produção, visando o lançamento de novas linhas de produtos.
Durante o exercício de 2003, visando aumentar sua capacidade instalada, modernização de seu parque fabril e melhoria de seu processo produtivo, a empresa adquiriu, para instalação em sua unidade matriz, uma nova linha de produção de fabricação Sacmi - Itália, para pisos e revestimentos cerâmicos, composta por 2 prensas e secadores, 2 linhas de esmaltação, forno bi-canal além de linhas para escolha e embalagem, com capacidade para 3.300.000 m2 ano.
O programa de investimentos iniciado em 2003, destinado a ampliação da capacidade instalada da empresa foi complementado, e os equipamentos relativos à primeira fase do projeto tiveram sua operação iniciada no final do primeiro semestre de 2004, acrescentando um volume de 150.000 m2 mês na capacidade instalada. Em meados do 1º trimestre de 2005 o projeto foi concluído, com um acréscimo de mais 150.000 m2 na capacidade de produção.
A capacidade produtiva da empresa continua sendo a mesma desde o primeiro trimestre de 2005, com sua produção se situando entre os 400 mil e 480 mil m2 mensais. A empresa está em processo de recuperação judicial, cujo deferimento se deu em 05/01/2009 pelo juízo da 3a. Vara Judicial da Comarca de Mogi Guaçu, Estado de São Paulo. A empresa está com sua produção paralisada desde meados de outubro de 2008, em razão das sérias dificuldades financeiras por qual a empresa passa.
CARACTERISTICAS:
O mercado mundial de revestimentos cerâmicos manteve em 2008 o nível de crescimento verificado em exercícios anteriores, permanecendo a China como grande líder mundial na sua produção. Os produtores brasileiros, com a constante inovação nas linhas de produtos e com o aprimoramento da qualidade, também tem aumentando ano após ano sua capacidade produtiva, ocupando hoje o 2 lugar entre os maiores produtores mundiais, superando a Espanha e a Itália, tradicionais produtores de cerâmicas. O setor conta com 94 empresas com 117 plantas industriais, instaladas em 18 estados brasileiros, com maior concentração nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Com sua constante expansão, o setor chegou no final de 2008 com uma capacidade instalada de 781 milhões de m2/ano, apresentando um crescimento de 11,9% em relação aos 698 milhões de m2/ano em 2007. A produção durante o exercício de 2008 apresentou um volume de 713,4 milhões de m2, mostrando um crescimento de 12% em relação aos 637,1 milhões de m2 produzidos no exercício anterior.
O processo de expansão produtiva tende a retrair, acompanhando a tendência do mercado consumidor.
As plantas brasileiras contam com a melhor tecnologia disponível no mundo, com praticamente a totalidade da produção em conformidade com as normas internacionais. A ABNT em conjunto com a indústria, institutos especializados, representantes de consumidores e universidades, publicou a norma ABNT-NBR 15463 – Norma Brasileira para o Porcelanato, tornando-se o Brasil o primeiro país no mundo a dispor de norma específica para o produto, dando maior garantia aos consumidores.
O setor fechou o exercício com um crescimento de 7,85% no volume de vendas, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmicas para Revestimento – Anfacer, onde foram comercializados 686,8 milhões de m2, superando os 636,8 milhões de m2 alcançados em 2007. Desse total, 605,4 milhões de m2 (534,7 milhões de m2 em 2007) foram vendidos no mercado interno, permanecendo o país como o 2 maior consumidor mundial de revestimentos cerâmicos, e 81,4 milhões de m2 (102,1 milhões de m2 em 2007) no mercado externo.
Em 2008 o mercado de revestimento cerâmico, como os demais segmentos produtivos, sofreu o impacto da crise mundial, trazendo grande reflexo nas exportações do setor, as quais apresentaram uma redução de 20,3% em relação ao exercício anterior, principalmente sobre aquelas destinadas ao mercado Norte Americano, nosso grande parceiro externo
Diante do quadro adverso que apresenta a economia mundial, as expectativas são de cautela, no aguardo de que com as já medidas tomadas, possamos reduzir rapidamente os impactos causados à economia e retomar um crescimento sustentado.
A empresa produziu no exercício 3.851 mil de m2 de pisos, revestimentos cerâmicos e porcelanatos, apresentando uma retração de 13% sobre os 4.404 mil m2 produzidos no exercício anterior.
As vendas no exercício foram de 4.122 mil m2, apresentando, também, retração de 5% em relação aos 4.324 mil m2 comercializados no exercício de 2007.
A Companhia participou da feira Revestir 2008 em São Paulo, onde aprsentou suas novas linhas de produtos grês, brilhantes, monoporosa e procelanato, nos formatos 31 cm x 42 cm, 31 cm x 60 cm, 43 cm x 43 cm e 50 cm x 50 cm. Com o lançamento desta nova linha, a empresa implantou nova estratégia mercadológica, mudando a cara de seus produtos junto ao mercado consumidor, cujo foco principal eram os produtos rústicos.
PONTOS IMPORTANTES:
1- A Empresa aguarda a aprovação da Prefeitura de Mogi Guaçu para venda do imóvel da Unidade I, conforme Fato Relevante publicado no Jornal da Tarde e no Diário Oficial do Estado de SP, em 18 de dezembro de 2009.
2 - A Empresa está sob o regime de Recuperação Judicial, aprovado pelo Juíz da 3ª Vara da Comarca de Mogi Guaçu, em 5 de janeiro de 2009.
3 - A Cerâmica Chiarelli S.A. é viável, conforme apresentado no Plano de Recuperação Judicial inicial e Plano de Recuperação Revisado e publicado no Jornal da Tarde e no Diário Oficial do Estado de SP, em 19 de outubro de 2009, disponível no site www.chiarelli.com.br.
4 - O Plano de Recuperação Judicial já foi aprovado, conforme mencionado na questão 2.
5 - O processo de venda de parte do ativo não operacional (imóvel da Unidade I) encontra-se em sua fase
final, dependendo de liberação do empreendimento pela Prefeitura local. O montante da dívida com os credores e colaboradores está no Plano de Recuperação Revisado.
* O importante é que pelo processo de Recuperação Judicial, o Juiz definiu 180 dias para a realização da assembléia de Credores, e isso foi em 15/09/2009, portanto temos até o dia 15/03/2010 para a Assembléia e liberação do PRJ.
Acompanhe o precesso.:
http://www.tj.sp.gov.br/PortalTJ3/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/Interior _Litoral_Civel/Por_comarca_interior_litoral_civel.aspx#topo
A minha análise é que pode haver uma possível compra por parte da Portobello. Já que a Portobello está ampliando a produção para atender o mercado interno.
AS AÇÕES PREFERENCIAIS CCHI4 estão 26% ABAIXO DAS ORDINÁRIAS.
As ações preferenciais não terão direito a voto, mas gozarão das seguintes vantagens : a) Prioridade no reembolso de capital por elas representado, no caso de liquidação da Sociedade; b) Prioridade na percepção de dividendos, não cumulativos, em igualdade de condições com os atribuídos às ações ordinárias, no mínimo no mesmo valor; c) Garantia de recebimento de preço não inferior a 80% (oitenta por cento) do valor pago pelas ações com direito a voto, integrantes do bloco de controle na hipótese de oferta pública de alienação, bem como as demais condições previstas no artigo 254-A da Lei 6.404/76. Parágrafo 2º - A falta de distribuição de dividendos às ações preferenciais, por 3 (três) anos consecutivos, conferirá aos seus titulares o direito de voto nas Assembléias Gerais, direito esse que será mantido até que se restabeleça a distribuição e o pagamento de dividendos.( as ações preferenciais estão a mais de 03 anos sem receber proventos, então TEMOS os mesmos direitos que os detentores das ações ordinárias ).
sexta-feira, 5 de março de 2010
Agradecimento...
Quero agradecer a todos os doadores do Blog, o gesto dos srs é nobre e digno de verdadeiros seres humanos... hoje recebi uma carta de um representante de ONG a quem doei no mes passado 25 cestas básica , segue um trecho da mensagem ...
"Agradeço ao destino por ter-me feito nascer pobre. A pobreza foi-me uma amiga benfazeja; ensinou-me o preço verdadeiro dos bens úteis à vida, que sem ela não teria conhecido. Evitando-me o peso do luxo, devotou-me à arte e à beleza." ...
Isso é para os srs, meus sinceros agradecimentos, e estudem CCHI4 durante o final de semana, ela está sem atividades operacionais por mais 43 dias à frente, tem a questão da entrega dos balanços a CVM, mas isso posso adiantar que ela tem prazo até 30/09/2010 para fazer a entrega... porque nessa data completariam 2 anos sem balanços e as ações seriam bloqueadas de negociação, ... , ela até onde pesquisei, conseguiu ontem dinheiro para pagar uma empresa de auditoria para preparar toda essa documentação... e daqui a 1 mês isso já estará disponibilizado na CVM... é uma empresa de setor estratégico, em pleno segmento, ação extremamente depreciada... o investidor tem 2 opções: Ou paga 40 centavos com o ''boato do risco'' de bloqueio das negociações, com o fato verdadeiro de estar com as atividades TEMPORARIAMENTE paralisadas... ou espera 1 mes , e paga 1,00/2,00 com ela voltando a ser operacional e com os balanços entregues na CVM... Os srs decidem que estratégia adotar.
Eu, Silvio Teixeira de Souza Júnior, SÓ COMPRO aquilo que ninguém quer... só opero MICO, e de preferencia com VPA abaixo de - 100,00... nunca escondi isso de ninguém, minha ação favorita é VAGV4 , é o pior VPA da Bovespa , mas ... ai é cada um , cada qual, é onde me sinto realmente diante de uma operação '' de extremos '' ... quando a VAGV4 for desbloqueada , eu tiro ela do Blog para não influenciar ninguém, sobre VAGV4 eu não opino.
Mas uma vez muito obrigado a todos os srs pela presença no nosso Blog e bom final de semana.
"Agradeço ao destino por ter-me feito nascer pobre. A pobreza foi-me uma amiga benfazeja; ensinou-me o preço verdadeiro dos bens úteis à vida, que sem ela não teria conhecido. Evitando-me o peso do luxo, devotou-me à arte e à beleza." ...
Isso é para os srs, meus sinceros agradecimentos, e estudem CCHI4 durante o final de semana, ela está sem atividades operacionais por mais 43 dias à frente, tem a questão da entrega dos balanços a CVM, mas isso posso adiantar que ela tem prazo até 30/09/2010 para fazer a entrega... porque nessa data completariam 2 anos sem balanços e as ações seriam bloqueadas de negociação, ... , ela até onde pesquisei, conseguiu ontem dinheiro para pagar uma empresa de auditoria para preparar toda essa documentação... e daqui a 1 mês isso já estará disponibilizado na CVM... é uma empresa de setor estratégico, em pleno segmento, ação extremamente depreciada... o investidor tem 2 opções: Ou paga 40 centavos com o ''boato do risco'' de bloqueio das negociações, com o fato verdadeiro de estar com as atividades TEMPORARIAMENTE paralisadas... ou espera 1 mes , e paga 1,00/2,00 com ela voltando a ser operacional e com os balanços entregues na CVM... Os srs decidem que estratégia adotar.
Eu, Silvio Teixeira de Souza Júnior, SÓ COMPRO aquilo que ninguém quer... só opero MICO, e de preferencia com VPA abaixo de - 100,00... nunca escondi isso de ninguém, minha ação favorita é VAGV4 , é o pior VPA da Bovespa , mas ... ai é cada um , cada qual, é onde me sinto realmente diante de uma operação '' de extremos '' ... quando a VAGV4 for desbloqueada , eu tiro ela do Blog para não influenciar ninguém, sobre VAGV4 eu não opino.
Mas uma vez muito obrigado a todos os srs pela presença no nosso Blog e bom final de semana.
“Payroll” puxa alta do Ibovespa
Por Lafis.
O tom positivo predominou nesta sessão na Bolsa de Valore de São Paulo, em sintonia com a performance das bolsas americanas, que reagiram bem aos dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. Notícias mais favoráveis sobre o crescimento da economia chinesa também contribuíram para o bom andamento dos negócios neste último pregão da semana. Aqui no Brasil, o IPCA apresentou a maior alta desde maio de 2008.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação do país, marcou 0,78% no mês de fevereiro, com leve alta sobre a taxa de 0,75% do mês anterior. Entretanto, a variação do IPCA foi a maior desde maio de 2008.
Hoje, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, comentou que a instituição está estudando medidas para modernizar as operações em moeda estrangeira do Brasil, tornando o mercado de câmbio brasileiro mais "eficiente".
No cenário corporativo, as ações PNA e ON da Vale fecharam em alta de 3,23% e 2,74%, respectivamente, influenciadas pelas perspectivas de reajuste, de até 80%, no preço do minério de ferro. Além disto, a mineradora informou que irá aumentar em 25% a produção de minério em Minas Gerais, a partir de 2014.
A empresa de Eike Batista, OGX Petróleo, também esteve em destaque nesta sessão. Hoje, a empresa divulgou que encontrou hidrocarbonetos no poço OGX-6 e indícios de petróleo nos poços OGX-3 e OGX-2. Por volta das 18 horas, as ações ON da OGX subiram 5,70%.
Vale destacar ainda a elevação das ações PN e ON da Petrobrás, que valorizaram 0,86% e 1,79%, simultaneamente, em função da elevação do preço do petróleo em Nova York. Hoje, na Nymex, o barril da commodity fechou em alta de 1,6%, a US$ 81,50.
For a do Ibovespa, as ações ON da Ecodiesel desabaram 9,30%. Os papéis foram influenciados pelo cancelamento, feito pelo governo, do Selo Combustível Social pelo período de 1 ano.
A Hypermarcas anunciou a compra da fabricante de fraldas Sapeka, podendo o negócio chegar a R$ 368 milhões em dinheiro e em ações.
No âmbito externo, ganhou destaque as projeções melhores para a economia chinesa. Nesta sexta-feira, o primeiro ministro chinês informou que estabeleceu uma meta de 8% para o Produto Interno Bruto (PIB) da região, até o final deste ano.
Nos Estados Unidos, o “payroll”, ou Relatório de Emprego, deu impulso ao mercado, já que veio mostrando que o mercado de trabalho local perdeu menos vagas do que o esperado. No mês de fevereiro, a economia americana cortou 36 mil postos de trabalho, número bem abaixo das estimativas, que giravam em torno de um corte de 75 mil vagas. Além disto, o Departamento do Trabalho anunciou que a taxa de desemprego ficou estável em 9,7%, ante projeção de alta de 9,8%.
Resumo da Semana (de 01/03 a 05/03)
A Bolsa de Valores de São Paulo acompanhou os mercados internacionais e operou em alta na maior parte desta semana. No âmbito interno, o destaque ficou por conta da temporada de balanços, além de algumas notícias econômicas. Nos Estados Unidos, os investidores acompanharam a divulgação de importantes indicadores econômicos.
No cenário econômico doméstico, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) da semana do dia 28 de fevereiro, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), marcou inflação de 0,68%, taxa 0,16 ponto percentual abaixo da apurada na medição anterior. É importante ressaltar que este é o menor resultado do IPC-S neste ano.
O Banco Central divulgou o Relatório Focus que elevou, pela sexta vez consecutiva, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A expectativa é de crescimento de 4,91% em 2010, ante o avanço de 4,86% projetado na última semana. Para 2011, as estimativas também se elevaram, para 4,53%.
Entre as notícias corporativas, a Brasil Foods divulgou que, no quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 6 milhões e reverteu o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 360 milhões, ante prejuízo de R$ 2,4 bilhões apurado em 2008.
O Pão de Açúcar registrou um lucro líquido, em 2009, de R$ 597,5 milhões, o que representa um crescimento de 129,4% em relação ao mesmo período de 2008.
A Itaúsa apresentou um lucro líquido de R$ 11,74 bilhões em 2009, resultado 116,2% maior que os R$ 5,43 bilhões apurados no ano anterior.
A CPFL Energia divulgou um lucro de R$ 425,12 milhões no quarto trimestre de 2009, alta de 25,1%, sobre o mesmo período do ano de 2008.
A AmBev divulgou que obteve um lucro líquido de R$ 1,79 bilhão no quarto trimestre do ano passado, o que representa um avanço de 5,3% em relação ao mesmo período de 2008.
A Braskem reverteu o prejuízo de R$ 2,45 bilhões reportado em 2008 e registrou um lucro líquido, em 2009, de R$ 917,22 milhões.
No ambiente internacional, o governo da Grécia divulgou que irá ampliar as medidas de austeridade com a finalidade de reduzir o déficit no país. Entre as medidas estão o aumento de 19% para 21% no imposto sobre valor agregado, além de cortes de 30% nos bônus dos salários do setor público.
Nos Estados Unidos, os investidores acompanharam a divulgação de importantes indicadores econômicos com destaque para a divulgação do “payroll”.
O Relatório de Emprego nos veio mostrando que a economia americana cortou 36 mil postos de trabalho, no mês de fevereiro, número abaixo das estimativas.
Além disso, o Departamento de Trabalho divulgou que a taxa de desemprego ficou estável em 9,7%.
O Livro Bege do Federal Reserve revelou que as condições da economia norte-americana seguem se recuperando de forma modesta. O consumo ofereceu sinais positivos no último mês. O documento descreve ainda que os consumidores estão menos cautelosos ao gastar, com os comerciantes ainda de olho no nível dos estoques. Além disso, o setor de serviços também mostrou sinais de melhora.
O ISM Services, índice que mede a atividade de serviços da economia norte-americana, registrou 53 pontos, resultado superior às projeções dos analistas, que esperavam algo em torno de 51 pontos.
O número de contratos de compra e venda de casas usadas nos EUA apresentou contração de 7,6% em janeiro. As expectativas eram elevação de 1,0%.
O tom positivo predominou nesta sessão na Bolsa de Valore de São Paulo, em sintonia com a performance das bolsas americanas, que reagiram bem aos dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. Notícias mais favoráveis sobre o crescimento da economia chinesa também contribuíram para o bom andamento dos negócios neste último pregão da semana. Aqui no Brasil, o IPCA apresentou a maior alta desde maio de 2008.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação do país, marcou 0,78% no mês de fevereiro, com leve alta sobre a taxa de 0,75% do mês anterior. Entretanto, a variação do IPCA foi a maior desde maio de 2008.
