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sábado, 19 de abril de 2014

Feliz Páscoa

Desejo uma Feliz Páscoa a todos, com muita paz, saúde e união, e que independente de opção religiosa, os ensinamentos e exemplos de Cristo sirvam para refletirmos, no sentido de nos tornarmos pessoas sempre melhores.

Hoje

(PETR):

Rio de Janeiro, 17 de abril de 2014 – Petróleo Brasileiro S.A - Petrobras comunica que irá efetuar, em 25 de abril de 2014, o pagamento da primeira e única parcela da remuneração aos acionistas referente ao exercício de 2013. Os pagamentos serão efetuados sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), com base na posição acionária de 02 de abril de 2014.

O valor da parcela a ser paga será corrigido pela taxa SELIC de 31/12/2013 até o dia 25 de abril de 2014, alcançando-se o valor de R$ 0,53808 por ação ordinária (ON) e R$ 0,99757 por ação preferencial (PN). As tabelas abaixo apresentam os cálculos da atualização monetária.


Sobre os valores de R$ 0,52170 por ação ordinária (ON) e R$ 0,96720 por ação preferencial (PN) referente aos juros sobre o capital próprio incidirá a taxa de 15% de imposto de renda, e sobre os valores de R$ 0,01638 por ação ordinária (ON) e R$ 0,03037 por ação preferencial (PN), correspondente à atualização pela taxa Selic, haverá incidência de imposto de renda à alíquota de 22,5%. As retenções de Imposto de Renda, mencionadas acima, NÃO serão aplicadas aos acionistas imunes e isentos.


1. INSTRUÇÕES QUANTO AO CRÉDITO

O pagamento será efetuado pelo Banco do Brasil S.A., instituição depositária das ações escriturais.

Os acionistas correntistas do Banco do Brasil S.A., ou de outros bancos, que estejam com o cadastro devidamente preenchido, terão seus direitos creditados automaticamente na sua conta bancária na data do pagamento.

Para os acionistas cujo cadastro não contenha a inscrição de “Banco/Agência/Conta Corrente”, os direitos somente serão creditados na data da atualização cadastral nos arquivos eletrônicos do Banco do Brasil S.A., por intermédio de suas Agências.

Para as ações depositadas nas Custódias Fungíveis das Bolsas de Valores, o pagamento será creditado nas respectivas Bolsas que, através das corretoras depositantes, encarregar-se-ão de repassá-lo aos acionistas.

Os acionistas possuidores de ações ao portador deverão comparecer a qualquer agência do Banco do Brasil S.A., munidos do CPF, Carteira de Identidade, comprovante de residência e dos certificados com os respectivos cupons, para que as ações sejam convertidas à forma escritural para posterior recebimento das remunerações. Na oportunidade poderão informar os dados bancários para crédito dos valores em conta-corrente.

Para os American Depositary Receipts (ADRs) negociados na Bolsa de Valores de Nova York – NYSE o pagamento dar-se-á através do BNY Mellon, banco depositário dos ADRs. A data de pagamento esperada dos ADRs é dia 02 de maio de 2014. Informações e esclarecimentos poderão ser obtidos por intermédio do site www.adrinform.com


2. LOCAIS DE ATENDIMENTO

Mais informações poderão ser obtidas através da Central de Atendimento BB pelos telefones 4004-0001 (Capitais e áreas metropolitanas) e 0800-7290001 (demais localidades) ou em qualquer agência do Banco do Brasil S.A. bem como na sede da Petrobras na Av. República do Chile, 65 - 1002-B - Rio de Janeiro/ RJ ou através do telefone 0800-282-1540.


3. OBSERVAÇÕES

Os Juros sobre o Capital Próprio não reclamados no prazo de 3 (três) anos, a contar da data do pagamento (25/04/2014), prescreverão e reverterão em favor da empresa (Lei 6404/76, art. 287, inciso II, item a).



