
Em 1936, o Sr. Oscar Chiarelli adquiriu de seu irmão Luiz Chiarelli, o acervo da antiga olaria dos Irmãos Brunelli, então situado no Bairro das Olarias, em Mogi Guaçu, no Estado de São Paulo, iniciando com isso uma indústria de telhas de todos os tipos conhecidos na época.
A princípio, como firma individual que levava o nome de seu fundador sendo seu capital registrado de US$ 50.000,00. Graças, porém, ao seu trabalho e esforço constante, contando com a qualidade excepcional da matéria prima de que é tão pródigo o município, aliado ao grande progresso que experimentou o país após a Segunda guerra mundial, tornou-se aquela incipiente indústria do barro, na atual, pujante e conceituada Cerâmica Chiarelli S.A.
Em 1952, agora já contando com o concurso de familiares, a industria de telhas se transformou, a médio prazo, em fabrica de pisos cerâmicos, cujo produto passou a substituir com grande vantagem o denominado “ “ladrilho hidráulico”.
Com a demanda sempre crescente e com o grande progresso do mercado da construção civil, o desenvolvimento da industria passou a ser uma constante, exigindo novos investimentos para sua expansão e aperfeiçoamento técnico da produção.
Visando também o aperfeiçoamento da estrutura jurídica da empresa industrial que já delineava, a firma individual de Oscar Chiarelli transformou-se em 03 de janeiro de 1955, na sociedade por quotas de responsabilidade limitada, com razão social e denominação de Cerâmica Chiarelli Ltda., e com capital de aproximadamente US$ 70.000,00, totalmente integralizado com a admissão de novos sócios quotistas, todos membros da família do fundador da indústria, sendo eles : Zoé Bueno Chiarelli, Maria Emilia Bueno Chiarelli de Souza, Euro Albino de Souza, Odete Chiarelli Martini, Oscar Chiarelli Filho, Rubens Chiarelli, Maria Conceição Pedrini Chiarelli, Regina Helena Chiarelli Turato e Victor Luiz Martini.
Em dezembro de 1959 ainda por força de novos investimentos, o capital novamente voltou a ser aumentado para US$ 77.000,00, ocasião em que foi admitido como sócio o Sr. Carlos Turato Filho e a Sra. Maria Helena Bueno Chiarelli.
Em 1960 a empresa deu início a produção de ladrilhos cerâmicos pretos, com finalidade de diversificação da linha de produção.
Em janeiro de 1961, não só com o aproveitamento de lucros suspensos, como também, em virtude de reavaliação facultativa do ativo imobilizado, além da incorporação de bens imóveis, no caso a propriedade rural denominada Fazenda Pantanal, transformou-se a sociedade por quotas de responsabilidade limitada em sociedade anônima, com capital social de US$ 110.000,00, representado por 30.000 ações ordinárias, passando a razão social e a denominação a ser a mesma que atualmente tem a empresa : Cerâmica Chiarelli S.A. Durante o período de 1961 a 1963, continuou a empresa a experimentar o mesmo crescimento, e os produtos continuavam a merecer no mercado a mesma preferência, graças à qualidade e esmero de fabricação, surgindo daí, a necessidade de aumentar a produção, diminuindo o custo e racionalizando os processos até então utilizados.
Para isso, a empresa promoveu a transformação do sistema de queima dos ladrilhos cerâmicos, construindo 2 (duas) unidades de produção, constituídas de dois fornos contínuos a túnel e secadores a túnel Allied, alimentados por combustível, mais especificamente o denominado “óleo baiano” , que foram dispensando, gradativamente, o consumo de lenha para alimentação dos chamados “fornos garrafões” , também gradativamente eliminados.
Promoveu-se ainda em função destes investimentos, com a intenção de melhorar a produtividade, a mecanização de diversos setores da produção, introduzindo, novos processos para racionalização da fabricação, montagem de laboratório de análises de matérias primas e experiências para novos lançamentos, não se descuidando, paralelamente, da parte social e de relacionamento com empregados, construindo ambulatório médico, sanitários, banheiros e vestiários, bem como, montando farmácia privativa e estabelecendo convênios com entidades especializadas no atendimento social, tais como : Sesi, Sindicato, etc.