Hoje, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, comentou que a instituição está estudando medidas para modernizar as operações em moeda estrangeira do Brasil, tornando o mercado de câmbio brasileiro mais "eficiente".
No cenário corporativo, as ações PNA e ON da Vale fecharam em alta de 3,23% e 2,74%, respectivamente, influenciadas pelas perspectivas de reajuste, de até 80%, no preço do minério de ferro. Além disto, a mineradora informou que irá aumentar em 25% a produção de minério em Minas Gerais, a partir de 2014.
A empresa de Eike Batista, OGX Petróleo, também esteve em destaque nesta sessão. Hoje, a empresa divulgou que encontrou hidrocarbonetos no poço OGX-6 e indícios de petróleo nos poços OGX-3 e OGX-2. Por volta das 18 horas, as ações ON da OGX subiram 5,70%.
Vale destacar ainda a elevação das ações PN e ON da Petrobrás, que valorizaram 0,86% e 1,79%, simultaneamente, em função da elevação do preço do petróleo em Nova York. Hoje, na Nymex, o barril da commodity fechou em alta de 1,6%, a US$ 81,50.
For a do Ibovespa, as ações ON da Ecodiesel desabaram 9,30%. Os papéis foram influenciados pelo cancelamento, feito pelo governo, do Selo Combustível Social pelo período de 1 ano.
A Hypermarcas anunciou a compra da fabricante de fraldas Sapeka, podendo o negócio chegar a R$ 368 milhões em dinheiro e em ações.
No âmbito externo, ganhou destaque as projeções melhores para a economia chinesa. Nesta sexta-feira, o primeiro ministro chinês informou que estabeleceu uma meta de 8% para o Produto Interno Bruto (PIB) da região, até o final deste ano.
Nos Estados Unidos, o “payroll”, ou Relatório de Emprego, deu impulso ao mercado, já que veio mostrando que o mercado de trabalho local perdeu menos vagas do que o esperado. No mês de fevereiro, a economia americana cortou 36 mil postos de trabalho, número bem abaixo das estimativas, que giravam em torno de um corte de 75 mil vagas. Além disto, o Departamento do Trabalho anunciou que a taxa de desemprego ficou estável em 9,7%, ante projeção de alta de 9,8%.
Resumo da Semana (de 01/03 a 05/03)
A Bolsa de Valores de São Paulo acompanhou os mercados internacionais e operou em alta na maior parte desta semana. No âmbito interno, o destaque ficou por conta da temporada de balanços, além de algumas notícias econômicas. Nos Estados Unidos, os investidores acompanharam a divulgação de importantes indicadores econômicos.
No cenário econômico doméstico, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) da semana do dia 28 de fevereiro, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), marcou inflação de 0,68%, taxa 0,16 ponto percentual abaixo da apurada na medição anterior. É importante ressaltar que este é o menor resultado do IPC-S neste ano.
O Banco Central divulgou o Relatório Focus que elevou, pela sexta vez consecutiva, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A expectativa é de crescimento de 4,91% em 2010, ante o avanço de 4,86% projetado na última semana. Para 2011, as estimativas também se elevaram, para 4,53%.
Entre as notícias corporativas, a Brasil Foods divulgou que, no quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 6 milhões e reverteu o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 360 milhões, ante prejuízo de R$ 2,4 bilhões apurado em 2008.
O Pão de Açúcar registrou um lucro líquido, em 2009, de R$ 597,5 milhões, o que representa um crescimento de 129,4% em relação ao mesmo período de 2008.
A Itaúsa apresentou um lucro líquido de R$ 11,74 bilhões em 2009, resultado 116,2% maior que os R$ 5,43 bilhões apurados no ano anterior.
A CPFL Energia divulgou um lucro de R$ 425,12 milhões no quarto trimestre de 2009, alta de 25,1%, sobre o mesmo período do ano de 2008.
A AmBev divulgou que obteve um lucro líquido de R$ 1,79 bilhão no quarto trimestre do ano passado, o que representa um avanço de 5,3% em relação ao mesmo período de 2008.
A Braskem reverteu o prejuízo de R$ 2,45 bilhões reportado em 2008 e registrou um lucro líquido, em 2009, de R$ 917,22 milhões.
No ambiente internacional, o governo da Grécia divulgou que irá ampliar as medidas de austeridade com a finalidade de reduzir o déficit no país. Entre as medidas estão o aumento de 19% para 21% no imposto sobre valor agregado, além de cortes de 30% nos bônus dos salários do setor público.
Nos Estados Unidos, os investidores acompanharam a divulgação de importantes indicadores econômicos com destaque para a divulgação do “payroll”.
O Relatório de Emprego nos veio mostrando que a economia americana cortou 36 mil postos de trabalho, no mês de fevereiro, número abaixo das estimativas.
Além disso, o Departamento de Trabalho divulgou que a taxa de desemprego ficou estável em 9,7%.
O Livro Bege do Federal Reserve revelou que as condições da economia norte-americana seguem se recuperando de forma modesta. O consumo ofereceu sinais positivos no último mês. O documento descreve ainda que os consumidores estão menos cautelosos ao gastar, com os comerciantes ainda de olho no nível dos estoques. Além disso, o setor de serviços também mostrou sinais de melhora.
O ISM Services, índice que mede a atividade de serviços da economia norte-americana, registrou 53 pontos, resultado superior às projeções dos analistas, que esperavam algo em torno de 51 pontos.
O número de contratos de compra e venda de casas usadas nos EUA apresentou contração de 7,6% em janeiro. As expectativas eram elevação de 1,0%.
FRES11
Para acalmar os investidores de FRES11 , as vendas de ontem e de hoje do Itaú são de 1 cliente pessoa física de Campinas-SP, a posição dele terminou!!! Voltamos a cotação de 1,00 até terça e depois avançamos...
BBRK3
Ai, ai, ai ai, ai ai ai,está chegando a hora!De eu partir...
O dia já vem raiando, meu bem, eu tenho que ir embora... tchau BBRK3 vai para seu novo dono...
O dia já vem raiando, meu bem, eu tenho que ir embora... tchau BBRK3 vai para seu novo dono...
ECOD3
Essa da perda do Selo Social eu não esperava, mas existe uma coisa chamada LIMINAR, não sou especialista no assunto do direito, mas pode sair até 3a a tarde... minha avaliação.
Enquanto isso é tirar ECOD3 do HB, e só voltar a visualizar na segunda...
Enquanto isso é tirar ECOD3 do HB, e só voltar a visualizar na segunda...
Ibovespa é influenciado por indicadores norte-americanos positivos
A Bolsa de Valores de São Paulo opera na manhã do último pregão da semana no campo positivo, influenciada pelos dados do “payroll” divulgado nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, os investidores acompanham o noticiário corporativo. Nos Estados Unidos, o destaque fica com a divulgação do Relatório de Emprego, o “payroll”, que veio melhor que as estimativas do mercado.
No âmbito econômico doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,78% em fevereiro. O índice apurou taxa 0,03 ponto percentual superior à medição do mês de janeiro.
No ambiente corporativo, a Hypermarcas informou que concluiu a compra da fabricante de preservativos Jontex. De acordo com a empresa, o valor da aquisição da empresa Versoix Participações, que detém todos os ativos da Jontex e era controlada pela norte-americana Johnson & Johnson, será de US$ 101 milhões.
A Cia Hering divulgou, ontem à noite, que no quarto trimestre de 2009, obteve um lucro líquido de R$ 48,4 milhões, o que significou um avanço de 418% em relação ao mesmo período de 2008, quando o lucro líquido da empresa foi de R$ 9,34 milhões.
A OGX Petróleo anunciou a descoberta de hidrocarbonetos de aproximadamente 70 metros com “net pay” ao redor de 38 metros em reservatórios carbonáticos da seção albiana, no poço 1-OGX-6-RJS, chamado de Etna e localizado no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos. É importante ressaltar que a empresa detém 100% de participação no bloco. Perto das 12h, as ações ON da OGX valorizavam 2,53%.
Nos Estados Unidos, as atenções estão voltadas para o “payroll”, que mostrou melhoras no mercado de trabalho. Conforme o relatório, o nível de desemprego manteve-se em 9,7%, abaixo das expectativas dos analistas, que eram de 9,8%.
Já o número de vagas de trabalho cortadas, em fevereiro, foi de 36 mil vagas, seguindo-se a uma redução de 26 mil no mês anterior. A expectativa dos analistas era de corte de 75 mil.
No âmbito econômico doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,78% em fevereiro. O índice apurou taxa 0,03 ponto percentual superior à medição do mês de janeiro.
No ambiente corporativo, a Hypermarcas informou que concluiu a compra da fabricante de preservativos Jontex. De acordo com a empresa, o valor da aquisição da empresa Versoix Participações, que detém todos os ativos da Jontex e era controlada pela norte-americana Johnson & Johnson, será de US$ 101 milhões.
A Cia Hering divulgou, ontem à noite, que no quarto trimestre de 2009, obteve um lucro líquido de R$ 48,4 milhões, o que significou um avanço de 418% em relação ao mesmo período de 2008, quando o lucro líquido da empresa foi de R$ 9,34 milhões.
A OGX Petróleo anunciou a descoberta de hidrocarbonetos de aproximadamente 70 metros com “net pay” ao redor de 38 metros em reservatórios carbonáticos da seção albiana, no poço 1-OGX-6-RJS, chamado de Etna e localizado no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos. É importante ressaltar que a empresa detém 100% de participação no bloco. Perto das 12h, as ações ON da OGX valorizavam 2,53%.
Nos Estados Unidos, as atenções estão voltadas para o “payroll”, que mostrou melhoras no mercado de trabalho. Conforme o relatório, o nível de desemprego manteve-se em 9,7%, abaixo das expectativas dos analistas, que eram de 9,8%.
Já o número de vagas de trabalho cortadas, em fevereiro, foi de 36 mil vagas, seguindo-se a uma redução de 26 mil no mês anterior. A expectativa dos analistas era de corte de 75 mil.
BMIN4 II

O Banco Mercantil de Investimentos S.A., é a atual denominação do ex-Banco Campina Grande de Investimentos S.A., resultante, este, da fusão de 1971, das seguintes financeiras:
Rique S.A. – Crédito, Financiamentos e Investimentos;
Soma - Cia de Crédito, Financiamentos e Investimentos;
Confiança S.A. – Crédito, Financiamentos e Investimentos.
Através de uma assembléia geral das três financeiras, resultou em 06 de fevereiro de 1971 a criação do Banco Campina Grande de Investimentos S.A., que teve a aprovação do Banco Central do Brasil, publicada no Diário Oficial da União, em 26 de março de 1971.
Nos últimos meses de 1972, o Sistema Financeiro Mercantil do Brasil, adquiriu o controle acionário das empresas que compunham o complexo financeiro do Grupo Campina Grande. Com a realização da Assembléia Geral de 10 de outubro de 1972, o Banco Campina Grande de Investimentos S.A., teve sua denominação social alterada para Banco Mercantil de Investimentos S.A., e, sua sede social transferida para Belo Horizonte/MG.
Atente-se que a empresa não possui quadro de funcionários, utilizando-se da estrutura funcional do Banco Mercantil do Brasil , através de contrato de gestão firmado entre as partes.
O Banco Mercantil de Investimentos S.A. tem como objetivo a realização de participações ou de financiamentos a prazos curtos, médios ou longos, para suprimento de capital fixo ou de movimento, mediante aplicação de recursos próprios, coleta, intermediação e aplicação de recursos de terceiros, além de outras operações previstas para as sociedades da espécie, nas disposições legais e regulamentares.
CONTEXTO CORPORATIVO E DESEMPENHO ECONÔMICO-FINANCEIRO
O Mercantil de Investimentos é controlado pelo Banco Mercantil do Brasil S.A. e realiza as suas atividades operacionais através do financiamento de capital às atividades produtivas a curto, médio e longo prazos.
O gerenciamento dos riscos operacional e de mercado da Instituição é centralizado no Controlador, de conformidade com o disposto nas Resoluções CMN nº 3.380/2006 e 3.464/2007, e informações mais detalhadas podem ser obtidas na Nota Explicativa nº 15 (Gestão dos Riscos Operacional e de Mercado).
Vale ressaltar que a Instituição não possui aplicação em instrumentos financeiros derivativos, não estando, portanto, exposta à ocorrência de prejuízos decorrentes dessa modalidade operacional.
Os limites operacionais da Instituição são calculados em conjunto com o controlador, que optou, na forma da regulamentação em vigor, pela apuração dos índices de imobilizações e de risco consolidados. O índice de adequação do patrimônio aos ativos de risco (Acordo de Basileia II) é de 14,4%, perante um mínimo requerido de 11,0%.
As Operações de Crédito e Outros Créditos do Mercantil de Investimentos posicionaram-se em R$ 75,0 milhões, com uma concentração de 97,1% nos níveis de melhor classificação de risco, de “AA” a “C”, em dezembro de 2008.
As Provisões para Risco de Crédito perfazem um saldo de R$ 2,4 milhões, correspondente a 3,2% das Operações de Crédito e Outros Créditos ao final de 2008, o que denota a boa qualidade desses ativos.
BMIN4 ATENÇÃOOOOO
BMIN4 vai buscar os 1,45 de curto prazo...
Muita atenção a esse trade, papel defasado e paga dividendos anualmente...
Banco Mercantil do Brasil negociando a parte de investimentos ...
Muita atenção a esse trade, papel defasado e paga dividendos anualmente...
Banco Mercantil do Brasil negociando a parte de investimentos ...
MLFT4
4 de março de 2010
Lucro da Contax cresce 51,4% em 2009
A Contax, empresa do setor de contact center controlada pela Oi, registrou lucro líquido de R$ 139,9 milhões no ano passado, cifra 51,4% superior ao ganho de R$ 92,4 milhões contabilizado em 2008. O faturamento da empresa ficou em R$ 2,33 bilhões no período, aumento de 21,8% na mesma base de comparação. Já a receita líquida avançou os mesmos 21,8%, saltando de R$ 1,77 bilhão, em 2008, para R$ 2,16 bilhões no ano passado.
fonte:http://www.teletime.com.br
A Jereissati Participações S.A., com sede em São Paulo - SP, é uma companhia aberta nacional, com ações negociadas em bolsas de valores (Bovespa:MLFT4 Jereissati PN / MLFT3 Jereissati ON), e tem por objetivo a participação societária em outras empresas e a prestação de serviços de assessoria e consultoria econômica, financeira e tributária.
A controlada Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. ("IGUATEMI") possui sede em São Paulo - SP e tem por objetivo a exploração comercial e o planejamento de shopping centers, a compra e venda de imóveis e a participação em outras sociedades como sócia, quotista, acionista ou associada por qualquer outra forma permitida por lei.
Os empreendimentos ("shopping centers") são constituídos em sua grande maioria sob a forma de condomínio de edificação, não possuindo característica de pessoa jurídica. Suas operações são registradas pela Companhia, em seus livros contábeis, na proporção da participação que as empresas possuem em cada empreendimento.
A controlada La Fonte Telecom S.A. é uma companhia aberta nacional, com sede em São Paulo e com ações negociadas em bolsa de valores (Bovespa:LFFE3 / LFFE4)), e que tem por objetivo a participação no capital de outras sociedades, como sócia ou acionista, a critério do Conselho de Administração, a exploração comercial e o planejamento de shopping centers e empreendimentos de uso misto, a compra e venda de imóveis, a fabricação e a comercialização de ferragens e o exercício de outras atividades industriais e comerciais de produtos conexos, bem como a importação e a exportação.
A controlada La Fonte Telecom S.A. tem, por meio da sua controlada LF Tel S.A., participação societária na Telemar Participações S.A. ("Telemar") que tem como objeto social à participação, direta ou indireta, no capital da Tele Norte Leste Participações S.A. ("TNL"), podendo, inclusive, prestar serviços gerenciais e administrativos às empresas sob seu controle, bem como participar em outras sociedades no país e no exterior, e também na CTX Participações S.A. ("CTX") que tem como objeto social a prestação de serviços de atendimento em geral "contact center", ativos e receptivos. Além da participação na TNL, a Telemar possui participação no capital social da Telemar Norte Leste S.A. ("TMAR") e na Bakarne Investments Ltd. ("Bakarne").
A controlada LF Tel S.A. ("LF Tel") é uma companhia aberta nacional, com sede em São Paulo e com ações negociadas em bolsas de valores, e tem por objeto social a participação societária em outras empresas, e a prestação de serviços de assessoria e consultoria econômica, financeira e tributária.
A CTX Participações S.A. ("CTX") tem por objeto social a participação, direta ou indireta, no capital social da sociedade Contax Participações S.A. ("CONTAX") e de outras sociedades, no país ou no exterior, podendo inclusive, prestar serviços gerenciais e administrativos às empresas sob seu controle.
Lucro da Contax cresce 51,4% em 2009
A Contax, empresa do setor de contact center controlada pela Oi, registrou lucro líquido de R$ 139,9 milhões no ano passado, cifra 51,4% superior ao ganho de R$ 92,4 milhões contabilizado em 2008. O faturamento da empresa ficou em R$ 2,33 bilhões no período, aumento de 21,8% na mesma base de comparação. Já a receita líquida avançou os mesmos 21,8%, saltando de R$ 1,77 bilhão, em 2008, para R$ 2,16 bilhões no ano passado.
fonte:http://www.teletime.com.br
A Jereissati Participações S.A., com sede em São Paulo - SP, é uma companhia aberta nacional, com ações negociadas em bolsas de valores (Bovespa:MLFT4 Jereissati PN / MLFT3 Jereissati ON), e tem por objetivo a participação societária em outras empresas e a prestação de serviços de assessoria e consultoria econômica, financeira e tributária.
A controlada Iguatemi Empresa de Shopping Centers S.A. ("IGUATEMI") possui sede em São Paulo - SP e tem por objetivo a exploração comercial e o planejamento de shopping centers, a compra e venda de imóveis e a participação em outras sociedades como sócia, quotista, acionista ou associada por qualquer outra forma permitida por lei.
Os empreendimentos ("shopping centers") são constituídos em sua grande maioria sob a forma de condomínio de edificação, não possuindo característica de pessoa jurídica. Suas operações são registradas pela Companhia, em seus livros contábeis, na proporção da participação que as empresas possuem em cada empreendimento.