(SBSP):

São Paulo, Brasil, 17 de abril de 2014. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP ("Companhia" - BM&FBovespa: SBSP3; NYSE: SBS), uma das maiores prestadoras de serviços de água e esgoto do mundo com base no número de clientes, em atendimento à Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, e atualizações, vem a público informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que na data de hoje, a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP) publicou a Deliberação ARSESP 484, que, entre outras medidas, decide:

a) A aplicação a partir de 11 de maio de 2014, do índice de reposicionamento tarifário de 5,4408% em relação às tarifas vigentes e o fator de eficiência anual (Fator X) de 0,9386%, a ser deduzido nos próximos reajustes tarifários anuais;

b) Permitir que a concessionária, face à situação atípica de seu mercado, devido à escassez hídrica e as medidas que vem adotando de estímulo à economia de água para assegurar o abastecimento, possa aplicar em data futura mais oportuna o índice de reposicionamento decorrente da revisão tarifária, procedendo-se ao recálculo e à atualização monetária dos valores aplicáveis, de forma a assegurar seu equilíbrio econômico-financeiro;

c) Que os próximos reajustes tarifários anuais deverão ocorrer em 11 de abril de 2015 e em 11 de abril de 2016 e a próxima revisão tarifária ocorrerá em 11 de abril de 2017;

d) Aprovar a seguinte fórmula de reajuste anual das tarifas, a ser aplicada durante o segundo ciclo tarifário:
P t = [1 + (IPCA - X)/100] * P t-1 - FAQ t

Onde:

Pt = é a tarifa média máxima a ser aplicada durante o ano t do segundo ciclo tarifário

IPCA é a variação percentual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE (IPCA/IBGE) para o período de referência.

X = é o percentual de eficiência a ser transferido aos usuários ao final de cada ano t do segundo ciclo tarifário, de 0,9386%, conforme definido na Nota Técnica Final nº RTS/004/2014.

P t-1 = é a tarifa média máxima do ano tarifário anterior cujo valor inicial será o P0.

FAQ t = é o fator de correção por qualidade, expresso em R$/m3 faturado, a ser definido e aplicado futuramente;
Adicionalmente, a Companhia informa que, em 16 de abril de 2014, o Conselho de Administração, nos termos do inciso VI do artigo 13 do Estatuto Social, levando em conta a possiblidade facultada pela Deliberação ARSESP 484, da Companhia aplicar índice de reposicionamento decorrente da revisão tarifária em data apropriada e oportuna à sua situação do seu mercado, deliberou pela postergação da aplicação do índice de reposicionamento em data oportuna até, no máximo, final de dezembro de 2014.

Além disso, o Conselho de Administração, visando preservar as condições de sustentabilidade econômico-financeira da Companhia, decidiu pela adoção de ajuste no orçamento de 2014 de R$ 900 milhões entre redução de despesas e diferimento de investimentos.

A integra da Deliberação ARSESP 484 esta disponível no website da Sabesp, na área de Relações com Investidores.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Produção no pré-sal bate novo recorde e alcança 428 mil barris de petróleo por dia

Rio de Janeiro, 17 de abril de 2014 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras informa que a produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras, na chamada Província Pré-Sal, nas Bacias de Santos e Campos, atingiu, no dia 15 de abril, o patamar de 428 mil barris de petróleo por dia (bpd), o que configura um novo recorde de produção diária.

O presente recorde de produção resultou do crescimento da produção da plataforma P-58, cuja operação foi iniciada em 17 de março de 2014 no complexo denominado Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos. A P-58 já produz cerca de 50 mil bpd, por meio de três poços, todos da camada pré-sal. A Petrobras detém 100% dos direitos na área.

O novo patamar de produção foi obtido por meio de 24 poços produtores, sendo 15 poços na Bacia de Campos e nove na Bacia de Santos. Esses poços produziram, respectivamente, 222 mil bpd e 206 mil bpd.

Até o final de 2014 entrarão em operação mais 15 poços produtores, sendo 11 na Bacia de Santos e quatro na Bacia de Campos.

Desse total, dois poços serão interligados ao FPSO Cidade de São Paulo, cinco ao FPSO Cidade de Paraty, um à plataforma P-48 e três à plataforma P-58. Todos esses sistemas de produção já estão instalados e em operação. Adicionalmente, dois novos poços serão interligados ao FPSO Cidade de Ilhabela e outros dois ao FPSO Cidade de Mangaratiba. Essas plataformas serão instaladas e entrarão em operação no segundo semestre deste ano.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

ALL aceita fusão com Rumo (Valor Econômico).