Em 1965 e 1966, a empresa construiu uma nova seção para fabricação de ladrilhos cerâmicos em cores, dotada de nova tecnologia e de maior capacidade, para atender a crescente demanda de materiais nas cores amarelo e pérola. Esse empreendimento exigiu, na ocasião, elevados recursos financeiros. Em 1969, com a constante ascensão dos negócios sociais, e a permanente preocupação de seus diretores em manter a liderança conquistada no mercado, a empresa iniciou a construção de mais um conjunto de forno e secador Allied, que foi denominado forno 3, o qual entrou em funcionamento no mesmo ano. Com ele, conseguiu-se um aumento de produção da ordem de 30%, assegurando com isso, o suprimento do mercado interno, cada vez mais promissor.
Nesta mesma época a empresa começava a promover a venda de seus produtos para o Paraguai, Uruguai e Bolívia, propiciando o desenvolvimento de um programa de maior incremento nas exportações, com o aproveitamento de incentivos fiscais e governamentais. Ainda no ano de 1969, diretores da empresa viajaram para a Itália com finalidade de conhecer as mais modernas técnicas ceramistas, visando reduzir custos e aumentar a produtividade. Como resultado prático da viagem, foram adquiridas duas prensas automáticas italianas de fabricação Sacmi Impianti SpA., cujos custos foram sensivelmente reduzidos, em virtude de isenção de impostos e de direitos aduaneiros para importação de equipamentos sem similaridade nacional. Instaladas e em funcionamento, essas prensas comprovaram o acerto da medida, pois não só propiciaram maior produtividade, como também, ainda permitiram a eliminação de mão de obra e redução dos riscos de acidentes tão comuns nas prensas manuais.
Nos anos de 1970 e 1971, a empresa, novamente através de incentivos fiscais governamentais adquiriu mais 6 prensas automáticas, agora da marca Welko, elevando para 8 (oito) o número de prensas automáticas em plena atividade na indústria. Também nesse período, foi colocada em funcionamento uma nova e moderna seção de moagem de argilas, sendo esta, considerada na época, a mais moderna de toda a América do Sul. Como conseqüência desse progresso e da ininterrupta ascensão, a Cerâmica Chiarelli S.A., promoveu em 28/10/1971 a abertura e democratização de seu capital mediante subscrição pública, com finalidade de atender a expansão das atividades operacionais da empresa. Em 1972 impulsionada pelo aporte de recursos da democratização de seu capital, a empresa iniciou a produção de bases (biscoito) para fabricação de ladrilhos cerâmicos esmaltados e decorados.
Em 1975 aproveitando incentivos fiscais municipais e federais (isenção de impostos de importação sobre equipamentos sem similaridade nacional) e apoio financeiro do Badesp/BNH, através do programa Regir/Reinvest, a empresa construiu uma nova unidade industrial denominada unidade II, para uma produção de 45.000 m2/mês de pisos decorados pelo sistema monoqueima, como também, promoveu o aumento de produção na matriz, com a entrada em funcionamento da 4ª unidade de forno a túnel Siti e nova seção de prensagem, agora composta por 14 prensas automáticas. No final de 1976, foi contratado junto ao Badesp novo financiamento visando a duplicação da unidade II, proporcionando com isso, aumento de produção da ordem de 50.000 m2/mês, como também, redução nos custos de produção graças ao aproveitamento da infra-estrutura industrial existente, ficando já no início de 1978 totalmente concluída esta 2ª etapa, com capacidade total de 95.000 m2/mês de revestimentos cerâmicos esmaltados e decorados.
No segundo semestre de 1978, a empresa planejou e realizou no prazo de 8 meses um projeto de atualização tecnológica, compreendendo a substituição de doze (12) fornos intermitentes tipo garrafão com capacidade de 70.000 m2/mês por um forno contínuo a túnel marca Siti com capacidade para 100.000 m2/mês.
Em 1980, com a crescente necessidade de atualização tecnológica, e, também, de atender a demanda por novos produtos que o mercado exigia, iniciou a implantação de mais um projeto, objetivando substituir o sistema de moagem pastosa por um sistema de moagem atomizada, o qual, concluído em 1981, demandou investimentos de US$ 1.750.000,00 e, proporcionou sensível redução nos custos de produção já neste exercício. Ainda durante o exercício de 1981, dentro de seu plano de expansão, a empresa concluiu as obras de construção civil, visando a ampliação da unidade II - monoqueima, investindo recursos da ordem de US$ 950.000,00 de um total orçado de US$ 6.000.000,00.