A controlada La Fonte Telecom S.A. é uma companhia aberta nacional, com sede em São Paulo e com ações negociadas em bolsa de valores (Bovespa:LFFE3 / LFFE4)), e que tem por objetivo a participação no capital de outras sociedades, como sócia ou acionista, a critério do Conselho de Administração, a exploração comercial e o planejamento de shopping centers e empreendimentos de uso misto, a compra e venda de imóveis, a fabricação e a comercialização de ferragens e o exercício de outras atividades industriais e comerciais de produtos conexos, bem como a importação e a exportação.
A controlada La Fonte Telecom S.A. tem, por meio da sua controlada LF Tel S.A., participação societária na Telemar Participações S.A. ("Telemar") que tem como objeto social à participação, direta ou indireta, no capital da Tele Norte Leste Participações S.A. ("TNL"), podendo, inclusive, prestar serviços gerenciais e administrativos às empresas sob seu controle, bem como participar em outras sociedades no país e no exterior, e também na CTX Participações S.A. ("CTX") que tem como objeto social a prestação de serviços de atendimento em geral "contact center", ativos e receptivos. Além da participação na TNL, a Telemar possui participação no capital social da Telemar Norte Leste S.A. ("TMAR") e na Bakarne Investments Ltd. ("Bakarne").
A controlada LF Tel S.A. ("LF Tel") é uma companhia aberta nacional, com sede em São Paulo e com ações negociadas em bolsas de valores, e tem por objeto social a participação societária em outras empresas, e a prestação de serviços de assessoria e consultoria econômica, financeira e tributária.
A CTX Participações S.A. ("CTX") tem por objeto social a participação, direta ou indireta, no capital social da sociedade Contax Participações S.A. ("CONTAX") e de outras sociedades, no país ou no exterior, podendo inclusive, prestar serviços gerenciais e administrativos às empresas sob seu controle.
OGXP3
Enviou o seguinte fato relevante:
Rio de Janeiro, 05 de marco de 2010 - A OGX Petroleo e Gas Participacoes S.A.
(“OGX S.A.”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), maior companhia privada brasileira do setor de petroleo e gas natural em termos de area maritima de exploracao, comunica ao mercado que foi identificada a presenca de hidrocarbonetos na secao albiana do poco 1-OGX-6-RJS, localizado no bloco BM-C-41, em aguas rasas da parte sul da Bacia de Campos. A OGX detem 100% de participacao neste bloco.
Ate o momento, foi identificada uma coluna com hidrocaos de aproximadamente 70 metros com net pay ao redor de 38 metros em reservatorios carbonaticos da secao albiana. Efeitos termobaricos associados aos vulcanismos da area contribuiram para otimizar as condicoes permo-porosas dos reservatorios.
A perfuracao da secao albiana continua em andamento e o poco sera perfurado ate a profundidade total estimada em 3.600 metros.
Tambem foram coletados dois testemunhos da rocha reservatorio com espessura de mais de 50 metros visando obter informacoes sobre as caracteristicas do reservatorio para futuros projetos de delimitacao, avaliacao e desenvolvimento.
Esses testemunhos e os perfis indicaram uma forte correlacao entre os reservatorios albianos do OGX-6 (Etna), OGX-3 (Waimea) e OGX-2 (Pipeline). O prospecto Etna esta localizado 8,5 km a nordeste do prospecto Waimea e seus reservatorios estao 400 metros acima dos reservatorios do OGX-3.
“Isso nos leva a crer que podemos estar diante de uma mesma acumulacao e que a provincia recentemente descoberta se estende tambem ate o norte do bloco BM-C-41, ratificando o seu importantissimo potencial petrolifero”, comentou Paulo Mendonca, Diretor Geral da OGX. “Novas informacoes serao obtidas e pocos adicionais serao perfurados, possibilitando um melhor mapeamento dos prospectos identificados nesta provincia”, acrescentou Paulo Mendonca.
O poco OGX-6, localizado no bloco BM-C-41, se situa a aproximadamente 82 km da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lamina d'agua e de aproximadamente 137 metros. A sonda Ocean Quest, fornecida pela Diamonde, iniciou as atividades de perfuracao no dia 02 de fevereiro de 2010.
Rio de Janeiro, 05 de marco de 2010 - A OGX Petroleo e Gas Participacoes S.A.
(“OGX S.A.”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), maior companhia privada brasileira do setor de petroleo e gas natural em termos de area maritima de exploracao, comunica ao mercado que foi identificada a presenca de hidrocarbonetos na secao albiana do poco 1-OGX-6-RJS, localizado no bloco BM-C-41, em aguas rasas da parte sul da Bacia de Campos. A OGX detem 100% de participacao neste bloco.
Ate o momento, foi identificada uma coluna com hidrocaos de aproximadamente 70 metros com net pay ao redor de 38 metros em reservatorios carbonaticos da secao albiana. Efeitos termobaricos associados aos vulcanismos da area contribuiram para otimizar as condicoes permo-porosas dos reservatorios.
A perfuracao da secao albiana continua em andamento e o poco sera perfurado ate a profundidade total estimada em 3.600 metros.
Tambem foram coletados dois testemunhos da rocha reservatorio com espessura de mais de 50 metros visando obter informacoes sobre as caracteristicas do reservatorio para futuros projetos de delimitacao, avaliacao e desenvolvimento.
Esses testemunhos e os perfis indicaram uma forte correlacao entre os reservatorios albianos do OGX-6 (Etna), OGX-3 (Waimea) e OGX-2 (Pipeline). O prospecto Etna esta localizado 8,5 km a nordeste do prospecto Waimea e seus reservatorios estao 400 metros acima dos reservatorios do OGX-3.
“Isso nos leva a crer que podemos estar diante de uma mesma acumulacao e que a provincia recentemente descoberta se estende tambem ate o norte do bloco BM-C-41, ratificando o seu importantissimo potencial petrolifero”, comentou Paulo Mendonca, Diretor Geral da OGX. “Novas informacoes serao obtidas e pocos adicionais serao perfurados, possibilitando um melhor mapeamento dos prospectos identificados nesta provincia”, acrescentou Paulo Mendonca.
O poco OGX-6, localizado no bloco BM-C-41, se situa a aproximadamente 82 km da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lamina d'agua e de aproximadamente 137 metros. A sonda Ocean Quest, fornecida pela Diamonde, iniciou as atividades de perfuracao no dia 02 de fevereiro de 2010.
Ações...
MLFT4 > Início da trajetória de alta...
FRES11 > Canal de giro entre 0,94 - 0,98 ... rompendo 1,00 busca 1,18 e projeta 2,08.
FRES11 > Canal de giro entre 0,94 - 0,98 ... rompendo 1,00 busca 1,18 e projeta 2,08.
Tendência do Ibovespa para sexta-feira 5 de Março
Por Lopes Filho & Associados - Onde Investir
No encerramento deste último pregão de relativa estabilidade o Ibovespa mostra, em seu gráfico de 60 minutos, que esta pequena correção poderá se transformar na base para sustentar novas manifestações positivas. Por este motivo, altas acima de 68.800 pontos deverão confirmar tal expectativa e dar chance para que o índice volte a subir na direção do topo imediato de 71.068 pontos.
No encerramento deste último pregão de relativa estabilidade o Ibovespa mostra, em seu gráfico de 60 minutos, que esta pequena correção poderá se transformar na base para sustentar novas manifestações positivas. Por este motivo, altas acima de 68.800 pontos deverão confirmar tal expectativa e dar chance para que o índice volte a subir na direção do topo imediato de 71.068 pontos.
quinta-feira, 4 de março de 2010
MLFT4 entrando na Carteira Permanente.
MLFT4 está entrando em definitivo na carteira permanente, o objetivo é o PNBL, a ser divulgado até 26/03 ... podendo ser antecipado, a minha análise é que o PNBL acontecer pelas empresas privadas, em um MIX de empresas de Telecom... BrT, Oi, Vivo, Tim, Claro e diversas outras... vou para a divulgação do PNBL comprado em 50% MLFT4, 10% BRTO3, 20% DTCY3, 10% TOYB4 e 10% AMCE3. E opções série D de TNLP... NÃO VOU OPERAR VENDIDO TELB4, por um motivo simples: Não me sentiria confortável, porque foi uma ação que me deu muitas alegrias, aqui mesmo no nosso Blog indiquei nos 0,85 ... mas nos 2,00 falei que estava saindo e foi acima de 3,00... Telebrás mostrou um risco político imenso, o nosso presidente Lula falando em reativação e o José Dirceu fazendo transação oculta na Telebrás, os jornais falam amplamente sobre o assunto... E vou evitar ao máximo expor meu ponto de vista sobre a Telebrás, porque quem opera no mercado de ação é adulto e sabe o que está fazendo e além disso em Bolsa NINGUÉM garante nada... para quem está em Telebrás, boa sorte, eu admiro as pessoas que persistem em seus objetivos, mas nesse momento eu vou com as empresas privadas para o PNBL.
FRES11
Fechou em forte baixa nos 0,68... ação está vindo da máxima de 1,15 de hoje, na avaliação agora é tendência de alta , e busca os 2,00 de curto prazo... O FUNRES apóia financeiramente empresas que desejam investir na implantação, ampliação e modernização de projetos estabelecidos no Espírito Santo através de subscrição de debêntures conversíveis em ações.
O valor da participação do Funres em projetos apresentados ao BANDES é estabelecido segundo os critérios programáticos definidos pelo GERES (Resolução “N” nº 601/91), podendo alcançar até 49% do investimento total.
Com a aprovação do projeto pela Diretoria do BANDES e pelo Colegiado do GERES, a empresa formaliza a operação através de Escritura Pública ou Particular de Emissão de Debêntures Conversíveis em Ações. As debêntures possuem custo de 4% ao ano + TJLP e prazo total de no máximo 8 (oito) anos e no mínimo 5 (cinco) anos, capitalizados desde o início e com carência a ser definida de acordo com as características do projeto.
Portanto, as subscrições de debêntures do FUNRES são de no máximo 49% do valor total das inversões definidas pelo projeto. Entretanto, no quadro de usos e fontes do projeto o fundo tem participado, geralmente, com 1/3 do total do investimento em valores de até R$ 5.625 mil. Recursos complementares, quando requeridos, têm sido disponibilizados na forma de financiamento através das linhas de crédito oferecidas pelo BANDES.
Também, é possível a utilização em conjunto dos recursos do FUNRES com os recursos do FUNDAP, sem qualquer restrição percentual. Os recursos provenientes do FUNDAP são considerados recursos próprios do empresário.
Com a implantação do projeto, reconhecida pelo Certificado de Empreendimento Implantado – CEI, emitido pelo GERES, a empresa dispõe de um ano para realizar a conversão das debêntures em ações.
As ações integralizadas na carteira do FUNRES são periodicamente levadas a um leilão especial, promovido pelo BANDES e conduzido por Bolsa de Valores. Nesses leilões a moeda de troca pela aquisição das ações oferecidas são certificados de depósito do FUNRES (Cotas Escriturais).
A subscrição de debêntures somente é possível para empresas constituídas sob a forma de Sociedade Anônima.
NO LINK ABAIXO DISPONHO DA CARTEIRA DE TODAS AS AÇÕES DO FRES11...
http://www.bandes.com.br/downloads/Composicao_Carteira_Acoes_FUNRES_dez_2009.pdf
OS SRS PODERÃO OBSERVAR QUE O FUNDO É GERIDO POR UMA EQUIPE EXTREMAMENTE COMPENTENTE , QUE FEZ SEU PL EVOLUIR SIGNIFICATIVAMENTE NO ULTIMO ANO, NA MINHA AVALIAÇÃO ESTE TÍTULO ESTANDO ABAIXO DE 2,00 ESTÁ '' DE GRAÇA '' ... LEIAM ATENTAMENTE O PROSPECTO DA CARTEIRA DO FUNDO, analisem as empresas em carteira , ESTUDEM, algumas dessas empresas serão beneficiadas dia 26/03 com o anúncio do PAC-2 ...
O valor da participação do Funres em projetos apresentados ao BANDES é estabelecido segundo os critérios programáticos definidos pelo GERES (Resolução “N” nº 601/91), podendo alcançar até 49% do investimento total.
Com a aprovação do projeto pela Diretoria do BANDES e pelo Colegiado do GERES, a empresa formaliza a operação através de Escritura Pública ou Particular de Emissão de Debêntures Conversíveis em Ações. As debêntures possuem custo de 4% ao ano + TJLP e prazo total de no máximo 8 (oito) anos e no mínimo 5 (cinco) anos, capitalizados desde o início e com carência a ser definida de acordo com as características do projeto.
Portanto, as subscrições de debêntures do FUNRES são de no máximo 49% do valor total das inversões definidas pelo projeto. Entretanto, no quadro de usos e fontes do projeto o fundo tem participado, geralmente, com 1/3 do total do investimento em valores de até R$ 5.625 mil. Recursos complementares, quando requeridos, têm sido disponibilizados na forma de financiamento através das linhas de crédito oferecidas pelo BANDES.
Também, é possível a utilização em conjunto dos recursos do FUNRES com os recursos do FUNDAP, sem qualquer restrição percentual. Os recursos provenientes do FUNDAP são considerados recursos próprios do empresário.
Com a implantação do projeto, reconhecida pelo Certificado de Empreendimento Implantado – CEI, emitido pelo GERES, a empresa dispõe de um ano para realizar a conversão das debêntures em ações.
As ações integralizadas na carteira do FUNRES são periodicamente levadas a um leilão especial, promovido pelo BANDES e conduzido por Bolsa de Valores. Nesses leilões a moeda de troca pela aquisição das ações oferecidas são certificados de depósito do FUNRES (Cotas Escriturais).
A subscrição de debêntures somente é possível para empresas constituídas sob a forma de Sociedade Anônima.
NO LINK ABAIXO DISPONHO DA CARTEIRA DE TODAS AS AÇÕES DO FRES11...
http://www.bandes.com.br/downloads/Composicao_Carteira_Acoes_FUNRES_dez_2009.pdf
OS SRS PODERÃO OBSERVAR QUE O FUNDO É GERIDO POR UMA EQUIPE EXTREMAMENTE COMPENTENTE , QUE FEZ SEU PL EVOLUIR SIGNIFICATIVAMENTE NO ULTIMO ANO, NA MINHA AVALIAÇÃO ESTE TÍTULO ESTANDO ABAIXO DE 2,00 ESTÁ '' DE GRAÇA '' ... LEIAM ATENTAMENTE O PROSPECTO DA CARTEIRA DO FUNDO, analisem as empresas em carteira , ESTUDEM, algumas dessas empresas serão beneficiadas dia 26/03 com o anúncio do PAC-2 ...
Com indicadores controversos, Ibovespa oscila
Por Lafis:
O Ibovespa, principal Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, oscilou durante o dia, encerrando o pregão no campo positivo, influenciado por notícias internacionais contraditórias. No mercado interno, os investidores voltaram suas atenções para as notícias corporativas.
No ambiente econômico doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a produção industrial avançou 1,1% na passagem de dezembro para janeiro. No acumulado do ano, o indicador permaneceu negativo em 5%, contudo configurando um recuo do ritmo de queda em relação ao recuo de 7,4% em dezembro de 2008.
No mercado corporativo, a AmBev divulgou que obteve um lucro líquido de R$ 1,79 bilhão no quarto trimestre do ano passado, o que representa um avanço de 5,3% em relação ao mesmo período de 2008. Perto das 18h, as ações PN da AmBev operaram com desvalorização de 1,25%.
A Vale está negociando contratos de minério de ferro com as siderúrgicas japonesas. Juntamente com a sua concorrente australiana, a Rio Tinto, a mineradora brasileira requisitou a elevação de 50% nos preços da “commodity”. Às 18h, as ações ON e PNA da Vale ganharam 1,41% e 1,43%, respectivamente.
A Braskem pretende realizar uma captação de R$ 4,5 bilhões no mercado, mediante as emissões de 250 milhões de ações ON e de 62,5 milhões de ações PNA, ao preço unitário de R$ 14,40 ambas. A oferta tem como objetivo quitar os pagamentos e compromissos referentes a compras e aquisições. No encerramento das negociações, os papéis PNA da petroquímica subiram 0,62%.
Ontem à noite, a Câmara dos Deputados encerrou a votação do projeto que trata da capitalização da Petrobras através da venda do direito de exploração de 5 bilhões de barris em regiões ainda não concedidas, sem necessidade de licitação. Foi aprovada a determinação de que o Ministério da Fazenda encaminhe todos os anos um relatório sobre as operações realizadas com base nas regras recém-aprovadas do Projeto de Lei 5941/09.
No mercado internacional, o BCE (Banco Central Europeu) e o BoE (Bank of England) mantiveram a política monetária e deixaram as taxas básicas de juro em 1% ao ano e 0,5% ao ano, respectivamente.
Nos Estados Unidos, os investidores acompanharam a divulgação de importantes indicadores econômicos.
O número de pedidos de auxílio-desemprego registrou um total de 469 mil novos pedidos no período, desempenho melhor que o esperado pelos analistas, cujas projeções giravam em torno de 470 mil.
A produtividade no mercado de trabalho norte-americano revisada, excluindo o setor agropecuário, avançou 6,9% no quarto trimestre de 2009. Na última medição o avanço foi de 6,2%.
O volume de encomendas à indústria norte-americana aumentou 1,7% durante o mês de janeiro, ficando abaixo do esperado pelos analistas que aguardavam uma variação positiva de 1,8%.
O número de contratos de compra e venda de casas usadas nos EUA apresentou contração de 7,6% em janeiro. As expectativas eram elevação de 1,0%.
O Ibovespa, principal Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, oscilou durante o dia, encerrando o pregão no campo positivo, influenciado por notícias internacionais contraditórias. No mercado interno, os investidores voltaram suas atenções para as notícias corporativas.
No ambiente econômico doméstico, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a produção industrial avançou 1,1% na passagem de dezembro para janeiro. No acumulado do ano, o indicador permaneceu negativo em 5%, contudo configurando um recuo do ritmo de queda em relação ao recuo de 7,4% em dezembro de 2008.
