Mesmo acumulando uma desvalorização de 25% no ano, no caso de sua ação preferencial, a Petrobras foi a favorita dos leitores para assumir o posto de melhor desempenho do segundo semestre. Envolta na questão de sua capitalização, a companhia vem sofrendo com as indefinições envolvendo a operação, de forma que nem mesmo os anúncios de novas descobertas animam os papéis.
Contudo, a companhia ainda conta com o respaldo do mercado, o que pode ser confirmado, por exemplo, pela declaração da Standard & Poor’s, que disse que o rating da petrolífera, “BBB-“, reflete um perfil de risco de negócio satisfatório e um perfil de risco financeiro intermediário, descartando fazer mudanças na classificação da companhia.
Por sua vez, Frank McGann e Conrado Vegner, do Bank of America Merrill Lynch, avaliaram que "o nível de incertezas em relação à oferta de ações deverá diminuir ao longo das próximas semanas, tendo um efeito positivo no preço das ações". Para os dois analistas, o desempenho das ações até o momento não corresponde com a realidade da companhia.
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