Em 1982 e 1983 dentro de um plano de substituição energética elaborado pela empresa, implantou-se na unidade matriz, um gerador de calor a carvão mineral e na unidade II um gerador de gás a base de carvão vegetal, em substituição aos combustíveis utilizados (óleo combustível e GLP), desativados em 1990, em razão de proibição do uso de carvão vegetal pelas industrias cerâmicas.
Em 28 de março de 1985, o capital social que era representado por 6.586.272 ações ordinárias sem valor nominal, passou, mediante subscrição em dinheiro para 7.800.000 ações, sendo 6.586.272 ações ordinárias e 1.213.728 ações preferenciais sem valor nominal.
Em fins de 1985 a empresa concluiu a ampliação da unidade II - monoqueima, com a instalação de mais um forno bi-canal em sua linha de produção, que entrando em operação no inicio de 1986, aumentou a capacidade de produção de 95.000 m2/mês para 200.000 m2/mês de revestimentos monoqueima.
Já no exercício de 1987, com nova ampliação desta unidade industrial, entrou em operação a 4ª unidade de forno bi-canal, ampliando novamente a capacidade instalada de 200.000 m2/mês para 320.000 m2/mês.
Em 29/04/1988, mediante incorporação de reservas, o capital social foi novamente elevado e aprovado o desdobramento nas quantidades de ações, atribuindo-se 9 novas ações para cada unidade possuída, passando o capital social a ser representado por 78.000.000 ações sem valor nominal, sendo 65.862.720 ações ordinárias e 12.137.280 ações preferenciais, todas nominativas sem valor nominal.
Em outubro de 1988, com nova ampliação da linha de produção, foi instalada em sua matriz uma unidade para produção de pisos pelo processo monoqueima com capacidade para 120.000 m2/mês; essa quantidade veio se somar aos 320.000 m2/mês da unidade II, passando a capacidade total para 440.00 m2/mês sua produção de pisos pelo processo monoqueima.
Com a forte recessão verificada a partir do exercício de 1990, a empresa se viu obrigada a desativar sua unidade produtora de revestimentos não esmaltados (bases para esmaltação), permanecendo apenas com as unidades produtoras de revestimentos esmaltados pelo processo monoqueima, e, reduzindo dessa forma sua capacidade nominal instalada de produção para 5.160 mil m2/ano. Ainda em fins de 1990 e princípio de 1991, com a grande queda no volume de vendas do setor, a empresa foi obrigada a paralisar de dezembro de 1990 a fevereiro de 1991 suas linhas de produção de revestimentos cerâmicos esmaltados monoqueima, reiniciando a produção em março de 1991 com a retomada das vendas. Mesmo com a retomada da produção em março de 1991, o mercado de revestimentos cerâmicos, como toda economia brasileira, sentindo os efeitos da grande recessão que se iniciou em 1990, trazendo como conseqüência uma ociosidade operacional praticamente em todo o setor e em nossa empresa em particular, representou 73% da capacidade instalada de revestimentos monoqueima.
No período de 1991 a 1995, a empresa apenas executou investimentos direcionados a automação e melhoria do processo industrial, principalmente nos setores de escolha, embalagem e movimentação de produtos, e de substituição energética em determinados setores. Estes investimentos tiveram como objetivo principal o aumento da produtividade, adequação dos produtos às normas de qualidade exigidos pelo mercado e na redução de custos.
Durante o exercício de 1996, deu-se inicio às obras de construção civil e contratada a expansão da unidade II, para ampliação da capacidade produtiva em 210.000 m2/mês, elevando com isto a capacidade nominal da empresa para 660.000 m2/mês de revestimentos cerâmicos pelo processo monoqueima. Os recursos necessários para a realização deste investimento, no montante de R$ 5.500.000,00, foram obtidos através de recursos próprios, de financiamento junto ao Finame e diretamente junto a fornecedores de equipamentos nacionais e externos. Com a realização deste investimento, foi melhor aproveitada a infra estrutura industrial existente, como também, a modernização do parque fabril, que com isso proporcionará melhor escala de produção, propiciando rentabilidade necessária e compatível com o investimento realizado, entrando em operação durante o 4º trimestre de 1997.