No mercado corporativo, a AmBev divulgou que obteve um lucro líquido de R$ 1,79 bilhão no quarto trimestre do ano passado, o que representa um avanço de 5,3% em relação ao mesmo período de 2008. Perto das 18h, as ações PN da AmBev operaram com desvalorização de 1,25%.
A Vale está negociando contratos de minério de ferro com as siderúrgicas japonesas. Juntamente com a sua concorrente australiana, a Rio Tinto, a mineradora brasileira requisitou a elevação de 50% nos preços da “commodity”. Às 18h, as ações ON e PNA da Vale ganharam 1,41% e 1,43%, respectivamente.
A Braskem pretende realizar uma captação de R$ 4,5 bilhões no mercado, mediante as emissões de 250 milhões de ações ON e de 62,5 milhões de ações PNA, ao preço unitário de R$ 14,40 ambas. A oferta tem como objetivo quitar os pagamentos e compromissos referentes a compras e aquisições. No encerramento das negociações, os papéis PNA da petroquímica subiram 0,62%.
Ontem à noite, a Câmara dos Deputados encerrou a votação do projeto que trata da capitalização da Petrobras através da venda do direito de exploração de 5 bilhões de barris em regiões ainda não concedidas, sem necessidade de licitação. Foi aprovada a determinação de que o Ministério da Fazenda encaminhe todos os anos um relatório sobre as operações realizadas com base nas regras recém-aprovadas do Projeto de Lei 5941/09.
No mercado internacional, o BCE (Banco Central Europeu) e o BoE (Bank of England) mantiveram a política monetária e deixaram as taxas básicas de juro em 1% ao ano e 0,5% ao ano, respectivamente.
Nos Estados Unidos, os investidores acompanharam a divulgação de importantes indicadores econômicos.
O número de pedidos de auxílio-desemprego registrou um total de 469 mil novos pedidos no período, desempenho melhor que o esperado pelos analistas, cujas projeções giravam em torno de 470 mil.
A produtividade no mercado de trabalho norte-americano revisada, excluindo o setor agropecuário, avançou 6,9% no quarto trimestre de 2009. Na última medição o avanço foi de 6,2%.
O volume de encomendas à indústria norte-americana aumentou 1,7% durante o mês de janeiro, ficando abaixo do esperado pelos analistas que aguardavam uma variação positiva de 1,8%.
O número de contratos de compra e venda de casas usadas nos EUA apresentou contração de 7,6% em janeiro. As expectativas eram elevação de 1,0%.
FRES11
RECAPITULANDO A MATÉRIA SOBRE A FRES11... acredito em cotação de 2,00 de curto prazo.
O que é o FUNRES
O FUNRES - Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo é um fundo de fomento ao desenvolvimento do Espírito Santo composto por recursos provenientes de renúncia fiscal do IMPOSTO DE RENDA e do ICMS.
Seu objetivo é promover o crescimento e a modernização da economia estadual, por meio do apoio financeiro às empresas, visando o equilíbrio regional, a entrada de novas unidades produtoras no mercado, a elevação dos níveis de competitividade e da capacitação tecnológica dos empreendimentos instalados no Estado do Espírito Santo, através da realização de projetos de pesquisa e desenvolvimento e a geração de empregos e tributos.
1.1. Origem dos Recursos
Os recursos do Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo – FUNRES tiveram a sua origem com a opção pelas empresas aqui localizadas em destinar ao FUNRES parte do ICMS e Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido. Com isso, a empresa se tornava proprietária de Certificados de Investimento – C.I., com valor correspondente ao valor deduzido e integrante do patrimônio do FUNRES.
Em 24 de agosto de 2001, por meio da MP 2.156-5, o Governo Federal extinguiu a faculdade das pessoas jurídicas optarem pela destinação ao FUNRES de parte do Imposto de Renda/PJ devido.
Em 18 de dezembro de 2003, tal opção também ficou extinta com relação aos recursos provenientes do ICMS devido, quando foi publicada a Lei Estadual nº 7.667.
Atualmente, o FUNRES, apesar de cessado o fluxo de ingresso de recursos, continua operando e aprovando novos projetos nas modalidades de Subscrição de Debêntures, Operações de Crédito e Cooperação Financeira Não-Reembolsável, contando com o saldo disponível, acrescido dos rendimentos derivados das aplicações dos recursos existentes em caixa, bem como do retorno das operações de crédito já realizadas.
1.2. Modelo Administrativo/Operacional
A operacionalização do FUNRES é realizada em conjunto pelo GERES e BANDES.
Cabe ao GERES - Grupo Executivo para Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo - órgão Colegiado, composto por 09 (nove) membros, sendo 05 (cinco) representantes do Governo Federal e 04 (quatro) representantes do Governo Estadual - administrar e disciplinar o uso dos recursos do FUNRES.
Esse Colegiado é assessorado nas suas decisões por uma Secretaria Executiva que tem como principais atribuições promover articulações com organismos dos Governos Federal e Estadual, agentes de fomento e iniciativa privada, objetivando a definição de prioridades, a formulação de políticas de ação, a identificação de oportunidades de investimento e a atratividade de projetos e novos negócios para a economia capixaba, bem como acompanhar a execução orçamentária do FUNRES, sem prejuízo às demais atividades proativas.
O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S/A - BANDES - instituição financeira de economia mista integrante da administração pública estadual - opera os recursos do FUNRES de acordo com as normas definidas pelo GERES, tendo a incumbência de receber e analisar as solicitações de apoio, contratar as operações aprovadas, liberar os recursos, fiscalizar a execução do projeto e gerenciar a carteira de títulos.
1.3. Abrangência do FUNRES
O caráter de Fundo misto (IR e ICMS administrados em conjunto), que diferencia o FUNRES dos demais Fundos de Investimentos Regionais existentes no país, permite ao FUNRES tanto subscrever debêntures quanto operar linhas de crédito e programas especiais (regionais e/ou setoriais) de financiamentos, o que não só amplia o leque de atividades econômicas que podem ser apoiadas, mas, principalmente, possibilita o apoio desde a grandes até a micro empreendimentos, inclusive pessoas físicas (setor informal, contabilistas, pescadores e pequenos produtores rurais).
Os recursos do FUNRES podem ser aplicados para investimentos fixos nas seguintes atividades econômicas: industriais, agrícolas, bovinocultura de corte sob o sistema de confinamento, pecuária intensiva de leite, pesca, hotelaria, parques temáticos e outras atividades de infra-estrutura turística, armazenagem, infra-estrutura de transportes, infra-estrutura de comunicação e complexos energéticos.
Através da Resolução “N” nº 830/97, o GERES decidiu estender os benefícios do FUNRES para o Setor Serviços - Subsetores Comércio e Serviços, exclusivamente sob a forma de Programas Especiais de Financiamentos.
Para pequenos produtores rurais, pescadores artesanais e micro e pequenos empresários, existem linhas de crédito e programas especiais.
Para as médias e grandes empresas, o apoio pode ocorrer através das linhas de crédito e sob a forma de subscrição de debêntures.
Os contabilistas, pessoas físicas ou jurídicas, dispõem do PROCONTÁBIL - Linha de Financiamento para Informatização de Escritórios de Contabilidade.
2. Como Obter Apoio do FUNRES
2.1. Beneficiários do Funres
Podem beneficiar-se do apoio financeiro do FUNRES as empresas que desejarem investir em implantação, ampliação ou modernização de projetos localizados no Espírito Santo e enquadrados dentro das seguintes atividades econômicas:
- Indústria
- Agricultura
- Reflorestamento
- Irrigação
- Pecuária intensiva
- Pesca
- Turismo
- Armazenagem
- Infra-estrutura de transporte
- Infra-estrutura de comunicação
- Complexos energéticos (hidroelétrica, termoelétrica, gasoduto)
- Cultura
- Comércio e Serviços (Programas Especiais)
- Informatização de Escritórios de Contabilidade
2.2. Modalidades de Aplicação dos Recursos
O GERES aplica os recursos do FUNRES através de duas modalidades: Subscrição de Debêntures e Operações de Crédito.
A modalidade de subscrição de debêntures é uma opção exclusiva para empresas constituídas sob a forma de sociedades por ações. Em face dessa limitação, no subitem Alteração de Constituição Jurídica são apresentados procedimentos e outras informações para as empresas, não constituídas sob essa forma, que queiram transformar-se em sociedades anônimas e beneficiar-se de incentivos fiscais do FUNRES naquela modalidade.
O que é o FUNRES
O FUNRES - Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo é um fundo de fomento ao desenvolvimento do Espírito Santo composto por recursos provenientes de renúncia fiscal do IMPOSTO DE RENDA e do ICMS.
Seu objetivo é promover o crescimento e a modernização da economia estadual, por meio do apoio financeiro às empresas, visando o equilíbrio regional, a entrada de novas unidades produtoras no mercado, a elevação dos níveis de competitividade e da capacitação tecnológica dos empreendimentos instalados no Estado do Espírito Santo, através da realização de projetos de pesquisa e desenvolvimento e a geração de empregos e tributos.
1.1. Origem dos Recursos
Os recursos do Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo – FUNRES tiveram a sua origem com a opção pelas empresas aqui localizadas em destinar ao FUNRES parte do ICMS e Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido. Com isso, a empresa se tornava proprietária de Certificados de Investimento – C.I., com valor correspondente ao valor deduzido e integrante do patrimônio do FUNRES.
Em 24 de agosto de 2001, por meio da MP 2.156-5, o Governo Federal extinguiu a faculdade das pessoas jurídicas optarem pela destinação ao FUNRES de parte do Imposto de Renda/PJ devido.
Em 18 de dezembro de 2003, tal opção também ficou extinta com relação aos recursos provenientes do ICMS devido, quando foi publicada a Lei Estadual nº 7.667.
Atualmente, o FUNRES, apesar de cessado o fluxo de ingresso de recursos, continua operando e aprovando novos projetos nas modalidades de Subscrição de Debêntures, Operações de Crédito e Cooperação Financeira Não-Reembolsável, contando com o saldo disponível, acrescido dos rendimentos derivados das aplicações dos recursos existentes em caixa, bem como do retorno das operações de crédito já realizadas.
1.2. Modelo Administrativo/Operacional
A operacionalização do FUNRES é realizada em conjunto pelo GERES e BANDES.
Cabe ao GERES - Grupo Executivo para Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo - órgão Colegiado, composto por 09 (nove) membros, sendo 05 (cinco) representantes do Governo Federal e 04 (quatro) representantes do Governo Estadual - administrar e disciplinar o uso dos recursos do FUNRES.
Esse Colegiado é assessorado nas suas decisões por uma Secretaria Executiva que tem como principais atribuições promover articulações com organismos dos Governos Federal e Estadual, agentes de fomento e iniciativa privada, objetivando a definição de prioridades, a formulação de políticas de ação, a identificação de oportunidades de investimento e a atratividade de projetos e novos negócios para a economia capixaba, bem como acompanhar a execução orçamentária do FUNRES, sem prejuízo às demais atividades proativas.
O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S/A - BANDES - instituição financeira de economia mista integrante da administração pública estadual - opera os recursos do FUNRES de acordo com as normas definidas pelo GERES, tendo a incumbência de receber e analisar as solicitações de apoio, contratar as operações aprovadas, liberar os recursos, fiscalizar a execução do projeto e gerenciar a carteira de títulos.
1.3. Abrangência do FUNRES
O caráter de Fundo misto (IR e ICMS administrados em conjunto), que diferencia o FUNRES dos demais Fundos de Investimentos Regionais existentes no país, permite ao FUNRES tanto subscrever debêntures quanto operar linhas de crédito e programas especiais (regionais e/ou setoriais) de financiamentos, o que não só amplia o leque de atividades econômicas que podem ser apoiadas, mas, principalmente, possibilita o apoio desde a grandes até a micro empreendimentos, inclusive pessoas físicas (setor informal, contabilistas, pescadores e pequenos produtores rurais).
Os recursos do FUNRES podem ser aplicados para investimentos fixos nas seguintes atividades econômicas: industriais, agrícolas, bovinocultura de corte sob o sistema de confinamento, pecuária intensiva de leite, pesca, hotelaria, parques temáticos e outras atividades de infra-estrutura turística, armazenagem, infra-estrutura de transportes, infra-estrutura de comunicação e complexos energéticos.
Através da Resolução “N” nº 830/97, o GERES decidiu estender os benefícios do FUNRES para o Setor Serviços - Subsetores Comércio e Serviços, exclusivamente sob a forma de Programas Especiais de Financiamentos.
Para pequenos produtores rurais, pescadores artesanais e micro e pequenos empresários, existem linhas de crédito e programas especiais.
Para as médias e grandes empresas, o apoio pode ocorrer através das linhas de crédito e sob a forma de subscrição de debêntures.
Os contabilistas, pessoas físicas ou jurídicas, dispõem do PROCONTÁBIL - Linha de Financiamento para Informatização de Escritórios de Contabilidade.
2. Como Obter Apoio do FUNRES
2.1. Beneficiários do Funres
Podem beneficiar-se do apoio financeiro do FUNRES as empresas que desejarem investir em implantação, ampliação ou modernização de projetos localizados no Espírito Santo e enquadrados dentro das seguintes atividades econômicas:
- Indústria
- Agricultura
- Reflorestamento
- Irrigação
- Pecuária intensiva
- Pesca
- Turismo
- Armazenagem
- Infra-estrutura de transporte
- Infra-estrutura de comunicação
- Complexos energéticos (hidroelétrica, termoelétrica, gasoduto)
- Cultura
- Comércio e Serviços (Programas Especiais)
- Informatização de Escritórios de Contabilidade
2.2. Modalidades de Aplicação dos Recursos
O GERES aplica os recursos do FUNRES através de duas modalidades: Subscrição de Debêntures e Operações de Crédito.
A modalidade de subscrição de debêntures é uma opção exclusiva para empresas constituídas sob a forma de sociedades por ações. Em face dessa limitação, no subitem Alteração de Constituição Jurídica são apresentados procedimentos e outras informações para as empresas, não constituídas sob essa forma, que queiram transformar-se em sociedades anônimas e beneficiar-se de incentivos fiscais do FUNRES naquela modalidade.
Fundos
No pregão de hoje os fundos, FNAM11, FSTU11, FSPE11, FSRF11, FRES11, e outros estão ''sofrendo'' ... isso é totalmente natural depois das recentes altas, e na minha opinião é bom que aconteça , porque alivia nos indicadores que estavam ''esticados''.
IENG5
Após horas de indecisão a nossa IENG5 rompeu seu TH anual e agora começa a entrar em seu canal de alta rumo a 1,00 / 2,00 / 3,00...
Trade do dia ... CCHI4
CCHI4 com excelente book formador, projetando forte alta no pregão, oportunidade...
FRES11
Atenção a cotação do FRES11 testou a mínima e começa a se recuperar... acredito em fechamento para cima e retorno ao canal de alta.
MLFT4 HOT CALLLLLLLLLLLL...........
MLFT4 A MEGA GESTORA DO PLANO NACIONAL DE BANDA LARGA...
ANÚNCIO IMINENTE...
OBJETIVO: R$ 6,50 DE MÉDIO PRAZO.
ANÚNCIO IMINENTE...
OBJETIVO: R$ 6,50 DE MÉDIO PRAZO.
IENG5 II
BNDES quer consolidação de empresas do setor elétrico
AE Agencia Estado
Tópicos: energia, BNDES, consolidação, Eletrobrás, Luciano Coutinho
LONDRES - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, engrossou ontem o coro em defesa da consolidação do setor elétrico, com a criação de grupos com disposição e capacidade para investir em grandes projetos do setor elétrico nacional. O assunto está na pauta do governo, que trabalha para fortalecer a Eletrobrás, e da iniciativa privada, em negociações para a fusão de empresas do setor.
"É de interesse do País ter investidores comprometidos, com estratégia mais proativa para a criação de novas unidades geradoras, mais transmissão e distribuição", afirmou Coutinho, em entrevista à Agência Estado, em Londres, após participar de evento na Câmara Brasileira de Comércio na Grã-Bretanha. Ele não quis especificar qual seria o papel do BNDES na consolidação do setor elétrico. "Esse é um assunto fundamentalmente do setor privado, que depende de decisões de lideranças do setor privado", comentou.
Além de possível financiador de fusões e aquisições, o BNDES tem participação relevante na Brasiliana, holding de Eletropaulo e AES Tietê, controlada pela americana AES. A empresa é alvo de cobiça de grupos que vêm mostrando disposição em investir na criação de grandes grupos.
OBSERVAÇÃO: O BNDESPAR TEM UMA PARTE DA INEPAR ENERGIA, O FATO RELEVANTE É AUMENTAR ESSA PARTICIPAÇÃO... SÃO SOMENTE 38 MILHÕES DE AÇÕES NO MERCADO... A MENOS DE 1,00... SUPER GAP E BUSCA 3,00 DE CURTO PRAZO.
AE Agencia Estado
Tópicos: energia, BNDES, consolidação, Eletrobrás, Luciano Coutinho
LONDRES - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, engrossou ontem o coro em defesa da consolidação do setor elétrico, com a criação de grupos com disposição e capacidade para investir em grandes projetos do setor elétrico nacional. O assunto está na pauta do governo, que trabalha para fortalecer a Eletrobrás, e da iniciativa privada, em negociações para a fusão de empresas do setor.
"É de interesse do País ter investidores comprometidos, com estratégia mais proativa para a criação de novas unidades geradoras, mais transmissão e distribuição", afirmou Coutinho, em entrevista à Agência Estado, em Londres, após participar de evento na Câmara Brasileira de Comércio na Grã-Bretanha. Ele não quis especificar qual seria o papel do BNDES na consolidação do setor elétrico. "Esse é um assunto fundamentalmente do setor privado, que depende de decisões de lideranças do setor privado", comentou.
Além de possível financiador de fusões e aquisições, o BNDES tem participação relevante na Brasiliana, holding de Eletropaulo e AES Tietê, controlada pela americana AES. A empresa é alvo de cobiça de grupos que vêm mostrando disposição em investir na criação de grandes grupos.
OBSERVAÇÃO: O BNDESPAR TEM UMA PARTE DA INEPAR ENERGIA, O FATO RELEVANTE É AUMENTAR ESSA PARTICIPAÇÃO... SÃO SOMENTE 38 MILHÕES DE AÇÕES NO MERCADO... A MENOS DE 1,00... SUPER GAP E BUSCA 3,00 DE CURTO PRAZO.