Bloco de controle da ALL aceita fusão com Rumo, da Cosan

Nem Curitiba, nem São Paulo. O nascimento da nova ALL acontece nesta tarde, no Rio de Janeiro, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Apesar de não ser majoritária no bloco de controle da companhia de ferrovias, a instituição é a maior acionista da empresa curitibana ALL e participará do bloco controlador da companhia resultante da fusão com a Rumo, controlada do Grupo Cosan.


http://www.valor.com.br/empresas/3517304/bloco-de-controle-da-all-aceita-fusao-com-rumo-da-cosan#ixzz2yx5zGMON

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Hoje 2

Há um ditado no mercado financeiro que diz: "Sobe no boato e cai no fato", essa frase é utilizada por investidores que operam especulação, e pouco importa se o evento futuro terá um resultado negativo ou positivo para a empresa, ou mesmo se irá se confirmar ou não, o importante é alimentar a antecipação.

Um exemplo: As ações da ALL (ALLL3) estão em alta e valendo R$ 8,50 e uma valorização de 15% nos últimos dias,caracterizando um movimento de antecipação pela reunião do Conselho de Administração que acontecerá amanhã, onde os acionistas vão decidir se aceitam ou não a proposta da Rumo (Controlada pela Cosan).Na operação há o valor de R$ 10,18 projetado para a ALL caso aceite o acordo.

Vamos supor que o valor de R$ 10,18 seja aceito. A reação do mercado seria em aproximadamente R$ 9,00 tendo em vista que toda a operação ainda precisará do aval do CADE, além de outros riscos embutidos. E mesmo aceitando os R$ 10,18 no primeiro momento, é a porta de saída dos especuladores, pois sabem que se a empresa está aceitando R$ 10,18 é por que o negócio vale bem menos que o preço implícito. Todo empresário trabalha com margem de risco, caso aceite R$ 10,18 sem restrições, é porque na prática vale R$ 5,00 a R$ 6,00.

Agora vamos simular o oposto, que os acionistas da ALL não aceitem a proposta da Rumo. É sinal que os controladores e acionistas da ALL tem uma expectativa melhor que R$ 10,18 pelo seu negócio, e diante do cenário econômico, para uma melhor percepção em relação ao preço arbitrado pelo mercado, é melhor a recusa do negócio. Pois a interpretação será no sentido que venha a valer mais que R$ 10,18.

Bons negócios e uma excelente semana.



Hoje 1

** Comunicado ao Mercado - Complexo Eólico Santa Mônica

TRACTEBEL ENERGIA S.A. companhia aberta, com sede na Cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, na Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, 5064, CNPJ n.º 02.474.103/0001-19 (“Tractebel Energia”), vem, em cumprimento ao disposto na Instrução CVM nº 358/2002, informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que seu Conselho de Administração, reunido nesta data, autorizou o início das obras de construção do Complexo Eólico Santa Mônica (“Santa Mônica” ou “Projeto”), o que, entretanto, está condicionado ao cumprimento de algumas condições precedentes. Santa Mônica, localizado no Município de Trairi (CE) e que totaliza 97,2 MW de capacidade instalada, é composto pelos seguintes empreendimentos e respectivas capacidades instaladas: Central Eólica Trairi II Ltda., 29,7 MW; Central Eólica Cacimbas Ltda., 18,9 MW; Usina Geradora Eólica Santa Mônica SPE S.A., 18,9 MW, e Usina Geradora Eólica Santa Mônica SPE II Ltda., 29,7 MW.

A Companhia investirá aproximadamente R$ 460 milhões no Projeto, o que resultará na ampliação de energia renovável não convencional em seu parque gerador. A entrada em operação da totalidade do Projeto está prevista para 2016.

Santa Mônica está localizado próximo ao Complexo Eólico Trairi, de 115,4 MW e já em operação comercial, e gozará de sinergia advinda de estruturas existentes, como subestação e linha de transmissão.