Nos exercícios de 1998, 1999 e 2000, foram realizados apenas pequenos investimentos, destinados a atualização tecnológica, automação do processo produtivo, visando economia e racionalização da produção e lançamento de novas linhas de produtos.
Em 2001, a empresa além da continuação da realização de pequenos investimentos destinados a atualização tecnológica e automação do processo produtivo, concluiu projetos de substituição dos combustíveis derivados de petróleo por gás natural e reciclagem de água e resíduos industriais como forma de redução de perdas no processo produtivo.
Em 2002, foram também, realizados apenas pequenos investimentos, destinados a atualização tecnológica, automação de linhas de produção, buscando economia, melhora na performance dos equipamentos e racionalização da produção, visando o lançamento de novas linhas de produtos.
Durante o exercício de 2003, visando aumentar sua capacidade instalada, modernização de seu parque fabril e melhoria de seu processo produtivo, a empresa adquiriu, para instalação em sua unidade matriz, uma nova linha de produção de fabricação Sacmi - Itália, para pisos e revestimentos cerâmicos, composta por 2 prensas e secadores, 2 linhas de esmaltação, forno bi-canal além de linhas para escolha e embalagem, com capacidade para 3.300.000 m2 ano.
O programa de investimentos iniciado em 2003, destinado a ampliação da capacidade instalada da empresa foi complementado, e os equipamentos relativos à primeira fase do projeto tiveram sua operação iniciada no final do primeiro semestre de 2004, acrescentando um volume de 150.000 m2 mês na capacidade instalada. Em meados do 1º trimestre de 2005 o projeto foi concluído, com um acréscimo de mais 150.000 m2 na capacidade de produção.
A capacidade produtiva da empresa continua sendo a mesma desde o primeiro trimestre de 2005, com sua produção se situando entre os 400 mil e 480 mil m2 mensais. A empresa está em processo de recuperação judicial, cujo deferimento se deu em 05/01/2009 pelo juízo da 3a. Vara Judicial da Comarca de Mogi Guaçu, Estado de São Paulo. A empresa está com sua produção paralisada desde meados de outubro de 2008, em razão das sérias dificuldades financeiras por qual a empresa passa.
CARACTERISTICAS:
O mercado mundial de revestimentos cerâmicos manteve em 2008 o nível de crescimento verificado em exercícios anteriores, permanecendo a China como grande líder mundial na sua produção. Os produtores brasileiros, com a constante inovação nas linhas de produtos e com o aprimoramento da qualidade, também tem aumentando ano após ano sua capacidade produtiva, ocupando hoje o 2 lugar entre os maiores produtores mundiais, superando a Espanha e a Itália, tradicionais produtores de cerâmicas. O setor conta com 94 empresas com 117 plantas industriais, instaladas em 18 estados brasileiros, com maior concentração nos Estados de São Paulo e Santa Catarina. Com sua constante expansão, o setor chegou no final de 2008 com uma capacidade instalada de 781 milhões de m2/ano, apresentando um crescimento de 11,9% em relação aos 698 milhões de m2/ano em 2007. A produção durante o exercício de 2008 apresentou um volume de 713,4 milhões de m2, mostrando um crescimento de 12% em relação aos 637,1 milhões de m2 produzidos no exercício anterior.
O processo de expansão produtiva tende a retrair, acompanhando a tendência do mercado consumidor.
As plantas brasileiras contam com a melhor tecnologia disponível no mundo, com praticamente a totalidade da produção em conformidade com as normas internacionais. A ABNT em conjunto com a indústria, institutos especializados, representantes de consumidores e universidades, publicou a norma ABNT-NBR 15463 – Norma Brasileira para o Porcelanato, tornando-se o Brasil o primeiro país no mundo a dispor de norma específica para o produto, dando maior garantia aos consumidores.
O setor fechou o exercício com um crescimento de 7,85% no volume de vendas, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmicas para Revestimento – Anfacer, onde foram comercializados 686,8 milhões de m2, superando os 636,8 milhões de m2 alcançados em 2007. Desse total, 605,4 milhões de m2 (534,7 milhões de m2 em 2007) foram vendidos no mercado interno, permanecendo o país como o 2 maior consumidor mundial de revestimentos cerâmicos, e 81,4 milhões de m2 (102,1 milhões de m2 em 2007) no mercado externo.