IENG5.
04/03-Valor revisado de Belo Monte é entre R$ 16 bi e R$ 20 bi
O custo total estimado pelo governo para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), foi elevado em relação aos R$ 16 bilhões previstos inicialmente. Mas, segundo uma fonte que teve ontem acesso à revisão dos cálculos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o novo valor não é superior a R$ 20 bilhões. A EPE e o Ministério de Minas e Energia entregaram ontem ao Tribunal de Contas da União (TCU) relatório com os novos valores da obra. Ao montante inicialmente calculado tiveram de ser somados, por exemplo, o R$ 1,5 bilhão relativo às condicionantes exigidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na licença prévia da obra. Nos bastidores, as empresas que estão interessadas em participar do leilão vinham criticando os R$ 16 bilhões calculados inicialmente pela EPE por considerarem a estimativa muito baixa. Entre os executivos das empresas, a expectativa é de que a complexidade da obra - que exigirá, até mesmo, a construção de canais artificiais - possa custar cerca de R$ 30 bilhões. Mas há especialistas que avaliam que o valor correto ficaria entre os R$ 16 bilhões iniciais do governo e os R$ 30 bilhões do mercado. Segundo fonte da área de energia do governo, chegou-se a calcular que o preço final da usina ficaria entre R$ 19 bilhões e R$ 22 bilhões. A revisão do valor da obra também deve ter levado ao aumento do preço-teto da energia da Belo Monte, inicialmente calculado em R$ 68 por megawatt-hora. Pelos critérios do leilão, obterá o direito de construir e operar a usina de 11,2 mil MW o consórcio que se dispuser a vender a energia pelo menor preço, abaixo do teto previamente estipulado. O TCU precisa agora aprovar essa revisão, o que não deve demorar, segundo um ministro do tribunal, uma vez que a metodologia do cálculo já havia sido avalizada pelo tribunal. Depois disso, caberá à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovar o edital e marcar a data do leilão. O governo pretende realizar a licitação em abril. Pelas regras do setor, é preciso haver um intervalo de 30 dias entre a publicação do edital e o leilão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O custo total estimado pelo governo para a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), foi elevado em relação aos R$ 16 bilhões previstos inicialmente. Mas, segundo uma fonte que teve ontem acesso à revisão dos cálculos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o novo valor não é superior a R$ 20 bilhões. A EPE e o Ministério de Minas e Energia entregaram ontem ao Tribunal de Contas da União (TCU) relatório com os novos valores da obra. Ao montante inicialmente calculado tiveram de ser somados, por exemplo, o R$ 1,5 bilhão relativo às condicionantes exigidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) na licença prévia da obra. Nos bastidores, as empresas que estão interessadas em participar do leilão vinham criticando os R$ 16 bilhões calculados inicialmente pela EPE por considerarem a estimativa muito baixa. Entre os executivos das empresas, a expectativa é de que a complexidade da obra - que exigirá, até mesmo, a construção de canais artificiais - possa custar cerca de R$ 30 bilhões. Mas há especialistas que avaliam que o valor correto ficaria entre os R$ 16 bilhões iniciais do governo e os R$ 30 bilhões do mercado. Segundo fonte da área de energia do governo, chegou-se a calcular que o preço final da usina ficaria entre R$ 19 bilhões e R$ 22 bilhões. A revisão do valor da obra também deve ter levado ao aumento do preço-teto da energia da Belo Monte, inicialmente calculado em R$ 68 por megawatt-hora. Pelos critérios do leilão, obterá o direito de construir e operar a usina de 11,2 mil MW o consórcio que se dispuser a vender a energia pelo menor preço, abaixo do teto previamente estipulado. O TCU precisa agora aprovar essa revisão, o que não deve demorar, segundo um ministro do tribunal, uma vez que a metodologia do cálculo já havia sido avalizada pelo tribunal. Depois disso, caberá à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovar o edital e marcar a data do leilão. O governo pretende realizar a licitação em abril. Pelas regras do setor, é preciso haver um intervalo de 30 dias entre a publicação do edital e o leilão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Tendência do Ibovespa para quinta-feira 4 de Março
Por Lopes Filho & Associados - Onde Investir
O Ibovespa tentou, neste último pregão, manter a trajetória ascendente sem prévio congestionamento ou correção, mas na análise de seu gráfico intraday de 60 minutos é possível notar que os indicadores técnicos não acompanharam esta nova alta, ficando evidenciado que poderá acontecer um ajuste na direção dos objetivos imediatos de 67.140 (mais provável) e 66.600 pontos, embora aparentemente sem afetar o desenvolvimento da atual tendência de alta.
Curtas do Mercado!
Brasil Ecodiesel (ECOD3)
Fechou a venda de 69 mil metros cúbicos de biodiesel no 17º Leilão de Biodiesel da ANP. De acordo com a companhia, o volume contratado para entrega no 2T configura um incremento de 5,56% em relação ao trimestre anterior, atingindo uma participação de 12,21% do volume total comercializado.
O Ibovespa tentou, neste último pregão, manter a trajetória ascendente sem prévio congestionamento ou correção, mas na análise de seu gráfico intraday de 60 minutos é possível notar que os indicadores técnicos não acompanharam esta nova alta, ficando evidenciado que poderá acontecer um ajuste na direção dos objetivos imediatos de 67.140 (mais provável) e 66.600 pontos, embora aparentemente sem afetar o desenvolvimento da atual tendência de alta.
Curtas do Mercado!
Brasil Ecodiesel (ECOD3)
Fechou a venda de 69 mil metros cúbicos de biodiesel no 17º Leilão de Biodiesel da ANP. De acordo com a companhia, o volume contratado para entrega no 2T configura um incremento de 5,56% em relação ao trimestre anterior, atingindo uma participação de 12,21% do volume total comercializado.
quarta-feira, 3 de março de 2010
IENG5 no PAC-2
É prioridade do PAC recuperar a infra-estrutura existente, concluir projetos em andamento e buscar novos projetos com vistas a gerar retorno econômico e social.
No que tange a energia, em particular ao setor elétrico, o PAC prevê a instalação de 39.806 MW e a construção de 19.083 km de Linhas de transmissão representando um investimento total de cerca de R$ 102,5 bilhões.
As empresas de geração e transmissão controladas pela Eletrobrás: Companhia Hidro Elétrica do São Francisco S.A. – CHESF, FURNAS Centrais Elétricas S.A., Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. – ELETRONORTE, ELETROSUL Centrais Elétricas S.A., Eletrobrás Termonuclear S.A. – ELETRONUCLEAR e Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica CGTEE, que são fortes indutoras na implantação dos empreendimentos contemplados pelo PAC.
É uma empresa que hoje está custando na Bovespa menos de R$ 200 milhões de reais, sendo seu valor de mercado próximo a R$ 580 milhões de reais, tem VPA próximo a 1,00... é a ação mais interessante do setor elétrico, é a ação indicada a TOP LIST, acredito em valorização significativa para esta ação, meu objetivo de médio prazo é acima de 3,00 por ação... é um belíssimo papel custando centavos, com fundamento , geração de caixa uma das melhores do segmento, o melhor ROIC , retorno sobre o capital investido, encontramos hoje na IENG5... os fundos estrangeiros já começam a entrar nesta ação, para montagem de seus fundos de pensão, além da Inepar, ... , BNDESPar, Petros, fazem parte do capital social da empresa...
No mercado temos 38 milhões disponíveis para negociação... é uma ação extremamente ''barata'' ... a hora de se posicionar , é agora...
No que tange a energia, em particular ao setor elétrico, o PAC prevê a instalação de 39.806 MW e a construção de 19.083 km de Linhas de transmissão representando um investimento total de cerca de R$ 102,5 bilhões.
As empresas de geração e transmissão controladas pela Eletrobrás: Companhia Hidro Elétrica do São Francisco S.A. – CHESF, FURNAS Centrais Elétricas S.A., Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. – ELETRONORTE, ELETROSUL Centrais Elétricas S.A., Eletrobrás Termonuclear S.A. – ELETRONUCLEAR e Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica CGTEE, que são fortes indutoras na implantação dos empreendimentos contemplados pelo PAC.
É uma empresa que hoje está custando na Bovespa menos de R$ 200 milhões de reais, sendo seu valor de mercado próximo a R$ 580 milhões de reais, tem VPA próximo a 1,00... é a ação mais interessante do setor elétrico, é a ação indicada a TOP LIST, acredito em valorização significativa para esta ação, meu objetivo de médio prazo é acima de 3,00 por ação... é um belíssimo papel custando centavos, com fundamento , geração de caixa uma das melhores do segmento, o melhor ROIC , retorno sobre o capital investido, encontramos hoje na IENG5... os fundos estrangeiros já começam a entrar nesta ação, para montagem de seus fundos de pensão, além da Inepar, ... , BNDESPar, Petros, fazem parte do capital social da empresa...
No mercado temos 38 milhões disponíveis para negociação... é uma ação extremamente ''barata'' ... a hora de se posicionar , é agora...
TOP LIST
IENG5
OBJETIVO PRIMÁRIO: 1,58
OBJETIVO DE MÉDIO PRAZO: 3,00
INDICADA NOS 0,60.
A Companhia tem como objetivo participar, como investidora, em projetos do setor elétrico (greenfield e privatizações), com foco nas áreas de Geração, Distribuição, Transmissão e Comercialização de energia elétrica nos países do Mercosul.
OBJETIVO PRIMÁRIO: 1,58
OBJETIVO DE MÉDIO PRAZO: 3,00
INDICADA NOS 0,60.
A Companhia tem como objetivo participar, como investidora, em projetos do setor elétrico (greenfield e privatizações), com foco nas áreas de Geração, Distribuição, Transmissão e Comercialização de energia elétrica nos países do Mercosul.
Leilão de fundos...
Neste mes de março a Bovespa deve anunciar os leilões de FNAM11 OBJETIVO 0,80 ... FNOR11 OBJETIVO 1,80... FSPE11 OBJETIVO 2,30 ... FSTU11 OBJETIVO 2,35... FSRF11 OBJETIVO EM 1,39 e FRES11 OBJETIVO EM 2,09...
TODOS já tiveram altas consideráveis, o único que ainda falta é o FRES11 e apartir de hoje está em nossa Carteira Permanente.
No FRES11 tem uma ordem de venda de 692k da Uniletra desde novembro do ano passado, é uma ordem de inventário... observação importantissima, tem poucas cotas desse fundo disponíveis, quem levar essa quantidade da Uniletra deve deter 80% desse fundo... um belíssimo negócio.
TODOS já tiveram altas consideráveis, o único que ainda falta é o FRES11 e apartir de hoje está em nossa Carteira Permanente.
No FRES11 tem uma ordem de venda de 692k da Uniletra desde novembro do ano passado, é uma ordem de inventário... observação importantissima, tem poucas cotas desse fundo disponíveis, quem levar essa quantidade da Uniletra deve deter 80% desse fundo... um belíssimo negócio.
FRES11 entrando na Carteira Permanente.
FRES11 entrando na carteira permanente, sendo indicado a 0,73...
Todos os fundos subiram no mínimo 200% , esse é o último que faltava a decolar... chegou a hora dele.
Todos os fundos subiram no mínimo 200% , esse é o último que faltava a decolar... chegou a hora dele.
FRES11 ...
INDICADO A 0,73.
OBJETIVO DE CURTO PRAZO: 2,30
OBJETIVO DE MÉDIO PRAZO: 8,00.
O FUNRES - Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo é um fundo de fomento ao desenvolvimento do Espírito Santo composto por recursos provenientes de renúncia fiscal do IMPOSTO DE RENDA e do ICMS.
Seu objetivo é promover o crescimento e a modernização da economia estadual, por meio do apoio financeiro às empresas, visando o equilíbrio regional, a entrada de novas unidades produtoras no mercado, a elevação dos níveis de competitividade e da capacitação tecnológica dos empreendimentos instalados no Estado do Espírito Santo, através da realização de projetos de pesquisa e desenvolvimento e a geração de empregos e tributos.
1.1. Origem dos Recursos
Os recursos do Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo – FUNRES tiveram a sua origem com a opção pelas empresas aqui localizadas em destinar ao FUNRES parte do ICMS e Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido. Com isso, a empresa se tornava proprietária de Certificados de Investimento – C.I., com valor correspondente ao valor deduzido e integrante do patrimônio do FUNRES.
Em 24 de agosto de 2001, por meio da MP 2.156-5, o Governo Federal extinguiu a faculdade das pessoas jurídicas optarem pela destinação ao FUNRES de parte do Imposto de Renda/PJ devido.
Em 18 de dezembro de 2003, tal opção também ficou extinta com relação aos recursos provenientes do ICMS devido, quando foi publicada a Lei Estadual nº 7.667.
Atualmente, o FUNRES, apesar de cessado o fluxo de ingresso de recursos, continua operando e aprovando novos projetos nas modalidades de Subscrição de Debêntures, Operações de Crédito e Cooperação Financeira Não-Reembolsável, contando com o saldo disponível, acrescido dos rendimentos derivados das aplicações dos recursos existentes em caixa, bem como do retorno das operações de crédito já realizadas.
1.2. Modelo Administrativo/Operacional
A operacionalização do FUNRES é realizada em conjunto pelo GERES e BANDES.
Cabe ao GERES - Grupo Executivo para Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo - órgão Colegiado, composto por 09 (nove) membros, sendo 05 (cinco) representantes do Governo Federal e 04 (quatro) representantes do Governo Estadual - administrar e disciplinar o uso dos recursos do FUNRES.
Esse Colegiado é assessorado nas suas decisões por uma Secretaria Executiva que tem como principais atribuições promover articulações com organismos dos Governos Federal e Estadual, agentes de fomento e iniciativa privada, objetivando a definição de prioridades, a formulação de políticas de ação, a identificação de oportunidades de investimento e a atratividade de projetos e novos negócios para a economia capixaba, bem como acompanhar a execução orçamentária do FUNRES, sem prejuízo às demais atividades proativas.
O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S/A - BANDES - instituição financeira de economia mista integrante da administração pública estadual - opera os recursos do FUNRES de acordo com as normas definidas pelo GERES, tendo a incumbência de receber e analisar as solicitações de apoio, contratar as operações aprovadas, liberar os recursos, fiscalizar a execução do projeto e gerenciar a carteira de títulos.
1.3. Abrangência do FUNRES
O caráter de Fundo misto (IR e ICMS administrados em conjunto), que diferencia o FUNRES dos demais Fundos de Investimentos Regionais existentes no país, permite ao FUNRES tanto subscrever debêntures quanto operar linhas de crédito e programas especiais (regionais e/ou setoriais) de financiamentos, o que não só amplia o leque de atividades econômicas que podem ser apoiadas, mas, principalmente, possibilita o apoio desde a grandes até a micro empreendimentos, inclusive pessoas físicas (setor informal, contabilistas, pescadores e pequenos produtores rurais).
Os recursos do FUNRES podem ser aplicados para investimentos fixos nas seguintes atividades econômicas: industriais, agrícolas, bovinocultura de corte sob o sistema de confinamento, pecuária intensiva de leite, pesca, hotelaria, parques temáticos e outras atividades de infra-estrutura turística, armazenagem, infra-estrutura de transportes, infra-estrutura de comunicação e complexos energéticos.
Através da Resolução “N” nº 830/97, o GERES decidiu estender os benefícios do FUNRES para o Setor Serviços - Subsetores Comércio e Serviços, exclusivamente sob a forma de Programas Especiais de Financiamentos.
Para pequenos produtores rurais, pescadores artesanais e micro e pequenos empresários, existem linhas de crédito e programas especiais.
Para as médias e grandes empresas, o apoio pode ocorrer através das linhas de crédito e sob a forma de subscrição de debêntures.
Os contabilistas, pessoas físicas ou jurídicas, dispõem do PROCONTÁBIL - Linha de Financiamento para Informatização de Escritórios de Contabilidade.
2. Como Obter Apoio do FUNRES
2.1. Beneficiários do Funres
Podem beneficiar-se do apoio financeiro do FUNRES as empresas que desejarem investir em implantação, ampliação ou modernização de projetos localizados no Espírito Santo e enquadrados dentro das seguintes atividades econômicas:
- Indústria
- Agricultura
- Reflorestamento
- Irrigação
- Pecuária intensiva
- Pesca
- Turismo
- Armazenagem
- Infra-estrutura de transporte
- Infra-estrutura de comunicação
- Complexos energéticos (hidroelétrica, termoelétrica, gasoduto)
- Cultura
- Comércio e Serviços (Programas Especiais)
- Informatização de Escritórios de Contabilidade
2.2. Modalidades de Aplicação dos Recursos
O GERES aplica os recursos do FUNRES através de duas modalidades: Subscrição de Debêntures e Operações de Crédito.
A modalidade de subscrição de debêntures é uma opção exclusiva para empresas constituídas sob a forma de sociedades por ações. Em face dessa limitação, no subitem Alteração de Constituição Jurídica são apresentados procedimentos e outras informações para as empresas, não constituídas sob essa forma, que queiram transformar-se em sociedades anônimas e beneficiar-se de incentivos fiscais do FUNRES naquela modalidade.
OBJETIVO DE CURTO PRAZO: 2,30
OBJETIVO DE MÉDIO PRAZO: 8,00.
O FUNRES - Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo é um fundo de fomento ao desenvolvimento do Espírito Santo composto por recursos provenientes de renúncia fiscal do IMPOSTO DE RENDA e do ICMS.
Seu objetivo é promover o crescimento e a modernização da economia estadual, por meio do apoio financeiro às empresas, visando o equilíbrio regional, a entrada de novas unidades produtoras no mercado, a elevação dos níveis de competitividade e da capacitação tecnológica dos empreendimentos instalados no Estado do Espírito Santo, através da realização de projetos de pesquisa e desenvolvimento e a geração de empregos e tributos.
1.1. Origem dos Recursos
Os recursos do Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo – FUNRES tiveram a sua origem com a opção pelas empresas aqui localizadas em destinar ao FUNRES parte do ICMS e Imposto de Renda Pessoa Jurídica devido. Com isso, a empresa se tornava proprietária de Certificados de Investimento – C.I., com valor correspondente ao valor deduzido e integrante do patrimônio do FUNRES.