A produção de Santa Mônica será totalmente direcionada para contratação no Ambiente de Contratação Livre - ACL.


** Comunicado ao Mercado - Complexo Eólico Campo Largo Fase III

TRACTEBEL ENERGIA S.A. companhia aberta, com sede na Cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, na Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, 5064, CNPJ n.º 02.474.103/0001-19 (“Tractebel Energia”), vem, em cumprimento ao disposto na Instrução CVM nº 358/2002, informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que seu Conselho de Administração, reunido nesta data, aprovou a contratação da aquisição da totalidade do capital social da CLWP Brasil III Participações Ltda. (“CLWP III”), sociedade limitada com sede no Município de Feira de Santana, Estado da Bahia, na Rua Barão de Cotegipe, n.° 1, 1.217, CEP 44.001-175, inscrita no CNPJ/MF n.º 17.732.178/0001-20, por sua controlada Tractebel Energias Complementares Participações Ltda. (“TBLP”), sociedade limitada, com sede na cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, na Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, 5064, parte, CNPJ n.º 09.212.990/0001-04.

A CLWP III é detentora de dez sociedades de propósito específico, cada qual responsável pelo desenvolvimento de um empreendimento de geração eólica, totalizando um potencial de desenvolvimento de 300 MW, todos localizados nos municípios de Umburanas e Sento Sé, a aproximadamente 420 km da Cidade de Salvador, no Estado da Bahia.

O valor da aquisição é de R$ 35,1 milhões, que serão pagos desde que satisfeitas determinadas condições previstas em contrato.

Adicionalmente, a TBLP ora confirma a aquisição de outros cinco projetos eólicos totalizando um potencial de desenvolvimento de 150 MW localizados igualmente nos municípios de Umburanas e Sento Sé, conforme descrito no Comunicado ao Mercado divulgado pela Tractebel Energia em 10 de janeiro de 2013 (“CM100113”), mediante a aquisição da totalidade do capital social da CLWP Brasil II Participações Ltda., sociedade limitada com sede na Rua Barão de Cotegipe, n.º 1, 1.217, Bairro Centro, Município de Feira de Santana, Estado da Bahia, CEP 44.001-175, inscrita no CNPJ/MF sob o n.º 17.731.368/0001-22 (“CLWP II”).

Considerando a aquisição da totalidade do capital social da CLWP Brasil Ltda., sociedade limitada com sede no km 14 da Rodovia Una-Santa Luzia, Zona Rural, Município de Una, Estado da Bahia, CEP 45.690-000, (“CLWP”), detentora de sete sociedades de propósito específico, cada qual responsável pelo desenvolvimento de um empreendimento de geração eólica, totalizando um potencial de desenvolvimento de 206 MW, todos localizados nos municípios de Umburanas e Sento Sé, conforme descrito no CM100113, a Tractebel Energia, por meio da TBLP, busca materializar, assim, o desenvolvimento de até 656 MW de projetos de energia renovável não convencional no Estado da Bahia.

A TBLP também poderá exercer opção no futuro para desenvolvimento de projeto solar na área dos projetos eólicos.

A aquisição da CLWP III pela TBLP não constitui para a Tractebel Energia investimento relevante, nem se enquadra nas disposições do artigo 256 da Lei n.º 6.404/76, razão pela qual não será submetida à ratificação de acionistas em Assembleia Geral.


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domingo, 13 de abril de 2014

Hoje

Foi publicado ontem no Traffic Marine parte do material colhido da pesquisa das operações na Bacia de Santos (27/03 - 05/04). Embarcações Aker Wayfarer e Bongo.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Hoje

** (IG): Criticada no passado, Bolívia arranca elogios por expansão e estabilidade.

** (Valor): Sabesp admite, em relatórios, possibilidade de racionamento de água.

** (Valor): Norueguesa Aker vai fornecer tubos à Petrobras por US$ 300 milhões .

A fornecedora de equipamentos e serviços para o setor de petróleo e gás Aker Solutions vai entregar oito tubos de distribuição à Petrobras para aumentar a extração de petróleo nos campos do pré-sal em que a estatal atua. O contrato foi avaliado em mais de US$ 300 milhões.

