Pré-candidata do partido à sucessão presidêncial afirma que seu governo buscaria redução de impostos para segmento e espaço para manutenção e criação de novos incentivos para novos projetos
Fábio Couto, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política
11/06/2010
Foi no Ministério de Minas e Energia que a economista Dilma Rousseff passou a ser nacionalmente conhecida, ao assumir a pasta, em 2003. Após a missão de reformular o marco regulatório para o setor elétrico, ela assumiu a Casa Civil, em 2005. Como ministra-chefe da Casa Civil, ela teve, entre outras tarefas, a atribuição de implementar e gerenciar o Programa de Aceleração do Crescimento - que tem a premissa de priorizar projetos considerados essenciais nas políticas setoriais. Entre vários empreendimentos, estão listados várias usinas e linhas de transmissão.
E agora, como pré-candidata a Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores, Dilma reitera, como proposta de governo, a estabilidade nas regras, mantendo o tripé que norteou a remodelagem do setor: a modicidade tarifária, a segurança do abastecimento e a manutenção de uma matriz energética renovável. E uma das diretrizes de ação está baseada no Programa de Aceleração do Crescimento - que teve a segunda etapa divulgada no final de março. Em entrevista exclusiva à Agência CanalEnergia, ela conta que, se eleita, deve manter e, se for necessário, criar novos incentivos para viabilizar os projetos de energia listados no PAC 2.
http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Artigos_e_Entrevistas.asp?id=78001
Foco em: ELET3, ENBR3, LIGT3 e GTD Part.
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