Em 24 de agosto de 2001, por meio da MP 2.156-5, o Governo Federal extinguiu a faculdade das pessoas jurídicas optarem pela destinação ao FUNRES de parte do Imposto de Renda/PJ devido.
Em 18 de dezembro de 2003, tal opção também ficou extinta com relação aos recursos provenientes do ICMS devido, quando foi publicada a Lei Estadual nº 7.667.
Atualmente, o FUNRES, apesar de cessado o fluxo de ingresso de recursos, continua operando e aprovando novos projetos nas modalidades de Subscrição de Debêntures, Operações de Crédito e Cooperação Financeira Não-Reembolsável, contando com o saldo disponível, acrescido dos rendimentos derivados das aplicações dos recursos existentes em caixa, bem como do retorno das operações de crédito já realizadas.
1.2. Modelo Administrativo/Operacional
A operacionalização do FUNRES é realizada em conjunto pelo GERES e BANDES.
Cabe ao GERES - Grupo Executivo para Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo - órgão Colegiado, composto por 09 (nove) membros, sendo 05 (cinco) representantes do Governo Federal e 04 (quatro) representantes do Governo Estadual - administrar e disciplinar o uso dos recursos do FUNRES.
Esse Colegiado é assessorado nas suas decisões por uma Secretaria Executiva que tem como principais atribuições promover articulações com organismos dos Governos Federal e Estadual, agentes de fomento e iniciativa privada, objetivando a definição de prioridades, a formulação de políticas de ação, a identificação de oportunidades de investimento e a atratividade de projetos e novos negócios para a economia capixaba, bem como acompanhar a execução orçamentária do FUNRES, sem prejuízo às demais atividades proativas.
O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo S/A - BANDES - instituição financeira de economia mista integrante da administração pública estadual - opera os recursos do FUNRES de acordo com as normas definidas pelo GERES, tendo a incumbência de receber e analisar as solicitações de apoio, contratar as operações aprovadas, liberar os recursos, fiscalizar a execução do projeto e gerenciar a carteira de títulos.
1.3. Abrangência do FUNRES
O caráter de Fundo misto (IR e ICMS administrados em conjunto), que diferencia o FUNRES dos demais Fundos de Investimentos Regionais existentes no país, permite ao FUNRES tanto subscrever debêntures quanto operar linhas de crédito e programas especiais (regionais e/ou setoriais) de financiamentos, o que não só amplia o leque de atividades econômicas que podem ser apoiadas, mas, principalmente, possibilita o apoio desde a grandes até a micro empreendimentos, inclusive pessoas físicas (setor informal, contabilistas, pescadores e pequenos produtores rurais).
Os recursos do FUNRES podem ser aplicados para investimentos fixos nas seguintes atividades econômicas: industriais, agrícolas, bovinocultura de corte sob o sistema de confinamento, pecuária intensiva de leite, pesca, hotelaria, parques temáticos e outras atividades de infra-estrutura turística, armazenagem, infra-estrutura de transportes, infra-estrutura de comunicação e complexos energéticos.
Através da Resolução “N” nº 830/97, o GERES decidiu estender os benefícios do FUNRES para o Setor Serviços - Subsetores Comércio e Serviços, exclusivamente sob a forma de Programas Especiais de Financiamentos.
Para pequenos produtores rurais, pescadores artesanais e micro e pequenos empresários, existem linhas de crédito e programas especiais.
Para as médias e grandes empresas, o apoio pode ocorrer através das linhas de crédito e sob a forma de subscrição de debêntures.
Os contabilistas, pessoas físicas ou jurídicas, dispõem do PROCONTÁBIL - Linha de Financiamento para Informatização de Escritórios de Contabilidade.
2. Como Obter Apoio do FUNRES
2.1. Beneficiários do Funres
Podem beneficiar-se do apoio financeiro do FUNRES as empresas que desejarem investir em implantação, ampliação ou modernização de projetos localizados no Espírito Santo e enquadrados dentro das seguintes atividades econômicas:
- Indústria
- Agricultura
- Reflorestamento
- Irrigação
- Pecuária intensiva
- Pesca
- Turismo
- Armazenagem
- Infra-estrutura de transporte
- Infra-estrutura de comunicação
- Complexos energéticos (hidroelétrica, termoelétrica, gasoduto)
- Cultura
- Comércio e Serviços (Programas Especiais)
- Informatização de Escritórios de Contabilidade
2.2. Modalidades de Aplicação dos Recursos
O GERES aplica os recursos do FUNRES através de duas modalidades: Subscrição de Debêntures e Operações de Crédito.
A modalidade de subscrição de debêntures é uma opção exclusiva para empresas constituídas sob a forma de sociedades por ações. Em face dessa limitação, no subitem Alteração de Constituição Jurídica são apresentados procedimentos e outras informações para as empresas, não constituídas sob essa forma, que queiram transformar-se em sociedades anônimas e beneficiar-se de incentivos fiscais do FUNRES naquela modalidade.
HETA4 ...
HETA4 com excelente book formador para trade, recomendado a 0,54... ação dinâmica e de alavancagem...
Amanhã
Amanha farei a recomendação da TOP LIST... HOJE A NOITE JA ESTARÁ NO BLOG... chego da coope até as 2300 hs , no máximo as 2400 hs já estará no Blog.
Ações
O FSTU11 atingiu o nosso compromisso de alvo antes do esperado , com valorização de 700% desde a recomendação no mes passado... parabens aos investidores...
Iniciamos uma campanha de médio prazo na Habitasul, HBTS5 ... rumo ao objetivo primário de 20,00 e superado os 50,00/60,00 de médio prazo.
Iniciamos uma campanha de médio prazo na Habitasul, HBTS5 ... rumo ao objetivo primário de 20,00 e superado os 50,00/60,00 de médio prazo.
ALPA4
Para o investidor que prefere uma ação Top de linha, com excelente fundamentos , mas que NÃO tenha pressa de lucro, a recomendação é ALPA4 ... no split anterior ao da ultima semana de fevereiro/2010 ... a ação evoluiu 430% em 10 meses e 1390% em 2 anos ... e o Split aconteceu na semana passada... O Credit Suisse está montando uma fortissima posição comprada no papel.
Ação entregue a menos de 7,00 ... daqui a 2 anos vai estar em 120,00 - 130,00 e acontece outro split...
Ação entregue a menos de 7,00 ... daqui a 2 anos vai estar em 120,00 - 130,00 e acontece outro split...
Tendência do Ibovespa para quarta-feira 3 de Março
Por Lopes Filho & Associados - Onde Investir
O gráfico intraday de 60 minutos do Ibovespa mostra que o avanço que provocou o rompimento do lado superior do grande triângulo elevou em demasia o Indicador de Força Relativa, e isto poderá motivar nova e menor indefinição ou uma correção de pequena intensidade. No entanto, a falta de configurações reversivas permite a expectativa de que não será alterada a atual trajetória ascendente.
O gráfico intraday de 60 minutos do Ibovespa mostra que o avanço que provocou o rompimento do lado superior do grande triângulo elevou em demasia o Indicador de Força Relativa, e isto poderá motivar nova e menor indefinição ou uma correção de pequena intensidade. No entanto, a falta de configurações reversivas permite a expectativa de que não será alterada a atual trajetória ascendente.
terça-feira, 2 de março de 2010
Parabens aos leitores
Quero parabenizar os leitores que entraram nos fundos setoriais, FSTU11 e FSPE11... a minha 1a indicação de FSTU11 foi nos 33 centavos mes passado e hoje atingimos 400% de valorização, a FSPE11 valorizou 290% desde que foi indicada... a GTDP3B hoje foi mais de 50% de alta e a 4B uns 10% de alta... além de outros trades que fizemos... estou muito satisfeito pelas mensagens recebidas e pelas doações que fazem ao Blog, porque esse valor ajuda a quem realmente precisa, e graças a Deus minha mente e mãos tem sido abençoada durante meu trabalho... agradeço a todos.
Hoje indiquei a HBTS5 é interessante carregar posição, foi indicada nos 8,30... eu acredito que busque 30,00 em um curto prazo, só para resumir essa empresa tem SOMENTE 9 milhões de ações , supondo 10,00 de cotação a empresa custaria 90 milhões de reais... e a avaliação é de 560 milhões de reais... é ação para 50,00 / 60,00 ... ela está 38% abaixo de seu VPA, que hoje é acima de 14,30 por ação... é encarteirar e ter paciência para colher os frutos.
Mas uma vez obrigado pelas doações, o meu motivador são os srs(as).
Hoje indiquei a HBTS5 é interessante carregar posição, foi indicada nos 8,30... eu acredito que busque 30,00 em um curto prazo, só para resumir essa empresa tem SOMENTE 9 milhões de ações , supondo 10,00 de cotação a empresa custaria 90 milhões de reais... e a avaliação é de 560 milhões de reais... é ação para 50,00 / 60,00 ... ela está 38% abaixo de seu VPA, que hoje é acima de 14,30 por ação... é encarteirar e ter paciência para colher os frutos.
Mas uma vez obrigado pelas doações, o meu motivador são os srs(as).
Leilão ANP
Bastante favorecedor à Brasil Ecodiesel o leilão eletrônico, valor médio de 2,26 preço muito interessante tendo em vista a entrada do B5... reforço a minha posição em ECOD3.
SUPER TRADE ... HBTS5 ... RUMO AOS 20,00
INDICADA A 8,35.
O Grupo Habitasul faz parte da vida de milhares e milhares de brasileiros, seja através dos nossos papéis, embalagens e móveis, no setor industrial, seja construindo residenciais, com serviços, hotelaria e lazer, no setor imobiliário.
De origem gaúcha e onde mantém seu escritório central, o Grupo Habitasul está presente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, e também na Costa Rica. Atua nas áreas Industrial, com celulose, papel e embalagem, madeiras, resinas e móveis, e metal mecânica; e Imobiliária, com desenvolvimentos urbanos e de destinos imobiliários, hotelaria e serviços correlatos. Gera mais de 12 mil empregos, entre diretos e indiretos.
O Grupo Habitasul não quer que suas controladas sejam apenas grandes empresas, e sim cidadãs nas comunidades onde atuam, buscando auxiliar a transformar a vida das pessoas. Pois, mais do que empreender ou produzir, nosso verdadeiro trabalho é promover o desenvolvimento baseado na sustentabilidade econômica, social e ambiental. É isso que temos feito nestes 42 anos, seja na Área Imobiliária, seja na Industrial, reafirmando continuamente nossos valores: ajudar a construir um mundo cada vez melhor para se viver!
Em reconhecimento a sua qualidade e pioneirismo, as empresas Habitasul conquistaram sucessivos prêmios, e o Grupo é hoje um dos maiores e mais importantes do Sul do País.
Navegue pelo menu à direita, com "Nossos norteadores", "Organização e estrutura" e "O fundador", e conheça um pouco das atividades, organização e estrutura da Habitasul, abaixo.
Organização e estruturaA Habitasul apresenta como suas principais áreas de atuação Desenvolvimentos Imobiliários e hotelaria e Turismo; e Florestamento de Pinus e Produtos Industriais Derivados: Celulose, Papel e Embalagem de Papelão Ondulado.
Está estruturada em duas áreas, Imobiliária e Industrial, controladas por empresas de capital aberto, respectivamente a CHP - Companhia Habitasul de Participações e a Celulose Irani S.A. Estas holdings setoriais têm suas ações negociadas nas principais bolsas de valores do País.
Os hotéis Habitasul estão sendo administrados pela nova empresa do Grupo denominada JI Administração Hoteleira - JIAH.
Áreas
principais de atuaçãoDesenvolvimentos Imobiliários
Hotelaria e Turismo
Florestamento de Pinus e Produtos Industriais Derivados: Celulose, Papel e Embalagem de Papelão Ondulado
Arquitetura organizacional (grupos de atividades)Área Imobiliária
Área Industrial
Empresas de capital abertoCHP – Companhia Habitasul de Participações
Celulose Irani S.A.
Holdings setoriais, com ações negociadas nas principais Bolsas de valores do País.
Algumas empresas Habitasul:
ÁREA IMOBILIÁRIA
- CHP – Companhia Habitasul de Participações S.A. (Holding)
- Habitasul Empreendimentos Imobiliários Ltda.
- Habitasul Desenvolvimentos Imobiliários S.A.
- Habitasul Crédito Imobiliário S.A.
- Desarrollos Inmobiliários Habitasul S.A.
- Consulplan - Consultoria e Planejamento Jurídicos Ltda.
- Hotel Laje de Pedra S.A.
- Laje de Pedra Mountain Village Ltda. (SPE)
- Vale da Ferradura Turismo Ltda.
- Jurerê Praia Hotel Ltda.
- Jurerê Praia Clube Ltda.
- Jurerê Open Shopping Ltda.
- Arte dell’Acqua Ltda. (SPE)
JI Administração Hoteleira
ÁREA INDUSTRIAL
- Celulose Irani S.A. (Holding)
- Habitasul Florestal S.A.
- Koch Metalúrgica S.A.
- Irani Trading.
ÁREA INDUSTRIAL.
CELULOSE IRANI
Nosso Horizonte é o Meio Ambiente
A IRANI produz celulose, papéis kraft, chapas e embalagens de papelão ondulado, resinas e móveis de Pinus.
Pautada no conceito de desenvolvimento sustentável, a Empresa traz em sua essência uma significativa contribuição ao meio ambiente: o balanço neutro de carbono. A IRANI utiliza como matéria-prima de seus produtos a floresta de Pinus plantada e as aparas. A água utilizada é corretamente coletada e tratada. A energia empregada é de fonte renovável. Os produtos finais, um ato de responsabilidade ambiental.
Com produção integrada, base florestal própria e máquinas e equipamentos constantemente atualizados, a IRANI tem capacidade instalada e efetividade operacional para disponibilizar produtos de excelente qualidade.
Há 68 anos em operação, a Celulose Irani S.A. Tem como competência a segurança e a excelência no fornecimento de produtos de base florestal renovável. Em sua prática está o absoluto respeito ao meio ambiente e às pessoas.
Atualmente, a IRANI possui as seguintes unidades de negócios: Papel, Embalagem, Móveis, Resinas e Florestal, distribuídas nas localidades de Vargem Bonita - SC, Indaiatuba – SP, Rio Negrinho - SC, Balneário Pinhal - RS e São José do Norte - RS. Possui escritórios em São Paulo - SP, Joaçaba - SC e matriz em Porto Alegre - RS.
A marca IRANI assina o compromisso de preservação da natureza, uso de matérias-primas de garantia controlada, segundo o FSC, e processo produtivo pautado no conceito e prática do desenvolvimento sustentável.
A produção integrada IRANI de base renovável é garantia de geração de valor para os clientes e para a sociedade; crescimento e sustentabilidade dos negócios; e justo e permanente retorno aos investidores.
A Koch Metalúrgica é líder em equipamentos de movimentação e elevação de cargas.
É uma indústria especializada na fabricação de equipamentos orientados para a área de logística e movimentação de materiais, com uma planta industrial com 12.000 m² de área construída, na Grande Porto Alegre RS.
A Koch exporta sua linha de produtos seriados para países da América Latina, como Argentina, Colômbia e México.
Irani TradingDo Brasil para o mundo
A Irani Trading é o braço exportador da Área Industrial do grupo Habitasul.
A Trading administra a exportação de produtos Irani como Papel Kraft, Móveis, Madeira Serrada de Pinus, Breu e Terebintina, e Produtos Seriados Koch, para mercados como EUA, Europa, Espanha, Itália, Inglaterra, França, Holanda, Bélgica, Mercosul, Hong Kong, Arábia Saudita, Austrália e Chile.
A empresa não só administra, mas também comercializa os produtos Irani.
O Grupo Habitasul faz parte da vida de milhares e milhares de brasileiros, seja através dos nossos papéis, embalagens e móveis, no setor industrial, seja construindo residenciais, com serviços, hotelaria e lazer, no setor imobiliário.
De origem gaúcha e onde mantém seu escritório central, o Grupo Habitasul está presente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, e também na Costa Rica. Atua nas áreas Industrial, com celulose, papel e embalagem, madeiras, resinas e móveis, e metal mecânica; e Imobiliária, com desenvolvimentos urbanos e de destinos imobiliários, hotelaria e serviços correlatos. Gera mais de 12 mil empregos, entre diretos e indiretos.
O Grupo Habitasul não quer que suas controladas sejam apenas grandes empresas, e sim cidadãs nas comunidades onde atuam, buscando auxiliar a transformar a vida das pessoas. Pois, mais do que empreender ou produzir, nosso verdadeiro trabalho é promover o desenvolvimento baseado na sustentabilidade econômica, social e ambiental. É isso que temos feito nestes 42 anos, seja na Área Imobiliária, seja na Industrial, reafirmando continuamente nossos valores: ajudar a construir um mundo cada vez melhor para se viver!
Em reconhecimento a sua qualidade e pioneirismo, as empresas Habitasul conquistaram sucessivos prêmios, e o Grupo é hoje um dos maiores e mais importantes do Sul do País.
Navegue pelo menu à direita, com "Nossos norteadores", "Organização e estrutura" e "O fundador", e conheça um pouco das atividades, organização e estrutura da Habitasul, abaixo.
Organização e estruturaA Habitasul apresenta como suas principais áreas de atuação Desenvolvimentos Imobiliários e hotelaria e Turismo; e Florestamento de Pinus e Produtos Industriais Derivados: Celulose, Papel e Embalagem de Papelão Ondulado.
Está estruturada em duas áreas, Imobiliária e Industrial, controladas por empresas de capital aberto, respectivamente a CHP - Companhia Habitasul de Participações e a Celulose Irani S.A. Estas holdings setoriais têm suas ações negociadas nas principais bolsas de valores do País.
Os hotéis Habitasul estão sendo administrados pela nova empresa do Grupo denominada JI Administração Hoteleira - JIAH.
Áreas
principais de atuaçãoDesenvolvimentos Imobiliários
Hotelaria e Turismo
Florestamento de Pinus e Produtos Industriais Derivados: Celulose, Papel e Embalagem de Papelão Ondulado
Arquitetura organizacional (grupos de atividades)Área Imobiliária
Área Industrial
Empresas de capital abertoCHP – Companhia Habitasul de Participações
Celulose Irani S.A.