As máquinas injetam alternadamente água e gás para aumentar a taxa de recuperação da commodity na exploração e foram desenhadas para utilização a 2,5 mil metros de profundidade em campos de alto-mar. A vida útil dos componentes é de 30 anos e a primeira entrega está prevista para 2016.

Os equipamentos vão sair, em grande parte, da fábrica brasileira da Aker, localizada em Curitiba (P R). Cerca de 70% das peças serão nacionais, demonstrando preocupação em entregar o mínimo de conteúdo local no setor. Na unidade, o grupo decidiu no ano passado que vai dobrar sua capacidade produtiva até 2015.

“Estamos felizes de trabalhar em conjunto com a Petrobras em seu desenvolvimento no pré-sal, tão importante quanto desafiador tecnicamente”, comentou, em nota, o presidente da norueguesa, Oyvind Eriksen. “O Brasil é uma mercado chave para nossa tecnologia e um dos que mais cresce em petróleo e gás.”



** CVM realiza bate-papo aberto com jovens sobre educação financeira (Site CVM)

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) realizará no dia 05/05/2014, data inicial da Semana Nacional de Educação Financeira, um bate-papo com jovens sobre educação financeira. Crianças e jovens, especialmente entre 10 a 14 anos, alunos de escolas públicas e particulares, professores e Secretarias de Educação, pais e demais interessados estão convidados a entenderem um pouco mais sobre o tema.

O encontro contará com a participação da jornalista Mara Luquet, que será moderadora da conversa entre representantes da CVM, do Banco Central e da SENACON. Ao final do evento, também haverá a apresentação da peça “Teatro Finanças Práticas”, do programa de educação financeira da Visa.

O bate-papo será realizado no Hotel Windsor Atlântica, em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro, às 14h30. Para obter mais informações, acesse a página oficial do evento (www.semanaenef.gov.br), onde também está disponível a programação completa da Semana.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas através do seguinte link : http://www.portaldoinvestidor.gov.br/form/EFJovens-SemanaENEF.html. Os interessados em organizar a vinda de escolas poderão entrar em contato através do e-mail: coe@cvm.gov.br.

A Semana ENEF tem como objetivo divulgar a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), política pública lançada em 2010 com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária da população, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

Esta é uma iniciativa promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), que tem a CVM como membro e é formado pelos seguintes órgãos e entidades públicas: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg); e Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

O CONEF também mantém convênio com a Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF – Brasil) para a concepção, planejamento, estruturação, desenvolvimento e administração de iniciativas de educação financeira de caráter transversal que integram a ENEF.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Hoje

Bom dia pessoal, tenho recebido diversos e-mails perguntando "por qual motivo as ações da ""OGXP3"" não sobem?"

Em resposta a todos, elas não "sobem", porque a percepção de mercado em relação ao seu risco é elevada. A empresa apresentou o resultado de 2013 com prejuízo de R$ 17,4 bilhões, porém com ebitda positivo em R$ 141 milhões.

E o que vem a ser o ebitda? Representa o quanto uma empresa gera de recursos através de suas atividades operacionais, sem contar impostos e outros efeitos financeiros. Dá a possibilidade dos analistas não analisarem apenas o resultado final da organização, e sim o processo com um todo. O EBITDA é utilizado essencialmente para analisar o desempenho da empresa, pois ele é capaz de medir a produtividade e a eficiência da empresa, um ponto que é essencial para os investidores que pretendem investir.

Ai eu abro a internet, e vejo sites com foco em mercado financeiro em que o analista diz que é "impossível cobrir OGX após prejuízo recorde", ou que é "impossível interpretar os dados financeiros", outros que a empresa não presta e etc.

Sabe o que acontece? A maioria das pessoas que frequentam chats, fóruns e salas de bate papo sobre mercado financeiro sofrem de SCA (Síndrome do Corneteiro do Apocalipse) e começam a se desesperar com coisas que tem 0.0000000001% de chance acontecer, como por exemplo: Em 1995 o Banco do Brasil, apresentou um prejuízo de R$ 4,2 bilhões, em 1996 apresentou um novo recorde de R$ 7,5 bilhões e com ebitda negativo. O bafafá sobre notícias relacionadas a falência, quebra e outros ganharam uma força imensa. Sabe o que veio depois? A ação que em 1996 valia R$ 0,50. Em 1997 passou a valer R$ 1,00, em 1998 R$ 3,50...Em 2003 já valia R$ 5,00 e em 2008 valia acima dos R$ 30,00.