Em 2008 o mercado de revestimento cerâmico, como os demais segmentos produtivos, sofreu o impacto da crise mundial, trazendo grande reflexo nas exportações do setor, as quais apresentaram uma redução de 20,3% em relação ao exercício anterior, principalmente sobre aquelas destinadas ao mercado Norte Americano, nosso grande parceiro externo
Diante do quadro adverso que apresenta a economia mundial, as expectativas são de cautela, no aguardo de que com as já medidas tomadas, possamos reduzir rapidamente os impactos causados à economia e retomar um crescimento sustentado.
A empresa produziu no exercício 3.851 mil de m2 de pisos, revestimentos cerâmicos e porcelanatos, apresentando uma retração de 13% sobre os 4.404 mil m2 produzidos no exercício anterior.
As vendas no exercício foram de 4.122 mil m2, apresentando, também, retração de 5% em relação aos 4.324 mil m2 comercializados no exercício de 2007.
A Companhia participou da feira Revestir 2008 em São Paulo, onde aprsentou suas novas linhas de produtos grês, brilhantes, monoporosa e procelanato, nos formatos 31 cm x 42 cm, 31 cm x 60 cm, 43 cm x 43 cm e 50 cm x 50 cm. Com o lançamento desta nova linha, a empresa implantou nova estratégia mercadológica, mudando a cara de seus produtos junto ao mercado consumidor, cujo foco principal eram os produtos rústicos.
PONTOS IMPORTANTES:
1- A Empresa aguarda a aprovação da Prefeitura de Mogi Guaçu para venda do imóvel da Unidade I, conforme Fato Relevante publicado no Jornal da Tarde e no Diário Oficial do Estado de SP, em 18 de dezembro de 2009.
2 - A Empresa está sob o regime de Recuperação Judicial, aprovado pelo Juíz da 3ª Vara da Comarca de Mogi Guaçu, em 5 de janeiro de 2009.
3 - A Cerâmica Chiarelli S.A. é viável, conforme apresentado no Plano de Recuperação Judicial inicial e Plano de Recuperação Revisado e publicado no Jornal da Tarde e no Diário Oficial do Estado de SP, em 19 de outubro de 2009, disponível no site www.chiarelli.com.br.
4 - O Plano de Recuperação Judicial já foi aprovado, conforme mencionado na questão 2.
5 - O processo de venda de parte do ativo não operacional (imóvel da Unidade I) encontra-se em sua fase
final, dependendo de liberação do empreendimento pela Prefeitura local. O montante da dívida com os credores e colaboradores está no Plano de Recuperação Revisado.
* O importante é que pelo processo de Recuperação Judicial, o Juiz definiu 180 dias para a realização da assembléia de Credores, e isso foi em 15/09/2009, portanto temos até o dia 15/03/2010 para a Assembléia e liberação do PRJ.
Acompanhe o precesso.:
http://www.tj.sp.gov.br/PortalTJ3/Paginas/Pesquisas/Primeira_Instancia/Interior _Litoral_Civel/Por_comarca_interior_litoral_civel.aspx#topo
A minha análise é que pode haver uma possível compra por parte da Portobello. Já que a Portobello está ampliando a produção para atender o mercado interno.
AS AÇÕES PREFERENCIAIS CCHI4 estão 26% ABAIXO DAS ORDINÁRIAS.
As ações preferenciais não terão direito a voto, mas gozarão das seguintes vantagens : a) Prioridade no reembolso de capital por elas representado, no caso de liquidação da Sociedade; b) Prioridade na percepção de dividendos, não cumulativos, em igualdade de condições com os atribuídos às ações ordinárias, no mínimo no mesmo valor; c) Garantia de recebimento de preço não inferior a 80% (oitenta por cento) do valor pago pelas ações com direito a voto, integrantes do bloco de controle na hipótese de oferta pública de alienação, bem como as demais condições previstas no artigo 254-A da Lei 6.404/76. Parágrafo 2º - A falta de distribuição de dividendos às ações preferenciais, por 3 (três) anos consecutivos, conferirá aos seus titulares o direito de voto nas Assembléias Gerais, direito esse que será mantido até que se restabeleça a distribuição e o pagamento de dividendos.( as ações preferenciais estão a mais de 03 anos sem receber proventos, então TEMOS os mesmos direitos que os detentores das ações ordinárias ).
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