Holdings setoriais, com ações negociadas nas principais Bolsas de valores do País.
Algumas empresas Habitasul:
ÁREA IMOBILIÁRIA
- CHP – Companhia Habitasul de Participações S.A. (Holding)
- Habitasul Empreendimentos Imobiliários Ltda.
- Habitasul Desenvolvimentos Imobiliários S.A.
- Habitasul Crédito Imobiliário S.A.
- Desarrollos Inmobiliários Habitasul S.A.
- Consulplan - Consultoria e Planejamento Jurídicos Ltda.
- Hotel Laje de Pedra S.A.
- Laje de Pedra Mountain Village Ltda. (SPE)
- Vale da Ferradura Turismo Ltda.
- Jurerê Praia Hotel Ltda.
- Jurerê Praia Clube Ltda.
- Jurerê Open Shopping Ltda.
- Arte dell’Acqua Ltda. (SPE)
JI Administração Hoteleira
ÁREA INDUSTRIAL
- Celulose Irani S.A. (Holding)
- Habitasul Florestal S.A.
- Koch Metalúrgica S.A.
- Irani Trading.
ÁREA INDUSTRIAL.
CELULOSE IRANI
Nosso Horizonte é o Meio Ambiente
A IRANI produz celulose, papéis kraft, chapas e embalagens de papelão ondulado, resinas e móveis de Pinus.
Pautada no conceito de desenvolvimento sustentável, a Empresa traz em sua essência uma significativa contribuição ao meio ambiente: o balanço neutro de carbono. A IRANI utiliza como matéria-prima de seus produtos a floresta de Pinus plantada e as aparas. A água utilizada é corretamente coletada e tratada. A energia empregada é de fonte renovável. Os produtos finais, um ato de responsabilidade ambiental.
Com produção integrada, base florestal própria e máquinas e equipamentos constantemente atualizados, a IRANI tem capacidade instalada e efetividade operacional para disponibilizar produtos de excelente qualidade.
Há 68 anos em operação, a Celulose Irani S.A. Tem como competência a segurança e a excelência no fornecimento de produtos de base florestal renovável. Em sua prática está o absoluto respeito ao meio ambiente e às pessoas.
Atualmente, a IRANI possui as seguintes unidades de negócios: Papel, Embalagem, Móveis, Resinas e Florestal, distribuídas nas localidades de Vargem Bonita - SC, Indaiatuba – SP, Rio Negrinho - SC, Balneário Pinhal - RS e São José do Norte - RS. Possui escritórios em São Paulo - SP, Joaçaba - SC e matriz em Porto Alegre - RS.
A marca IRANI assina o compromisso de preservação da natureza, uso de matérias-primas de garantia controlada, segundo o FSC, e processo produtivo pautado no conceito e prática do desenvolvimento sustentável.
A produção integrada IRANI de base renovável é garantia de geração de valor para os clientes e para a sociedade; crescimento e sustentabilidade dos negócios; e justo e permanente retorno aos investidores.
A Koch Metalúrgica é líder em equipamentos de movimentação e elevação de cargas.
É uma indústria especializada na fabricação de equipamentos orientados para a área de logística e movimentação de materiais, com uma planta industrial com 12.000 m² de área construída, na Grande Porto Alegre RS.
A Koch exporta sua linha de produtos seriados para países da América Latina, como Argentina, Colômbia e México.
Irani TradingDo Brasil para o mundo
A Irani Trading é o braço exportador da Área Industrial do grupo Habitasul.
A Trading administra a exportação de produtos Irani como Papel Kraft, Móveis, Madeira Serrada de Pinus, Breu e Terebintina, e Produtos Seriados Koch, para mercados como EUA, Europa, Espanha, Itália, Inglaterra, França, Holanda, Bélgica, Mercosul, Hong Kong, Arábia Saudita, Austrália e Chile.
A empresa não só administra, mas também comercializa os produtos Irani.
OGXP3 II
A MINHA AVALIAÇÃO PARA A DESCOBERTA DE ''KRAKATOA'' DE 1,1 BILHÕES DE BARRIS DE PETRÓLEO É DE COTAÇÃO SUPERIOR A R$ 21,80 ASSIM QUE O FATO RELEVANTE FOR DIVULGADO, E 25,00 PROJETADOS EM INTRADAY... COM O ANÚNCIO DO PRÓXIMO POÇO ( DEPOIS DE KRAKATOA ) '' ABACATE'' COTAÇÃO ROMPENDO OS 30,00.
Trade do dia ...
GTDP3B OBJETIVO 2,35
GTDP4B OBJETIVO 2,90 ( DEVIDO AO BAIXO NR DE AÇÕES DISPONÍVEIS ).
GTDP4B OBJETIVO 2,90 ( DEVIDO AO BAIXO NR DE AÇÕES DISPONÍVEIS ).
OGXP3
A OGX pelas minhas previsões deve anunciar até segunda reservas acima de 1,0 bilhão de barris de petróleo em Krakatoa ( nome do poço ), em águas rasas... com a cotação hoje abaixo de 17,00 é uma magnífica oportunidade aos investidores...
CBEE3, objetivo inicial: 2,25 - 2,38
Cemig fará proposta pela Ampla
Djalma Moraes, presidente da Cemig, parte ainda esta semana para a Itália para fazer oficialmente uma oferta pela Ampla, a distribuidora que fornece energia elétrica para 50% da área total do Rio de Janeiro. (Nos outros 50% a concessionária é a Light, recentemente comprada pela mesma Cemig). A Ampla é controlada pela Endesa, hoje pertencente a estatal italiana Enel.
Djalma Moraes, presidente da Cemig, parte ainda esta semana para a Itália para fazer oficialmente uma oferta pela Ampla, a distribuidora que fornece energia elétrica para 50% da área total do Rio de Janeiro. (Nos outros 50% a concessionária é a Light, recentemente comprada pela mesma Cemig). A Ampla é controlada pela Endesa, hoje pertencente a estatal italiana Enel.
INPR3
Inpar conclui Plano de Capitalização para Crescimento, com Bem-Sucedida Oferta Primária de Ações e Novas Linhas de SFH, Totalizando R$ 580 milhões
São Paulo, 1º de março de 2010 - A Inpar S.A. (Bovespa: INPR3) comunica que concluiu com sucesso a oferta primária de 87.500.000 ações ordinárias ao preço de R$ 3,20 por ação ("Oferta"), perfazendo o montante de R$ 280 milhões. Adicionalmente, a Companhia obteve R$300 milhões em novas linhas crédito para financiamento imobiliário (SFH) que se encontram disponíveis junto aos bancos Bradesco, Santander e HSBC e que serão utilizadas para financiar até 80% do custo de construção de projetos.
A Oferta contemplou um lote base de 70.000.000 de ações ordinárias somado a um lote adicional (hot issue) de 7.000.000 de ações ordinárias e a um lote suplementar (green shoe) de 10.500.000 de ações ordinárias. A Paladin Realty Partners, acionista controlador majoritário da Companhia, exerceu o seu direito de prioridade em montante equivalente a R$50 milhões em ações. O Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil), o Banco Santander (Brasil) S.A., o Banco Bradesco BBI S.A. e a HSBC Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. atuaram como coordenadores da Oferta, sendo o Banco ABC Brasil S.A. o coordenador contratado.
A Inpar pretende usar os recursos provenientes da Oferta para o desenvolvimento e lançamento de projetos do seu banco de terrenos de curto prazo que possui um VGV potencial de aproximadamente R$3,6 bilhões, sendo 80% dos projetos nos segmentos de Médio Padrão e Padrão Econômico. Adicionalmente, 94,4% dos projetos do banco de terrenos de curto prazo são passíveis de financiamento no âmbito do SFH (unidades até R$500 mil), sendo 20% dentro do Programa Minha Casa Minha Vida.
A Companhia irá manter o seu principal foco de atuação no mercado residencial, particularmente nos segmentos de Médio Padrão e Padrão Econômico, através do conceito "Viver", criado para atender ao cliente em busca de sua primeira aquisição imobiliária. Esses segmentos crescem a taxas superiores aos demais segmentos imobiliários, especialmente em função dos incentivos governamentais e da capacidade de financiamento do SFH.
A Inpar está capitalizada e bem posicionada para aproveitar a forte demanda do mercado imobiliário brasileiro. Com seu expressivo banco de terrenos já existente, comprovada capacidade operacional, amplo domínio do processo construtivo para os segmentos de Médio Padrão e Padrão Econômico e sólida posição financeira, a Inpar dará início à execução de novos projetos de seu banco de terrenos de curto prazo, esperando que o crescimento sustentado da Companhia contribua para a geração de maiores retornos aos seus acionistas.
São Paulo, 1º de março de 2010 - A Inpar S.A. (Bovespa: INPR3) comunica que concluiu com sucesso a oferta primária de 87.500.000 ações ordinárias ao preço de R$ 3,20 por ação ("Oferta"), perfazendo o montante de R$ 280 milhões. Adicionalmente, a Companhia obteve R$300 milhões em novas linhas crédito para financiamento imobiliário (SFH) que se encontram disponíveis junto aos bancos Bradesco, Santander e HSBC e que serão utilizadas para financiar até 80% do custo de construção de projetos.
A Oferta contemplou um lote base de 70.000.000 de ações ordinárias somado a um lote adicional (hot issue) de 7.000.000 de ações ordinárias e a um lote suplementar (green shoe) de 10.500.000 de ações ordinárias. A Paladin Realty Partners, acionista controlador majoritário da Companhia, exerceu o seu direito de prioridade em montante equivalente a R$50 milhões em ações. O Banco de Investimentos Credit Suisse (Brasil), o Banco Santander (Brasil) S.A., o Banco Bradesco BBI S.A. e a HSBC Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. atuaram como coordenadores da Oferta, sendo o Banco ABC Brasil S.A. o coordenador contratado.
A Inpar pretende usar os recursos provenientes da Oferta para o desenvolvimento e lançamento de projetos do seu banco de terrenos de curto prazo que possui um VGV potencial de aproximadamente R$3,6 bilhões, sendo 80% dos projetos nos segmentos de Médio Padrão e Padrão Econômico. Adicionalmente, 94,4% dos projetos do banco de terrenos de curto prazo são passíveis de financiamento no âmbito do SFH (unidades até R$500 mil), sendo 20% dentro do Programa Minha Casa Minha Vida.
A Companhia irá manter o seu principal foco de atuação no mercado residencial, particularmente nos segmentos de Médio Padrão e Padrão Econômico, através do conceito "Viver", criado para atender ao cliente em busca de sua primeira aquisição imobiliária. Esses segmentos crescem a taxas superiores aos demais segmentos imobiliários, especialmente em função dos incentivos governamentais e da capacidade de financiamento do SFH.
A Inpar está capitalizada e bem posicionada para aproveitar a forte demanda do mercado imobiliário brasileiro. Com seu expressivo banco de terrenos já existente, comprovada capacidade operacional, amplo domínio do processo construtivo para os segmentos de Médio Padrão e Padrão Econômico e sólida posição financeira, a Inpar dará início à execução de novos projetos de seu banco de terrenos de curto prazo, esperando que o crescimento sustentado da Companhia contribua para a geração de maiores retornos aos seus acionistas.
Ibovespa: Acelera Acima de 67.620
O índice Bovespa segue com a formação gráfica altista “OCOI” que deverá impulsionar o mercado novamente para a casa dos 70 mil pontos, com resistências intermediárias em 67.620 e 68.120 pontos. Suportes em 66.500 e em 65.920 pontos. No curto prazo, o índice Bovespa segue em tendência de alta com espaço para buscar os objetivos imediatos em 71.070 (topo recente) e 74.000 pontos. No longo prazo, segue em tendência de alta com objetivo em torno de 89 mil pontos.
Márcio Lacerda
Itaú Securities - Technical Analysis
Márcio Lacerda
Itaú Securities - Technical Analysis
RASIP
A Rasip vai anunciar dividendos de 0,0155 a 0,0198 por ação dentro de alguns dias, o pagamento é em final de abril/2010.
Os detentores das ações PN, tem preferência sobre o pagamento e dependendo do balanço podem receber até 20% acima dos detentores das ações ordinárias.
Os detentores das ações PN, tem preferência sobre o pagamento e dependendo do balanço podem receber até 20% acima dos detentores das ações ordinárias.
segunda-feira, 1 de março de 2010
GTD Participações entrando na CARTEIRA PERMANENTE
GTDP3/4B ENTRANDO NA CARTEIRA PERMANENTE, INDICADA A 70 CENTAVOS.
Leilão de Biodiesel...
Biodiesel encerra 1ª etapa
A primeira etapa do 17º Leilão de Biodiesel registrou a venda de 452 milhões de l, ao preço médio de R$2,242, com tributos federais PIS/Pasep e Cofins incluídos no valor. O deságio em relação ao preço máximo de abertura (R$2,300/l) foi de 2,5%. O menor preço por litro até então foi R$2,185 e o maior R$2,270.
Esse volume corresponde ao 1º lote do leilão, equivalente a 80% da demanda prevista para B5 (5% de biodiesel no diesel) no segundo trimestre de 2010. Participaram apenas produtores detentores do Selo Combustível Social. O valor transacionado até o momento superou R$1,01 bilhão.
O segundo lote, 20% restantes (113 milhões de litros), teve início no final da tarde de hoje, mas será concluído amanhã (2/1). Nesta etapa podem concorrer quaisquer produtores, com ou sem o certificado. Os nomes das empresas ganhadoras só serão divulgados após o encerramento de todo o certame."
http://www.energiahoje.com/online/biocombustiveis/biodiesel/2010/03/01/405065/b iodiesel-encerra-1%C2%AA-etapa.html
A primeira etapa do 17º Leilão de Biodiesel registrou a venda de 452 milhões de l, ao preço médio de R$2,242, com tributos federais PIS/Pasep e Cofins incluídos no valor. O deságio em relação ao preço máximo de abertura (R$2,300/l) foi de 2,5%. O menor preço por litro até então foi R$2,185 e o maior R$2,270.
Esse volume corresponde ao 1º lote do leilão, equivalente a 80% da demanda prevista para B5 (5% de biodiesel no diesel) no segundo trimestre de 2010. Participaram apenas produtores detentores do Selo Combustível Social. O valor transacionado até o momento superou R$1,01 bilhão.
O segundo lote, 20% restantes (113 milhões de litros), teve início no final da tarde de hoje, mas será concluído amanhã (2/1). Nesta etapa podem concorrer quaisquer produtores, com ou sem o certificado. Os nomes das empresas ganhadoras só serão divulgados após o encerramento de todo o certame."
http://www.energiahoje.com/online/biocombustiveis/biodiesel/2010/03/01/405065/b iodiesel-encerra-1%C2%AA-etapa.html
GTD Participações
Prezados srs em aproximadamente 3 semanas o processo da Varig que está no STF será julgado, é o processo com o maior valor já julgado pela casa suprema da justiça Brasileira, e também o mais demorado... 25 anos... o valor é de dezenas de bilhões de reais , uma PARTE desse valor pertence ao Aerus...
A GTDP3B/4B tem participações significativas no Aerus, o Aerus tem um elevado percentual na GTD Participações... em 2006/2007 durante o leilão da Varig e em 2008 no STJ as ações da GTDP3B/4B mantiveram cotação de 4,00...
Hoje essas ações estão abaixo de 1,00... como não será possível ao investidor se posicionar na VAGV4 ... dá para o investidor tirar proveito desse evento nas GTD Participações, e além disso é uma bela ação que paga proventos anualmente e do setor de energia elétrica que é defensivo com mercado em crise...
É papel para ganhar dinheiro, observem os gráficos das datas que mencionei, vejam no site da Bovespa a composição do capital social , estudem antes de comprar... tem um gap aberto nos 4,00 que vai ser fechado nos próximos pregões e vai definir o canal de alta 7,00 - 10,00...
A GTDP3B/4B tem participações significativas no Aerus, o Aerus tem um elevado percentual na GTD Participações... em 2006/2007 durante o leilão da Varig e em 2008 no STJ as ações da GTDP3B/4B mantiveram cotação de 4,00...
Hoje essas ações estão abaixo de 1,00... como não será possível ao investidor se posicionar na VAGV4 ... dá para o investidor tirar proveito desse evento nas GTD Participações, e além disso é uma bela ação que paga proventos anualmente e do setor de energia elétrica que é defensivo com mercado em crise...
É papel para ganhar dinheiro, observem os gráficos das datas que mencionei, vejam no site da Bovespa a composição do capital social , estudem antes de comprar... tem um gap aberto nos 4,00 que vai ser fechado nos próximos pregões e vai definir o canal de alta 7,00 - 10,00...
Ventos favoráveis vindos do exterior empurram Ibovespa para o alto
A Bolsa de Valores de São Paulo iniciou o mês de março em alta, acompanhando as principais bolsas mundiais, motivada pela divulgação de indicadores econômicos nos Estados Unidos. O clima positivo nas bolsas também ocorreu devido à alta no preço das “commodities”, já que o Chile, país que responde por cerca de um terço da produção mundial de cobre, foi devastado por um forte terremoto. Aqui no Brasil, como a maioria dos resultados corporativos previstos para hoje só serão divulgados após o encerramento do pregão, os investidores ficaram de olho no noticiário econômico interno.
No cenário econômico doméstico, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) da semana do dia 28 de fevereiro, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), marcou inflação de 0,68%, taxa 0,16 ponto percentual abaixo da apurada na medição anterior. É importante ressaltar que este é o menor resultado do IPC-S neste ano.
O Banco Central divulgou o Relatório Focus que elevou, pela sexta vez consecutiva, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A expectativa é de crescimento de 4,91% em 2010, ante o avanço de 4,86% projetado na última semana. Para 2011, as estimativas também se elevaram, para 4,53%.
Entre as notícias corporativas, a OGX Petróleo assinou com a OSX, também do grupo de Eike Batista, termos definitivos de acordo de cooperação estratégica para contratação de equipamentos de produção e afretamento da plataforma do tipo FPSO OSX-1. Perto das 18h, as ações ON da petrolífera ganharam 3,62%.