E naquela época, os analistas divulgavam no Jornal do Brasil que era impossível analisar o Banco do Brasil. É infinitamente muito mais cômodo, falar que algo é impossível à analisar suas deficiências técnicas em relação ao assunto. E isso não vale somente para as ações OGXP3, valem para todas.

Enquanto deixarem o "impossível" em seus vocabulários, realmente será isso. Olhar para o lado esquerdo do gráfico e fazer análises, não é nenhum bicho de 7 cabeças. Analisar o que já passou, é simples, até porque é convincente. Agora olhar para o lado da direita, e projetar, analisar e estimar, é muito difícil. Precisa do "in loco" e diversas outras ferramentas, para defender seu trabalho. Ai separa-se naturalmente o joio do trigo e nas grades acadêmicas não tem espaço para esse tipo de fundamentação de trabalho.

Voltando a "OGXP3", é preciso mudar a percepção em relação ao risco, a medida que essa percepção for diminuindo, o preço arbitrado no free float, tenderá a elevar-se.

De um lado, temos pessoas que sofrem da Síndrome do Corneteiro do Apocalipse e começam a se desesperar com coisas que tem a mínima de chance acontecer. Do outro, existe a turma do “Manda ver!” que simplesmente está disposta a lidar com o que der e vier, não se importando com as consequências.

Na prática, risco é igual à probabilidade do problema acontecer multiplicada pelo estrago que ele pode causar.

Vamos aos riscos:

Risco 1 – Ninguém querer o seu produto ou serviço: A empresa negocia Petróleo, um dos produtos mais disputados do mundo.

Risco 2 – Problemas contábeis e jurídicos: A empresa está em recuperação judicial. No dia 06 de março disponibilizou para seus 226 credores o plano de recuperação judicial, que tem 30 dias para manifestar-se contrários. Como foi divulgado pela imprensa, alguns apresentaram a impugnação, o que é normal pela dimensão do processo. Os próximos eventos será a publicação do edital e data da assembléia geral de credores (AGC).

Na AGC podem acontecer 3 possíveis cenários:

a) Falta de quórum e adiamento da AGC. Resultado, seria agendada uma nova data em até 30 dias.

b) Rejeição do PRJ. Resultado, seriam feitos ajustes ao Plano de Recuperação Judicial, e agendamento de uma nova data.

c) Aprovação do PRJ. Resultado: Seria proposta a saída da Recuperação Judicial.


Cenário Atual: Os credores internacionais da OGpar já fizeram o 1º aporte de US$ 125 milhões, que sinaliza a concordância com o PRJ. Esse grupo de credores representa a maioria necessária para aprovação na assembléia. Após aprovação do PRJ na AGC, será liberado o valor de US$ 90 milhões referentes a segunda tranche.


Risco 3- Categorizar os riscos de tomar medidas adequadas e eficientes: A OGpar ainda não apresentou a seus atuais investidores, um plano estratégico de negócios (PEN). ( Não confundir com a reunião anual da APIMEC).

O PEN significa o ato de pensar e fazer planos de uma maneira estratégica, auxilia na definição de objetivos e estratégias para alcançar esses objetivos, sendo por isso, uma parte crucial para percepção dos investidores. Planejar estrategicamente significa usar os recursos disponíveis de forma eficiente, aumentando a produtividade de um indivíduo ou empresa. A gestão do tempo é crucial para qualquer empresa, pois é um dos recursos mais valiosos à disposição.

A medida que esses 3 riscos forem sendo superados, a tendência é que a percepção em relação ao valor praticado melhore.

Sobre a possibilidade de abrir novas vagas aos interessados sobre os estudos e pesquisas da OGpar,está descartado, em virtude da priorização na qualidade e eficácia ao seleto grupo formado.

Uma excelente semana a todos e bons negócios.