A MMX Mineração, outra empresa do grupo, informou a conclusão da subscrição de 101,8 milhões de ações e o contrato de fornecimento de minério de ferro para a Wisco. Às 18h, os ativos da mineradora subiram 0,46%, acompanhando o rali nas cotações do cobre, que dispararam nesta sessão em meio aos temores de choque na oferta, por conta do forte terremoto que atingiu o Chile.
A Brasil Foods divulgou que, no quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 6 milhões e reverteu o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 360 milhões, ante prejuízo de R$ 2,4 bilhões apurado em 2008. Próximo das 18h, os papéis ON da empresa valorizaram 1,11%.
Nos Estados Unidos, a divulgação de alguns indicadores econômicos e a notícia de um acordo de venda da unidade de seguros da AIG na Ásia, no valor de US$ 35,5 milhões, animou os investidores.
Segundo o Departamento do Comércio, o índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE), subiu 0,2% em janeiro, frente a dezembro, e seu núcleo ficou estável.
Os gastos com construção civil diminuíram 0,6% em janeiro, ante contração de 1,2% em dezembro de 2008.
Já o índice que mede o desempenho do setor de serviços registrou 56,5 pontos, resultado inferior às projeções, que estavam em torno de 58 pontos.
Por fim, o vice-presidente do Federal Reserve, Donald Kohn, anunciou que deixará a instituição ao término de seu mandato, em junho deste ano.
No cenário econômico doméstico, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) da semana do dia 28 de fevereiro, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), marcou inflação de 0,68%, taxa 0,16 ponto percentual abaixo da apurada na medição anterior. É importante ressaltar que este é o menor resultado do IPC-S neste ano.
O Banco Central divulgou o Relatório Focus que elevou, pela sexta vez consecutiva, as projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A expectativa é de crescimento de 4,91% em 2010, ante o avanço de 4,86% projetado na última semana. Para 2011, as estimativas também se elevaram, para 4,53%.
Entre as notícias corporativas, a OGX Petróleo assinou com a OSX, também do grupo de Eike Batista, termos definitivos de acordo de cooperação estratégica para contratação de equipamentos de produção e afretamento da plataforma do tipo FPSO OSX-1. Perto das 18h, as ações ON da petrolífera ganharam 3,62%.
A MMX Mineração, outra empresa do grupo, informou a conclusão da subscrição de 101,8 milhões de ações e o contrato de fornecimento de minério de ferro para a Wisco. Às 18h, os ativos da mineradora subiram 0,46%, acompanhando o rali nas cotações do cobre, que dispararam nesta sessão em meio aos temores de choque na oferta, por conta do forte terremoto que atingiu o Chile.
A Brasil Foods divulgou que, no quarto trimestre do ano passado, o lucro líquido da companhia totalizou R$ 6 milhões e reverteu o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2009, o lucro líquido foi de R$ 360 milhões, ante prejuízo de R$ 2,4 bilhões apurado em 2008. Próximo das 18h, os papéis ON da empresa valorizaram 1,11%.
Nos Estados Unidos, a divulgação de alguns indicadores econômicos e a notícia de um acordo de venda da unidade de seguros da AIG na Ásia, no valor de US$ 35,5 milhões, animou os investidores.
Segundo o Departamento do Comércio, o índice de preços para gastos com consumo pessoal (PCE), subiu 0,2% em janeiro, frente a dezembro, e seu núcleo ficou estável.
Os gastos com construção civil diminuíram 0,6% em janeiro, ante contração de 1,2% em dezembro de 2008.
Já o índice que mede o desempenho do setor de serviços registrou 56,5 pontos, resultado inferior às projeções, que estavam em torno de 58 pontos.
Por fim, o vice-presidente do Federal Reserve, Donald Kohn, anunciou que deixará a instituição ao término de seu mandato, em junho deste ano.
IGBR3 alegriasss...
Minha projeção para IGBR3 é de 19,90 devido a agenda de eventos corporativos, relação risco x retorno favorável.
GTD PARTICIPAÇÕES
GTDP3B GTDP4B são negociadas em mercado SOMA e correspondem a ativos de participação em energia elétrica, originalmente na ESPIRITO SANTO CENTR.ELETR. S.A.-ESCELSA e depois sendo assimilada pela EDP - Energias Do Brasil S.A passou a deter 9,9% desta.
http://www.enersul.com.br/energia/investidores/fatos_relevantes/pdf/070405.pdf
Os cálculos de Valor patrimonial da GTD seria portanto a participação que possui na EDP de 9,9% do capital total.
http://www.enersul.com.br/energia/investidores/fatos_relevantes/pdf/070405.pdf
Os cálculos de Valor patrimonial da GTD seria portanto a participação que possui na EDP de 9,9% do capital total.
Ecodiesel - plantão -
Valor Online
SÃO PAULO - A Petrobras anunciou hoje um investimento de R$ 66 milhões para duplicar a capacidade de produção de biodiesel na usina de Candeias, na Bahia.
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/03/01/petrobras-duplica-usina-de-biod iesel-na-bahia-915960701.asp
SÃO PAULO - A Petrobras anunciou hoje um investimento de R$ 66 milhões para duplicar a capacidade de produção de biodiesel na usina de Candeias, na Bahia.
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/03/01/petrobras-duplica-usina-de-biod iesel-na-bahia-915960701.asp
RHDS3
Líder no mercado sul-americano, a M&G - empresa do Gruppo Mossi & Ghisolfi (M&G) -
desenvolve resinas para embalagens PET e fibras de poliéster para a indústria têxtil, dois
importantes setores da economia.
Diretrizes Estratégicas
Cinco diretrizes fundamentais orientam as atividades da M&G:
A M&Gé uma empresa com performance de nível internacional.
A M&G adianta-se às necessidades de seus clientes, criando com eles efetivas parcerias de trabalho.
A M&G ouve atentamente seus clientes para antecipar mudanças no perfil da demanda.
A M&G desenvolve produtos, aplicações e serviços de alto valor agregado, com a utilização de modernos processos, para transferir aos seus clientes os benefícios de tecnologias mais avançadas e mais competitivas.
A M&G empenha-se em merecer de seus investidores lealdade e uma contribuição efetiva para o crescimento da empresa, assegurando retorno adequado aos seus investimentos.
BREVE HISTÓRICO:
A criação da Companhia ocorreu em maio de 1994, através da associação das operações de poliéster da Rhodia Brasil Ltda. e do Grupo Sinasa (então sucessor das operações das Celanese no Brasil).
Em 2002 a Mossi & Ghisolfi International S.A adquiriu o controle acionário da M&G Poliéster S.A (anteriormente denominada Rhodia-Ster S.A) do grupo Rhodia Brasil Ltda. Atualmente a M&G Poliéster S.A é controlada pela MGlobal Participações Ltda (74,88%) que por sua vez é controlada pela Mossi & Ghisolfi International (100%).
Em 2007 a Companhia incorporou a M&G Polímeros Brasil S.A., maior fábrica de resina PET do mundo com capacidade nominal de 474.500 toneladas/ano. Conforme aprovado em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 25 de julho de 2007, a Companhia emitiu 6.008.878.425 novas ações ordinárias que foram subscritas e integralizadas pela MGlobal Participações Ltda. (atual M&G Resinas e Participações) com a totalidade da participação no capital da M&G Polímeros Brasil S.A., resultando em aumento de capital de R$155.711 e acréscimo das reservas de capital de R$72.246. Também foi ratificada a conversão da totalidade das ações preferenciais de emissão da Companhia em ações ordinárias, na proporção de uma ação ordinária para cada ação preferencial.
M&G Poliéster S.A. é uma companhia aberta que tem suas ações negociadas em Bolsas de Valores nacionais, sob o código RHDS3 , COM PREÇO ALVO DE 1,25 DEZ/2010.
Segmento Resina PET
Visão Geral
A resina PET é uma mercadoria petroquímica global utilizada na indústria de embalagens. Pelas qualidades diferenciadas desta resina, sua demanda tem expandido significativamente durante os últimos anos, embasada no crescimento do mercado e na substituição de outros materiais mais tradicionais. O consumo per capita do Brasil é baixo em relação aos padrões globais e as previsões de demanda continuam a apresentar rápido crescimento no consumo interno.
A indústria petroquímica brasileira vem produzindo PET há mais de 15 anos para suprir a demanda interna e a demanda do Mercosul, mas não acompanhou o crescimento da demanda. Além da M&G Polímeros Brasil S.A., nenhuma capacidade significativa está atualmente programada para entrar em operação nos mercados brasileiro e sul-americano nos próximos anos. A produção de PET é uma indústria com preços e margens cíclicos, resultantes do balanço entre oferta e demanda global e por mercado.
Direcionadores de Demanda e Aplicações
Direcionadores de Demanda
A demanda da resina PET, assim como diversos produtos petroquímicos, depende principalmente:
- do desempenho macroeconômico global e;
- do poder aquisitivo dos consumidores finais.
O consumo de PET em um mercado / país em particular é também fortemente afetado pelo grau alcançado de substituição de outros materiais tradicionais de embalagens pela resina PET. Graus de substituição mais baixos significam maior potencial de crescimento do consumo.
Aplicações
As principais propriedades da resina PET são:
- rigidez e alta resistência a impacto;
- excelente resistência térmica e química;
- excelente barreira para gases (especialmente contra dióxido de carbono e oxigênio);
- peso muito menor comparado a outros materiais tradicionais de embalagens;
- transparência e brilho.
Por todas estas propriedades, a resina PET demonstrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo os custos de transporte e produção e oferecendo aos consumidores um produto substancialmente resistente, barato, seguro e moderno. O PET é o melhor plástico para a indústria de garrafas e embalagem para refrigerantes, água, suco, óleo comestível, remédios, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, bebidas destiladas, isotônicos e cerveja, entre outras.
O ano de 2008 foi marcado por períodos distintos. Os nove primeiros meses se apresentaram com forte demanda por resina PET e no último trimestre ocorreu uma redução da demanda ligado a paralisação do mercado de crédito e a redução do nível de atividade ao redor do mundo e que se refletiu nos indicadores brasileiros a partir do 4T08. A redução foi ao redor de 7% na média quando comparado com os trimestres precedentes, mas bem inferior quando comparada a redução da atividade econômica de forma geral. No último trimestre ocorreu acentuada queda dos preços das matérias-primas e consequentemente dos preços da resina PET, mas ouve recuperação de margem conforme demonstram os números do 4T08.
Segmento Fibras de Políester
O segmento Fibras alcançou em 2008 volume de 78,2 mil toneladas, 10,3% inferior às vendas de 2007, de 87,2 mil toneladas, o melhor ano do segmento. O volume 2008 voltou as marcas históricas com relação aos anos 2005 e 2006 em decorrência da redução do nível de atividade na economia de forma geral. É observado neste inicio de 2009 uma recuperação de volumes beneficiando-se com a desvalorização do real frente ao dólar norte-americano.
A receita líquida desse segmento foi de R$283,2 milhões, uma redução de 6,3% quando comparado com os R$302,2 milhões do ano anterior, basicamente por queda no volume no 4T08, líquido do beneficio da desvalorização da moeda repassado aos preços de venda.
Reciclagem
A Companhia, através da unidade de negócios Fibra de Poliéster, continuou ampliando as atividades no desenvolvimento de produtos ecologicamente corretos. Isso somado a uma economia aquecida nos 3 primeiros trimestres de 2008 propiciou a M&G, através da Recipet (incorporada pela M&G Fibras e Resinas em maio de 2008) e da unidade de Fibras de Poços de Caldas, intensificar o uso de PET reciclado na produção. Em 2008, a Recipet resgatou cerca de 200 milhões de garrafas descartadas,às quais deu um destino ambientalmente correto, sendo que quase 50 milhões dessas garrafas, aproximadamente 25%, foram usadas como matéria prima para produzir fibra na M&G. Esse aumento do consumo de reciclados para a produção de fibras na M&G significou um crescimento de 38% em relação ao ano anterior.
desenvolve resinas para embalagens PET e fibras de poliéster para a indústria têxtil, dois
importantes setores da economia.
Diretrizes Estratégicas
Cinco diretrizes fundamentais orientam as atividades da M&G:
A M&Gé uma empresa com performance de nível internacional.
A M&G adianta-se às necessidades de seus clientes, criando com eles efetivas parcerias de trabalho.
A M&G ouve atentamente seus clientes para antecipar mudanças no perfil da demanda.
A M&G desenvolve produtos, aplicações e serviços de alto valor agregado, com a utilização de modernos processos, para transferir aos seus clientes os benefícios de tecnologias mais avançadas e mais competitivas.
A M&G empenha-se em merecer de seus investidores lealdade e uma contribuição efetiva para o crescimento da empresa, assegurando retorno adequado aos seus investimentos.
BREVE HISTÓRICO:
A criação da Companhia ocorreu em maio de 1994, através da associação das operações de poliéster da Rhodia Brasil Ltda. e do Grupo Sinasa (então sucessor das operações das Celanese no Brasil).
Em 2002 a Mossi & Ghisolfi International S.A adquiriu o controle acionário da M&G Poliéster S.A (anteriormente denominada Rhodia-Ster S.A) do grupo Rhodia Brasil Ltda. Atualmente a M&G Poliéster S.A é controlada pela MGlobal Participações Ltda (74,88%) que por sua vez é controlada pela Mossi & Ghisolfi International (100%).
Em 2007 a Companhia incorporou a M&G Polímeros Brasil S.A., maior fábrica de resina PET do mundo com capacidade nominal de 474.500 toneladas/ano. Conforme aprovado em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 25 de julho de 2007, a Companhia emitiu 6.008.878.425 novas ações ordinárias que foram subscritas e integralizadas pela MGlobal Participações Ltda. (atual M&G Resinas e Participações) com a totalidade da participação no capital da M&G Polímeros Brasil S.A., resultando em aumento de capital de R$155.711 e acréscimo das reservas de capital de R$72.246. Também foi ratificada a conversão da totalidade das ações preferenciais de emissão da Companhia em ações ordinárias, na proporção de uma ação ordinária para cada ação preferencial.
M&G Poliéster S.A. é uma companhia aberta que tem suas ações negociadas em Bolsas de Valores nacionais, sob o código RHDS3 , COM PREÇO ALVO DE 1,25 DEZ/2010.
Segmento Resina PET
Visão Geral
A resina PET é uma mercadoria petroquímica global utilizada na indústria de embalagens. Pelas qualidades diferenciadas desta resina, sua demanda tem expandido significativamente durante os últimos anos, embasada no crescimento do mercado e na substituição de outros materiais mais tradicionais. O consumo per capita do Brasil é baixo em relação aos padrões globais e as previsões de demanda continuam a apresentar rápido crescimento no consumo interno.
A indústria petroquímica brasileira vem produzindo PET há mais de 15 anos para suprir a demanda interna e a demanda do Mercosul, mas não acompanhou o crescimento da demanda. Além da M&G Polímeros Brasil S.A., nenhuma capacidade significativa está atualmente programada para entrar em operação nos mercados brasileiro e sul-americano nos próximos anos. A produção de PET é uma indústria com preços e margens cíclicos, resultantes do balanço entre oferta e demanda global e por mercado.
Direcionadores de Demanda e Aplicações
Direcionadores de Demanda
A demanda da resina PET, assim como diversos produtos petroquímicos, depende principalmente:
- do desempenho macroeconômico global e;
- do poder aquisitivo dos consumidores finais.
O consumo de PET em um mercado / país em particular é também fortemente afetado pelo grau alcançado de substituição de outros materiais tradicionais de embalagens pela resina PET. Graus de substituição mais baixos significam maior potencial de crescimento do consumo.
Aplicações
As principais propriedades da resina PET são:
- rigidez e alta resistência a impacto;
- excelente resistência térmica e química;
- excelente barreira para gases (especialmente contra dióxido de carbono e oxigênio);
- peso muito menor comparado a outros materiais tradicionais de embalagens;
- transparência e brilho.
Por todas estas propriedades, a resina PET demonstrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo os custos de transporte e produção e oferecendo aos consumidores um produto substancialmente resistente, barato, seguro e moderno. O PET é o melhor plástico para a indústria de garrafas e embalagem para refrigerantes, água, suco, óleo comestível, remédios, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, bebidas destiladas, isotônicos e cerveja, entre outras.
O ano de 2008 foi marcado por períodos distintos. Os nove primeiros meses se apresentaram com forte demanda por resina PET e no último trimestre ocorreu uma redução da demanda ligado a paralisação do mercado de crédito e a redução do nível de atividade ao redor do mundo e que se refletiu nos indicadores brasileiros a partir do 4T08. A redução foi ao redor de 7% na média quando comparado com os trimestres precedentes, mas bem inferior quando comparada a redução da atividade econômica de forma geral. No último trimestre ocorreu acentuada queda dos preços das matérias-primas e consequentemente dos preços da resina PET, mas ouve recuperação de margem conforme demonstram os números do 4T08.
Segmento Fibras de Políester
O segmento Fibras alcançou em 2008 volume de 78,2 mil toneladas, 10,3% inferior às vendas de 2007, de 87,2 mil toneladas, o melhor ano do segmento. O volume 2008 voltou as marcas históricas com relação aos anos 2005 e 2006 em decorrência da redução do nível de atividade na economia de forma geral. É observado neste inicio de 2009 uma recuperação de volumes beneficiando-se com a desvalorização do real frente ao dólar norte-americano.
A receita líquida desse segmento foi de R$283,2 milhões, uma redução de 6,3% quando comparado com os R$302,2 milhões do ano anterior, basicamente por queda no volume no 4T08, líquido do beneficio da desvalorização da moeda repassado aos preços de venda.
Reciclagem
A Companhia, através da unidade de negócios Fibra de Poliéster, continuou ampliando as atividades no desenvolvimento de produtos ecologicamente corretos. Isso somado a uma economia aquecida nos 3 primeiros trimestres de 2008 propiciou a M&G, através da Recipet (incorporada pela M&G Fibras e Resinas em maio de 2008) e da unidade de Fibras de Poços de Caldas, intensificar o uso de PET reciclado na produção. Em 2008, a Recipet resgatou cerca de 200 milhões de garrafas descartadas,às quais deu um destino ambientalmente correto, sendo que quase 50 milhões dessas garrafas, aproximadamente 25%, foram usadas como matéria prima para produzir fibra na M&G. Esse aumento do consumo de reciclados para a produção de fibras na M&G significou um crescimento de 38% em relação ao ano anterior.
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